São Paulo – A Federação Nacional das Empresas de Crédito Financiamento e Investimento (Fenacrefi) divulgou nota à imprensa em que defende a elevação dos juros básicos da economia em 0,25 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) da próxima semana.
O presidente da instituição, José Arthur Assunção, acredita que a Selic feche o ano em 17%. “Serão três elevações consecutivas de 0,25 ponto percentual até o final do ano. Isto, se nada de extraordinário acontecer”, previu.
Mesmo com a inflação mostrando sinais de queda em vários índices nas últimas semanas, Assunção acredita que os centros da meta de inflação para este ano e para 2005 já estão comprometidos. “Resta ao BC fazer de tudo para que o custo de vida não ultrapasse a banda máxima da meta no ano que vem, que será de 7%”, afirmou.
Os preços administrados, que sofrem reajustes pela inflação do ano anterior, já comprometerão bastante o índice de 2005, na avaliação de Assunção, que também citou a elevação no preço do barril do petróleo, como mais uma fonte de preocupação. “Esses fatos aliados não deixam margem de manobra ao Copom na reunião da semana que vem. Os juros terão que aumentar novamente”, finalizou o presidente da Fenacrefi.
Fonte: O Estadão – Célia Froufe
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Por Mhais• 15 de outubro de 2004• 09:59• Sem categoria
Fenacrefi defende elevação gradativa da Selic
São Paulo – A Federação Nacional das Empresas de Crédito Financiamento e Investimento (Fenacrefi) divulgou nota à imprensa em que defende a elevação dos juros básicos da economia em 0,25 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) da próxima semana.
O presidente da instituição, José Arthur Assunção, acredita que a Selic feche o ano em 17%. “Serão três elevações consecutivas de 0,25 ponto percentual até o final do ano. Isto, se nada de extraordinário acontecer”, previu.
Mesmo com a inflação mostrando sinais de queda em vários índices nas últimas semanas, Assunção acredita que os centros da meta de inflação para este ano e para 2005 já estão comprometidos. “Resta ao BC fazer de tudo para que o custo de vida não ultrapasse a banda máxima da meta no ano que vem, que será de 7%”, afirmou.
Os preços administrados, que sofrem reajustes pela inflação do ano anterior, já comprometerão bastante o índice de 2005, na avaliação de Assunção, que também citou a elevação no preço do barril do petróleo, como mais uma fonte de preocupação. “Esses fatos aliados não deixam margem de manobra ao Copom na reunião da semana que vem. Os juros terão que aumentar novamente”, finalizou o presidente da Fenacrefi.
Fonte: O Estadão – Célia Froufe
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