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É HORA DE DECISÃO: trabalhadores bancários que ingressaram no Itaú até 31 de julho de 2002, têm até o dia 09 de março para migrar para o novo plano de benefícios previdenciários; PLR faltante continua na ordem do dia

Sindicatos se colocam à disposição para esclarecer eventuais dúvidas dos trabalhadores bancários.

Os trabalhadores bancários no Itaú Unibanco (ingressos diretamente no banco Itaú até 31 de julho de 2002) têm até o dia 09 de março para decidir se permanecem no plano vigente (PAC) ou se migram para o novo Plano de Benefícios da Fundação Itaubanco, denominado Plano Itaubanco CD.

Resultado dos esforços empreendidos pelo movimento sindical e de intensa negociação com o banco, o novo plano busca corrigir várias distorções presentes no PAC atual. Contudo, a adesão é opcional e envolve várias decisões.

Dentre as escolhas possíveis, os trabalhadores devem optar pelo regime tributário e definir a forma de recebimento dos benefícios. O Sindicato reitera que é de extrema importância que os bancários se informem antes de tomar as decisões. “Diante deste momento importante para os trabalhadores filiados ao PAC, o Sindicato está ao lado de todos para contribuir nos esclarecimentos necessários”, explica José Altair Sampaio, conselheiro deliberativo eleito no Funbep.

Nova realidade – Entre as principais mudanças, o Itaubanco CD conta com o benefício de pensão por morte, em que todo o patrimônio restante, na ocasião do falecimento do participante, passa a ser da família ou dos herdeiros legais. Outras vantagens do novo plano estão em escolher o perfil mais adequado de investimentos e acompanhar suas reservas, além do direito de portabilidade.

Conquistas – Após a adesão, os bancários terão transferido para sua conta previdenciária um valor inicial que recebe o nome de ‘reserva de transação’ e que diz respeito ao patrimônio acumulado desde a entrada no banco até a data de adesão.

Além disso, mensalmente, o trabalhador terá dois novos créditos: o primeiro, denominado ‘conta vinculada’, referente ao momento da adesão até os 55 anos; e o segundo, que são novos valores pagos pelo banco ao novo plano.

Os bancários que fizerem a adesão podem também optar por agregar novos recursos ao plano e, assim, contribuir com o aumento de sua aposentadoria.

A luta continua – Os demais planos de benefícios previdenciários no conglomerado Itaú Unibanco (Fundação Itaubanco, Funbep, Prebeg, e UBB-Prev) permanecem inalterados. Apesar dos avanços conquistados com o Plano Itaubanco CD, a luta dos bancários está longe de terminar. Muitos trabalhadores do Itaú Unibanco ainda não têm nenhum plano de aposentadoria fechado. Garantir esse benefício a todos é o próximo desafio.

Em caso de dúvida, os bancários podem entrar em contato com o Sindicato, pelo telefone (41) 3015-0523.

O conselheiro deliberativo eleito no Funbep José Altair Sampaio também está disponível para esclarecer as dúvidas através do e-mail conselheiroseleitos@localhost ou pelo telefone 041-33229885.

Por: Renata Ortega.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br.

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Contraf-CUT e Itaú Unibanco retomam negociação sobre PLR nesta sexta

A Contraf-CUT e o Itaú Unibanco retornam à mesa de negociação nesta sexta-feira, 6, em São Paulo, para discutir a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Inicialmente agendado para a terça-feira, dia 2, o encontro foi adiado a pedido do banco.

O movimento sindical reivindica o pagamento integral da PLR para todos os bancários, alcançando o teto de 2,2 salários limitado a R$ 14.696. A regra estipulada pelo banco definiu o pagamento da PLR no teto a apenas 46% dos trabalhadores, que estão na faixa salarial de até R$ 2.836.

Na última reunião, realizada na segunda-feira, dia 1º, os representantes dos trabalhadores solicitaram ao banco informações sobre o montante dos empregados que receberam o valor integral da PLR e o total do bônus pago aos executivos.

Esperamos que, além destes dados, a empresa traga para a mesa uma disposição real de negociar uma solução para o pagamento da PLR que contemple todos os trabalhadores”, avalia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e funcionário do Itaú Unibanco.

Fonte: Contraf-CUT.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.

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PLR no Itaú Unibanco volta ao debate

Sindicato cobra o pagamento de 2.2 salários para todos os funcionários

São Paulo – Os debates entre o Sindicato e a direção do Itaú Unibanco em torno da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) dos funcionários terão continuidade nesta sexta-feira 5, após serem iniciadas na segunda 1º.

Os dirigentes sindicais reivindicam que todos os funcionários têm de receber 2,2 salários. Também foi reforçado que a demora na divulgação da data de pagamento da segunda parcela e o crédito feito na sexta 26 causaram grande confusão entre os funcionários. Houve casos de bancários de agências e concentrações, com as mesmas funções e salários, que receberam valores diferentes.

“O banco tem de acertar essa situação. Basta apenas um pouco de empenho político para que se corrija a injustiça com todos os funcionários recebendo os 2.2 salários de PLR”, afirma o presidente o Sindicato, Luiz Cláudio Marolino.

Na negociação da sexta 5, o banco deve apresentar novas informações solicitadas pelo Sindicato para continuar os debates em torno da PLR.

Por Redação – 03/03/2010.

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Itaú Unibanco: bancários merecem 2.2 salários de PLR

Sindicato reivindica em negociação pagamento cheio para todos. Debates entre representantes dos trabalhadores e do banco serão retomados no dia 3

São Paulo – Uma grande confusão. Esse é o sentimento dos trabalhadores do Itaú Unibanco ao verificarem os créditos da segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) feita pela direção da empresa na última sexta-feira 26. Segundo o Sindicato apurou, os trabalhadores reclamam de diferenças no pagamento entre funcionários que exercem as mesmas funções e recebem os mesmos salários.

“O problema é generalizado e ocorreu em agências, no ITM e nos mais diversos departamentos. O banco tem de acertar essa situação. Basta apenas um pouco de empenho para que se corrija a injustiça, com todos os funcionários recebendo os 2.2 salários de PLR”, afirma o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marolino, reforçando que a demora da empresa em divulgar a data do crédito da PLR – quase duas semanas após a divulgação do lucro de R$ 10,5 bi em 2009 – contribuiu decisivamente para o quadro de incertezas entre os trabalhadores.

O presidente do Sindicato, que participou da negociação com a direção do Itaú Unibanco na segunda-feira 1, questionou o fato de o banco ter feito o pagamento da PLR cheia no ano passado e agora, com praticamente o mesmo lucro, não ter praticado a mesma distribuição aos funcionários. Além disso, segundo informações do balanço da instituição, o banco destinou R$ 700 milhões de seu lucro para pagar 2.2 salários de PLR aos funcionários e agora a empresa destina praticamente o dobro para a participação nos lucros, cerca de R$ 1,4 bi, mas não está pagando os 2.2 salários para todos, mesmo com a redução no quadro de funcionários. “Os bancários não podem ser prejudicados com o processo de fusão. Todos os trabalhadores contribuíram da mesma forma para o resultado da empresa e todos merecem ser valorizados agora”, destaca Marcolino.

A negociação, que teria prosseguimento na terça-feira 2, foi adiada.

*Atualizado às 17h30 de 2/3

Por Jair Rosa – 01/03/2010.

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.spbancarios.com.br.

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