Em 2003, o Gupo Especial de Combate ao Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente (Gectipa) retirou 991crianças e adolescentes do trabalho infantil no Paraná. De acordo com o IBGE, em 2000 o Paraná foi o Estado da Região Sul que mais teve crianças fora da escola por que precisavam trabalhar.
O Gectipa retirou do trabalho 4 crianças de até 7 anos, 356 crianças entre 7 a 14 anos e 203 entre 14 a 16 anos. Em 2001, foram encontradas 172 crianças de até 7 anos, 31 de 7 a 14 e outras 76 entre 14 e 16 anos.
O Grupo ainda encontrou no ano passado 428 adolescentes entre 16 e 18 anos trabalhando sem registro. Destes, 176 foram registrados posteriormente, por causa da pressão judicial. Foi na área urbana o maior número de casos de menores trabalhando sem carteira, 441 casos foram detectados, contra apenas 17 da área rural.
A Delegacia Regional do Trabalho do Paraná pretende intensificar o trabalho em 2004, o objetivo é devolver a dignidade a esses trabalhadores. O chefe da Seção de Inspeção do Trabalho (Seint), Luiz Fernando Busnardo, esclarece que “o adolescente pode trabalhar, mas em condições que não o prejudiquem, seja fisicamente ou moralmente”. O grupo pretende legalizar o trabalho do jovem e erradicar a exploração infantil em 2004.
Fetec/PR, com informações do DRT Espelho.
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