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Greve cresce, avalia Comando Nacional dos Bancários

Na reunião que aconteceu no sábado, dia 8, o Comando Nacional dos Bancários avaliou que a greve vem crescendo em todo o país e que o movimento será ampliado ainda mais no começo da semana para quebrar a intransigência dos banqueiros, que se recusam a mudar a proposta rejeitada nas assembléias.
“O único caminho para forçá-los a melhorar a proposta é aumentar a mobilização”, afirma Carlos Cordeiro, secretário geral da CNB/CUT. “Mesmo com a truculência de bancos como o Bradesco e o auxílio da polícia para reprimir os trabalhadores, a adesão à greve vem crescendo.”
Violência – Várias iniciativas estão sendo tomadas para mostrar a violência do Bradesco em todo o país. E uma das prioridades desta semana é denunciar a atuação do banco do presidente da Fenaban, Márcio Cypriano. “A população precisa saber que, além do mau atendimento que presta todo dia, com enormes filas, o banco manda prender e bater em bancários, sindicalistas, na imprensa, em todo mundo que passa por perto”, afirma Cordeiro.
Na sexta-feira da semana passada, representantes do Comando Nacional estiveram em Brasília, em audiências no Ministério da Justiça e com o ministro do Trabalho, denunciando a violência e também que bancários vêm sendo mantidos em cárcere privado, impedidos de sair dos locais de trabalho e assediados moralmente para não participar da greve ou para chegar às 2h, 3h da manhã.
Os representantes dos ministérios ficaram de averiguar o que vem acontecendo e entrar em contato com o presidente do banco e o comando das polícias para que essas práticas não continuem. O ministro do Trabalho comprometeu-se, também, a orientar a fiscalização nos bancos mediante as denúncias feitas.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.cnbcut.com.br.

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Greve cresce, avalia Comando Nacional dos Bancários

Na reunião que aconteceu no sábado, dia 8, o Comando Nacional dos Bancários avaliou que a greve vem crescendo em todo o país e que o movimento será ampliado ainda mais no começo da semana para quebrar a intransigência dos banqueiros, que se recusam a mudar a proposta rejeitada nas assembléias.

“O único caminho para forçá-los a melhorar a proposta é aumentar a mobilização”, afirma Carlos Cordeiro, secretário geral da CNB/CUT. “Mesmo com a truculência de bancos como o Bradesco e o auxílio da polícia para reprimir os trabalhadores, a adesão à greve vem crescendo.”

Violência – Várias iniciativas estão sendo tomadas para mostrar a violência do Bradesco em todo o país. E uma das prioridades desta semana é denunciar a atuação do banco do presidente da Fenaban, Márcio Cypriano. “A população precisa saber que, além do mau atendimento que presta todo dia, com enormes filas, o banco manda prender e bater em bancários, sindicalistas, na imprensa, em todo mundo que passa por perto”, afirma Cordeiro.

Na sexta-feira da semana passada, representantes do Comando Nacional estiveram em Brasília, em audiências no Ministério da Justiça e com o ministro do Trabalho, denunciando a violência e também que bancários vêm sendo mantidos em cárcere privado, impedidos de sair dos locais de trabalho e assediados moralmente para não participar da greve ou para chegar às 2h, 3h da manhã.

Os representantes dos ministérios ficaram de averiguar o que vem acontecendo e entrar em contato com o presidente do banco e o comando das polícias para que essas práticas não continuem. O ministro do Trabalho comprometeu-se, também, a orientar a fiscalização nos bancos mediante as denúncias feitas.

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