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Estatuto dará mais oportunidade ao negro no mercado de trabalho

O Estatuto da Igualdade Racial será uma ferramenta a mais na luta para a inserção da população negra no mercado de trabalho. A afirmação é da coordenadora da Organização Não Governamental Criola, Jurema Werneck, que trabalha com mulheres negras preparando-as para o mercado de trabalho.

O estatuto, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), foi aprovado por unanimidade no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados. Nele estão previstas a inclusão racial e social dos negros afro-brasileiros nas áreas da saúde, educação, direitos humanos e no mercado de trabalho.

Segundo a coordenadora da ONG Criola, se o estatuto for aprovado o Brasil poderá avançar no combate às desigualdades raciais no campo de trabalho e na área da saúde. “O estatuto tem impacto no mercado e nas relações de trabalho e estabelece a possibilidade de melhorias de condições da inserção da população negra neste setor”, afirmou.

Ela ressaltou que o país ainda enfrenta dificuldades de inserção do negro de forma qualificada no mercado de trabalho, mesmo estando no século 21.

“Estamos sempre com menores direitos, menores acessos a postos mais qualificados e de gerência. O estatuto aponta esses problemas e caminhos que permitem uma disputa em termos de igualdade no mercado”.

Werneck lembrou que o estatuto é um suporte para ajudar o Ministério da Saúde a assumir ações que garantam a igualdade racial ao acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) e a qualidade desse serviço prestado à população negra. “Ele [o estatuto] vem como uma legitimação e uma definição da obrigação do Ministério da Saúde em atuar de forma mais adequada e qualificada e de se comprometer no enfrentamento do racismo dentro do sistema”, afirmou.

Fonte: Agência Brasil

Por 10:59 Notícias

Estatuto dará mais oportunidade ao negro no mercado de trabalho

O Estatuto da Igualdade Racial será uma ferramenta a mais na luta para a inserção da população negra no mercado de trabalho. A afirmação é da coordenadora da Organização Não Governamental Criola, Jurema Werneck, que trabalha com mulheres negras preparando-as para o mercado de trabalho.
O estatuto, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), foi aprovado por unanimidade no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados. Nele estão previstas a inclusão racial e social dos negros afro-brasileiros nas áreas da saúde, educação, direitos humanos e no mercado de trabalho.
Segundo a coordenadora da ONG Criola, se o estatuto for aprovado o Brasil poderá avançar no combate às desigualdades raciais no campo de trabalho e na área da saúde. “O estatuto tem impacto no mercado e nas relações de trabalho e estabelece a possibilidade de melhorias de condições da inserção da população negra neste setor”, afirmou.
Ela ressaltou que o país ainda enfrenta dificuldades de inserção do negro de forma qualificada no mercado de trabalho, mesmo estando no século 21.
“Estamos sempre com menores direitos, menores acessos a postos mais qualificados e de gerência. O estatuto aponta esses problemas e caminhos que permitem uma disputa em termos de igualdade no mercado”.
Werneck lembrou que o estatuto é um suporte para ajudar o Ministério da Saúde a assumir ações que garantam a igualdade racial ao acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) e a qualidade desse serviço prestado à população negra. “Ele [o estatuto] vem como uma legitimação e uma definição da obrigação do Ministério da Saúde em atuar de forma mais adequada e qualificada e de se comprometer no enfrentamento do racismo dentro do sistema”, afirmou.
Fonte: Agência Brasil

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