(São Paulo) Depois de quatro meses de negociações, a Fenacrefi finalmente apresentou proposta de reajuste salarial e de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para os financiários. Na reunião desta terça-feira, dia 24, a federação patronal propôs o mesmo reajuste dos bancários: 3,5%, o que representa aumento real de salários.
A PLR é de 80% do salário mais uma parte fixa de R$ 1.000, com teto de R$ 5.600. No ano passado, a PLR foi de 80% mais R$ 600. O benefício não terá desconto dos programas próprios e a metade deve ser paga em até 15 dias após a assinatura do acordo.
Para o diretor-executivo da Contraf-CUT, Sergio Siqueira, as negociações avançaram com a apresentação da proposta, mas a Fenacrefi pode melhorar os valores. “Os lucros obtidos no setor financeiro no último período foram elevadíssimos. Esperamos que haja bom senso por parte dos representantes das financeiras com o aumento da proposta apresentada. Já solicitamos uma nova negociação para os próximos dias e vamos pressionar para arrancar uma proposta melhor da Fenacrefi”, afirma Siqueira.
Segundo a secretária-geral do Sindicato de São Paulo, Juvandia Moreira, é preciso discutir ainda mais a PLR, que é uma conquista dos trabalhadores e que está garantida no acordo de trabalho. “Ao contrário, por exemplo, de eventuais abonos que são esporádicos e não se incorporam à luta da categoria”, finalizou.
Fonte: Contraf-CUT com Seeb SP.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.
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Por Mhais• 24 de outubro de 2006• 21:23• Sem categoria
Financiários arrancam proposta da Fenacrefi, mas querem mais
(São Paulo) Depois de quatro meses de negociações, a Fenacrefi finalmente apresentou proposta de reajuste salarial e de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para os financiários. Na reunião desta terça-feira, dia 24, a federação patronal propôs o mesmo reajuste dos bancários: 3,5%, o que representa aumento real de salários.
A PLR é de 80% do salário mais uma parte fixa de R$ 1.000, com teto de R$ 5.600. No ano passado, a PLR foi de 80% mais R$ 600. O benefício não terá desconto dos programas próprios e a metade deve ser paga em até 15 dias após a assinatura do acordo.
Para o diretor-executivo da Contraf-CUT, Sergio Siqueira, as negociações avançaram com a apresentação da proposta, mas a Fenacrefi pode melhorar os valores. “Os lucros obtidos no setor financeiro no último período foram elevadíssimos. Esperamos que haja bom senso por parte dos representantes das financeiras com o aumento da proposta apresentada. Já solicitamos uma nova negociação para os próximos dias e vamos pressionar para arrancar uma proposta melhor da Fenacrefi”, afirma Siqueira.
Segundo a secretária-geral do Sindicato de São Paulo, Juvandia Moreira, é preciso discutir ainda mais a PLR, que é uma conquista dos trabalhadores e que está garantida no acordo de trabalho. “Ao contrário, por exemplo, de eventuais abonos que são esporádicos e não se incorporam à luta da categoria”, finalizou.
Fonte: Contraf-CUT com Seeb SP.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.
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