na próxima reunião do Copom
Rio, 9/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O economista Adhemar Mineiro, técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Economicos do Rio de Janeiro (Dieese-RJ), afirmou hoje que, independentemente da deflação de 0,15% do IPCA de junho, divulgado hoje pelo IBGE, já havia margem para a queda dos juros no país. Mineiro esclareceu que os índices de inflação mais altos resultaram mais da corrida do dólar observada no final de 2002 do que de qualquer pressão da demanda, que já estava desaquecida naquela época.
Adhemar Mineiro afirmou que há espaço para o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central baixar a taxa de juros básica Selic em sua próxima reunião em mais de 1 ponto percentual. Ele acredita, porém, que a redução será lenta.
Segundo ele, o grande motor dos reajustes de preços, com reflexo direto nas tarifas de energia e telecomunicações, é o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que mais sente o impacto da variação do dólar.
Alana Gandra
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Por Mhais• 9 de julho de 2003• 15:25• Sem categoria
ECONOMISTA DO DIEESE DIZ QUE HÁ ESPAÇO PARA REDUZIR JUROS
na próxima reunião do Copom
Rio, 9/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O economista Adhemar Mineiro, técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Economicos do Rio de Janeiro (Dieese-RJ), afirmou hoje que, independentemente da deflação de 0,15% do IPCA de junho, divulgado hoje pelo IBGE, já havia margem para a queda dos juros no país. Mineiro esclareceu que os índices de inflação mais altos resultaram mais da corrida do dólar observada no final de 2002 do que de qualquer pressão da demanda, que já estava desaquecida naquela época.
Adhemar Mineiro afirmou que há espaço para o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central baixar a taxa de juros básica Selic em sua próxima reunião em mais de 1 ponto percentual. Ele acredita, porém, que a redução será lenta.
Segundo ele, o grande motor dos reajustes de preços, com reflexo direto nas tarifas de energia e telecomunicações, é o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que mais sente o impacto da variação do dólar.
Alana Gandra
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