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DEMISSÕES FORÇAM PARALISAÇÕES NOS PRINCIPAIS CENTROS DO SUDAMERIS EM SP

(São Paulo) A decisão do ABN Real, de não abrir negociações sobre demissões, resultou em diversas paralisações, nesta quinta-feira, em São Paulo, em diversas unidades do Sudameris, banco recentemente adquirido pelo grupo de origem holandesa.
Estão paralisados desde às 6h os Centros Administrativos localizados em Santo Amaro, av. Paulista e av. Brigadeiro Luís Antônio. Além disso, a Regional Centro do Sindicato dos Bancários de São Paulo está promovendo arrastão pelo centro da capital, paralisando as agências da região.
A intenção é manter a paralisação durante todo o dia e avaliar o protesto no final da tarde para decidir sobre a continuidade ou não do movimento.
De acordo com o diretor da FETEC/CUT-SP e representante dos funcionários do ABN Real, Gutemberg de Souza Oliveira, a paralisação desta quinta-feira busca sensibilizar o banco para a necessidade de abrir negociações, no sentido de buscar alternativas para os funcionários que ainda permanecem na instituição.
“O banco até agora tem fechado todas as portas, causando medo e ansiedade nos locais de trabalho. Só que essa é uma situação nova para o funcionário do Sudameris, uma vez que ele nunca teve cultura de freqüentar assembléias e de fazer paralisações. Por isso, o caráter deste protesto é organizativo e seu objetivo é acumular forças para pressionar o banco a abrir espaço para dialogar saídas”, destaca Gutemberg.
O dirigente lembra que, de acordo com as previsões do banco, a unificação dos sistemas ABN/Real/Sudameris deverá ser concluída até agosto/2004.
“A tendência é gerar excedente de funcionários e, consequentemente, novas demissões, as quais só poderão ser evitadas com processo negocial. Se, para isso, for preciso intensificar as pressões, assim o faremos e é neste sentido que estamos construindo uma nova consciência entre os funcionários do Sudameris para que eles possam avançar no exercício de sua cidadania e assim cobrar maior respeito à sua dignidade”.
Jornalista: Lucimar Cruz Beraldo – FETEC/CUT-SP

Por 12:11 Sem categoria

DEMISSÕES FORÇAM PARALISAÇÕES NOS PRINCIPAIS CENTROS DO SUDAMERIS EM SP

(São Paulo) A decisão do ABN Real, de não abrir negociações sobre demissões, resultou em diversas paralisações, nesta quinta-feira, em São Paulo, em diversas unidades do Sudameris, banco recentemente adquirido pelo grupo de origem holandesa.

Estão paralisados desde às 6h os Centros Administrativos localizados em Santo Amaro, av. Paulista e av. Brigadeiro Luís Antônio. Além disso, a Regional Centro do Sindicato dos Bancários de São Paulo está promovendo arrastão pelo centro da capital, paralisando as agências da região.

A intenção é manter a paralisação durante todo o dia e avaliar o protesto no final da tarde para decidir sobre a continuidade ou não do movimento.

De acordo com o diretor da FETEC/CUT-SP e representante dos funcionários do ABN Real, Gutemberg de Souza Oliveira, a paralisação desta quinta-feira busca sensibilizar o banco para a necessidade de abrir negociações, no sentido de buscar alternativas para os funcionários que ainda permanecem na instituição.

“O banco até agora tem fechado todas as portas, causando medo e ansiedade nos locais de trabalho. Só que essa é uma situação nova para o funcionário do Sudameris, uma vez que ele nunca teve cultura de freqüentar assembléias e de fazer paralisações. Por isso, o caráter deste protesto é organizativo e seu objetivo é acumular forças para pressionar o banco a abrir espaço para dialogar saídas”, destaca Gutemberg.

O dirigente lembra que, de acordo com as previsões do banco, a unificação dos sistemas ABN/Real/Sudameris deverá ser concluída até agosto/2004.

“A tendência é gerar excedente de funcionários e, consequentemente, novas demissões, as quais só poderão ser evitadas com processo negocial. Se, para isso, for preciso intensificar as pressões, assim o faremos e é neste sentido que estamos construindo uma nova consciência entre os funcionários do Sudameris para que eles possam avançar no exercício de sua cidadania e assim cobrar maior respeito à sua dignidade”.

Jornalista: Lucimar Cruz Beraldo – FETEC/CUT-SP

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