Brasília, 11/04/2007 – A Economia Solidária será tema de discussão no 8º Fórum Internacional de Software Livre que acontece de amanhã a sábado (12 a 14), no Centro de eventos da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre.
O secretário de Economia Solidária (Senaes), Paul Singer, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), participa da mesa “Economia Solidária, Software Livre e Inclusão Digital na construção de práticas, técnicas e tecnologias para um Mundo Sustentável”, nesta quinta-feira, às 10h. A mesa será coordenada pelo diretor de Fomento da Senaes, Dione Manetti.
Singer apresentará as semelhanças entre Economia Solidária, Software Livre e Inclusão Digital e como essas práticas podem trabalhar juntas, tendo o comércio eletrônico justo e solidário como um resultado dessa convergência.
A prática do comércio justo e solidário tem sido motivo de ampla discussão em todo o mundo e, no Brasil, a Senaes defende a construção deste sistema como política pública de apoio ao desenvolvimento de cadeias comerciais alternativas, a partir de um processo articulado entre entidades governamentais e da sociedade civil.
O sistema se baseia em ações articuladas de qualificação, garantias – com o reconhecimento da certificação pública e gratuita, selo, marca e outros mecanismos criados, a exemplo da certificação participativa de produtos agroecológicos. E ainda possibilita a multiplicação dos espaços de comercialização e a redução de intermediários, beneficiando principalmente, trabalhadores informais, agricultores familiares, extrativistas, camponeses e pequenos empreendedores solidários que estão em desvantagem ou marginalizados pelo modelo predominante atual.
A Economia Solidária vem se revelando como uma nova dinâmica de enfrentamento da pobreza e das desigualdades regionais. E tem-se consolidado como um sistema econômico diferenciado, por meio do desenvolvimento local sustentável e solidário. O desenvolvimento se dá pela democratização do acesso e ampliação de programas e projetos que contribuam para a criação e fortalecimento das redes, das cadeias, das centrais de comercialização e do sistema de comércio justo, que permitem a sustentabilidade aos empreendimentos solidários no Brasil.
Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6394/3317-6540
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.mtb.gov.br.
Notícias recentes
- Caixa começa a pagar Bolsa Família de abril
- BC decreta liquidação extrajudicial da cooperativa Creditag
- Ex-presidente do BRB acertou propina de R$ 146 mi, diz Polícia Federal
- Sexta (17) tem Assembleia para escolher delegação ao Congresso da Fetec da base de Arapoti
- FMI prevê volta do Brasil às 10 maiores economias do mundo
Comentários
Por Mhais• 11 de abril de 2007• 15:38• Sem categoria
Fórum Internacional de Software Livre discute economia solidária
Brasília, 11/04/2007 – A Economia Solidária será tema de discussão no 8º Fórum Internacional de Software Livre que acontece de amanhã a sábado (12 a 14), no Centro de eventos da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre.
O secretário de Economia Solidária (Senaes), Paul Singer, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), participa da mesa “Economia Solidária, Software Livre e Inclusão Digital na construção de práticas, técnicas e tecnologias para um Mundo Sustentável”, nesta quinta-feira, às 10h. A mesa será coordenada pelo diretor de Fomento da Senaes, Dione Manetti.
Singer apresentará as semelhanças entre Economia Solidária, Software Livre e Inclusão Digital e como essas práticas podem trabalhar juntas, tendo o comércio eletrônico justo e solidário como um resultado dessa convergência.
A prática do comércio justo e solidário tem sido motivo de ampla discussão em todo o mundo e, no Brasil, a Senaes defende a construção deste sistema como política pública de apoio ao desenvolvimento de cadeias comerciais alternativas, a partir de um processo articulado entre entidades governamentais e da sociedade civil.
O sistema se baseia em ações articuladas de qualificação, garantias – com o reconhecimento da certificação pública e gratuita, selo, marca e outros mecanismos criados, a exemplo da certificação participativa de produtos agroecológicos. E ainda possibilita a multiplicação dos espaços de comercialização e a redução de intermediários, beneficiando principalmente, trabalhadores informais, agricultores familiares, extrativistas, camponeses e pequenos empreendedores solidários que estão em desvantagem ou marginalizados pelo modelo predominante atual.
A Economia Solidária vem se revelando como uma nova dinâmica de enfrentamento da pobreza e das desigualdades regionais. E tem-se consolidado como um sistema econômico diferenciado, por meio do desenvolvimento local sustentável e solidário. O desenvolvimento se dá pela democratização do acesso e ampliação de programas e projetos que contribuam para a criação e fortalecimento das redes, das cadeias, das centrais de comercialização e do sistema de comércio justo, que permitem a sustentabilidade aos empreendimentos solidários no Brasil.
Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6394/3317-6540
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.mtb.gov.br.
Deixe um comentário