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Emprego formal é recorde em abril desde 2002

Estudo elaborado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) revela que, em abril deste ano, 54% dos trabalhadores brasileiros tinham carteira profissional assinada, maior nível de emprego formal desde 2002, quando teve início a nova Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE. Já a massa salarial cresceu R$ 1 bilhão no primeiro trimestre de 2006, em comparação a igual período do ano passado, conforme cálculo da empresa MB Associados, a partir da mesma pesquisa.

Nos últimos 12 meses, o avanço dos salários foi de cerca de 5% – adicional que aumentou o potencial de consumo dos trabalhadores, principalmente nos setores de bens semiduráveis e não-duráveis (como alimentos, medicamentos e vestuário). Segundo técnicos do IBGE, este é um dos motivos para o avanço de 1,4% no (Produto Interno Bruto) do país entre janeiro e março deste ano.

“Esse é o resultado de uma política conseqüente, com posições duras no começo, mas que garante um crescimento sustentado”, avaliou o deputado Carlito Merss (PT-SC). Ele afirmou ainda que a tendência é manter o crescimento do nível de emprego, “uma vez que vamos continuar a baixas os juros”, disse.

Segundo os pesquisadores, o índice de emprego formal deverá atingir 55% ainda neste ano. Os resultados mostram uma reação nas áreas captadas pela pesquisa, as regiões metropolitanas, justamente as que mais sofreram com o avanço do neoliberalismo e da informalidade na década passada, principalmente durante os anos do governo Fernando Henrique Cardoso.

Foram pesquisadas seis regiões – São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre(RS), Belo Horizonte(MG), Salvador (BA) e Recife (PE).

Fonte: Informes

Por 09:26 Notícias

Emprego formal é recorde em abril desde 2002

Estudo elaborado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) revela que, em abril deste ano, 54% dos trabalhadores brasileiros tinham carteira profissional assinada, maior nível de emprego formal desde 2002, quando teve início a nova Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE. Já a massa salarial cresceu R$ 1 bilhão no primeiro trimestre de 2006, em comparação a igual período do ano passado, conforme cálculo da empresa MB Associados, a partir da mesma pesquisa.
Nos últimos 12 meses, o avanço dos salários foi de cerca de 5% – adicional que aumentou o potencial de consumo dos trabalhadores, principalmente nos setores de bens semiduráveis e não-duráveis (como alimentos, medicamentos e vestuário). Segundo técnicos do IBGE, este é um dos motivos para o avanço de 1,4% no (Produto Interno Bruto) do país entre janeiro e março deste ano.
“Esse é o resultado de uma política conseqüente, com posições duras no começo, mas que garante um crescimento sustentado”, avaliou o deputado Carlito Merss (PT-SC). Ele afirmou ainda que a tendência é manter o crescimento do nível de emprego, “uma vez que vamos continuar a baixas os juros”, disse.
Segundo os pesquisadores, o índice de emprego formal deverá atingir 55% ainda neste ano. Os resultados mostram uma reação nas áreas captadas pela pesquisa, as regiões metropolitanas, justamente as que mais sofreram com o avanço do neoliberalismo e da informalidade na década passada, principalmente durante os anos do governo Fernando Henrique Cardoso.
Foram pesquisadas seis regiões – São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre(RS), Belo Horizonte(MG), Salvador (BA) e Recife (PE).
Fonte: Informes

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