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Emprego formal pode bater recorde este ano

A formalidade no mercado de trabalho se recuperou em 2005 e caminha para um recorde este ano. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que chegará a pelo menos 54%, o que significaria o nível mais elevado da nova série da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, iniciada em março de 2002.

O cálculo do Ipea foi feito com base nos dados de empregados com carteira, militares e setor público nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo instituto (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife). A taxa começou a se recuperar mais fortemente no ano passado e já chegou a 53,1% em janeiro deste ano, maior taxa mensal dos últimos 37 meses, desde dezembro de 2002 (53,7%).

O retorno à formalidade está ocorrendo basicamente na renovação da ocupação: no ano passado, 95% dos 474 mil novos postos eram formais. O aumento da formalização em 2005 veio principalmente do setor exportador e foi favorecido pela fiscalização mais intensa dos Ministérios do Trabalho e da Previdência. Para este ano, além desses dois fatores, o Ipea aponta que o crescimento econômico será mais forte e cita que a medida provisória que desonera a contratação de empregados domésticos também deve ajudar.

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Emprego formal pode bater recorde este ano

A formalidade no mercado de trabalho se recuperou em 2005 e caminha para um recorde este ano. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que chegará a pelo menos 54%, o que significaria o nível mais elevado da nova série da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, iniciada em março de 2002.
O cálculo do Ipea foi feito com base nos dados de empregados com carteira, militares e setor público nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo instituto (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife). A taxa começou a se recuperar mais fortemente no ano passado e já chegou a 53,1% em janeiro deste ano, maior taxa mensal dos últimos 37 meses, desde dezembro de 2002 (53,7%).
O retorno à formalidade está ocorrendo basicamente na renovação da ocupação: no ano passado, 95% dos 474 mil novos postos eram formais. O aumento da formalização em 2005 veio principalmente do setor exportador e foi favorecido pela fiscalização mais intensa dos Ministérios do Trabalho e da Previdência. Para este ano, além desses dois fatores, o Ipea aponta que o crescimento econômico será mais forte e cita que a medida provisória que desonera a contratação de empregados domésticos também deve ajudar.

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