Brasília, 9/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – Os ânimos estiveram exaltados há pouco, na audiência pública promovida pela Comissão Especial de Reforma da Previdência, no Plenário 13 da Câmara dos Deputados. Tudo começou quando o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Luiz Marinho, respondia à acusação de “fura-greve”, feita pelo deputado Alceu Colares (PDT-RS). Marinho explicava que a divergência entre greve e não-greve decorria do fato de a CUT entender que era melhor negociar a reformulação da proposta de reforma previdenciária do que simplesmente pedir sua retirada do Congresso.
Em meio à explicação, Colares interrompeu Marinho várias vezes, o que o sindicalista a levantar a voz e exigir respeito, porque a palavra estava com ele. Por último, ele disse que a CUT iria solicitar ao Ministério Público total apuração sobre as denúncias de acúmulo de aposentadorias e pensões, uma vez que a lei manda optar por uma delas. Isso foi o suficiente para o deputado se exaltar e dizer que tem aposentadoria como telegrafista e pensão como ex-governador do Rio Grande do Sul. Colares citou também os casos do ministro das Cidades, Olívio Dutra, aposentado como bancário e pensionista como ex-governador gaúcho, além do presidente Lula que, segundo ele, tem aposentadorias por invalidez e como sindicalista, além de receber como presidente da República. Tanto Luiz Marinho quanto o presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil, João Domingos, disseram que a proposta de reforma do Executivo “é prejudicial aos servidores públicos”. Segundo Marinho, a proposta precisa ser melhor debatida para garantir justiça social.
Stenio Ribeiro
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Por Mhais• 9 de julho de 2003• 15:01• Sem categoria
DEPUTADO E SINDICALISTA EXALTAM-SE NA COMISSÃO DE REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Brasília, 9/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – Os ânimos estiveram exaltados há pouco, na audiência pública promovida pela Comissão Especial de Reforma da Previdência, no Plenário 13 da Câmara dos Deputados. Tudo começou quando o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Luiz Marinho, respondia à acusação de “fura-greve”, feita pelo deputado Alceu Colares (PDT-RS). Marinho explicava que a divergência entre greve e não-greve decorria do fato de a CUT entender que era melhor negociar a reformulação da proposta de reforma previdenciária do que simplesmente pedir sua retirada do Congresso.
Em meio à explicação, Colares interrompeu Marinho várias vezes, o que o sindicalista a levantar a voz e exigir respeito, porque a palavra estava com ele. Por último, ele disse que a CUT iria solicitar ao Ministério Público total apuração sobre as denúncias de acúmulo de aposentadorias e pensões, uma vez que a lei manda optar por uma delas. Isso foi o suficiente para o deputado se exaltar e dizer que tem aposentadoria como telegrafista e pensão como ex-governador do Rio Grande do Sul. Colares citou também os casos do ministro das Cidades, Olívio Dutra, aposentado como bancário e pensionista como ex-governador gaúcho, além do presidente Lula que, segundo ele, tem aposentadorias por invalidez e como sindicalista, além de receber como presidente da República. Tanto Luiz Marinho quanto o presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil, João Domingos, disseram que a proposta de reforma do Executivo “é prejudicial aos servidores públicos”. Segundo Marinho, a proposta precisa ser melhor debatida para garantir justiça social.
Stenio Ribeiro
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