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Por 20:43 Sem categoria

Grupo de trabalho do Saúde CAIXA tem encontro nesta terça-feira, 13 de abril; na quinta tem negociação específica e a reestruturação na CAIXA está na ordem do dia !

Contraf-CUT tem negociação com a Caixa na próxima quinta. Terça tem GT Saúde

A Contraf-CUT e a Caixa Econômica Federal têm nova rodada de negociação agendada para a próxima quinta-feira, 15. Os trabalhadores mais uma vez vão cobrar do banco esclarecimentos sobre o processo de reestruturação em curso na empresa. A possibilidade de fechamento de filiais tem deixado inseguros os trabalhadores do banco, que realizaram um Dia Nacional de Luta contra reestruturação na última quarta-feira, dia 7.

Outro tema central da discussão com a Caixa será o Plano de Cargos Comissionados (PCC), chamado pelo banco de Plano de Funções Gratificadas (PFG). A implantação do plano esbarrou em um impasse a respeito da diminuição para seis horas da jornada de trabalho para os ocupantes de cargos técnicos e de assessoramento vinculados ao Plano de Cargos Comissionados (PCC) de 1998.

Além disso, os trabalhadores tratarão de outros temas pendentes da pauta de reivindicações, como a definição dos critérios para as promoções por mérito, entre outros.

GT Saúde

Antes disso, nas próximas terça e quarta-feira, acontece nova reunião do GT Saúde. Os empregados irão retomar as discussões sobre o Saúde Caixa. Na última reunião, o banco se comprometeu a apresentar nesse encontro os números relativos ao plano de saúde.

Com os números, os trabalhadores poderão prosseguir na discussão das contas do plano, que tem apresentado sucessivos superávits nos últimos anos. Também estará presente na discussão o normativo de acidente de trabalho (RH052).

Fonte: Contraf-CUT.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.

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Reestruturação na Caixa: Sindicato ajuizará ações

Em reunião realizada ontem, 08 de abril, os trabalhadores da Caixa Econômica Federal da base de Curitiba e região que estão sendo atingidos pelo processo de reestruturação da empresa deliberaram sobre o ingresso de duas ações judiciais, uma de irredutibilidade salarial e outra de fechamento de unidades e transferência. “Com ambas as ações queremos resgatar o respeito para com o trabalhador e tentar evitar que os bancários passem por situações desconfortáveis no momento da realocação”, afirma Sonia Boz, dirigente sindical e bancária da CEF.

O Sindicato, juntamente com a Apcef-PR e a Agecef-PR, pretendem evitar que o trabalhador precise sair internamente em busca de uma colocação. “Não é justo que o bancário seja discriminado duplamente, pela extinção de sua unidade e também na receptividade nas agências”, completa Sonia. Segundo a dirigente, as mudanças têm desrespeitado inclusive os normativos internos da empresa no que diz respeito às nomeações e realocações por meio de processos seletivos internos.

Por: Renata Ortega.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br.

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TODOS MOBILIZADOS
Nesta terça-feira Rio faz protesto contra o desmonte da Caixa

O Sindicato convoca o funcionalismo da Caixa Econômica Federal para participar do protesto desta terça-feira contra o desmonte da empresa implantado por sua diretoria desde o fim de março. Da manifestação, ao meio-dia em frente ao prédio da Barroso, devem participar todos os empregados para deixar patente o repúdio às medidas como a extinção de setores, transferências e ameaças de centenas de descomissionamentos, entre outras. Além da luta política, o Sindicato está estudando medidas judiciais contra a “reestruturação”.

O funcionalismo deve comparecer em peso, também, para deixar claro que não tem medo da diretoria da Caixa, que, através da circular interna 025/10 (CI), determinou que os gestores descontem as horas e os minutos da paralisação do dia 26 de março, na Barroso, numa tentativa desesperada de intimidar a luta dos empregados contra o desmonte. A ordem do desconto é da presidente da empresa, Maria Fernanda. A CI foi assinada pela gerente nacional Geret, Márcia Guedes, e pelo superintendente nacional da Suape, Carlos Magno.

“Este é mais um motivo para comparecermos em peso ao ato da Barroso. Não vamos nos curvar. Não temos medo de atitudes de intimidação vindas da direção da Caixa, que é composta, inclusive, por ex-dirigentes sindicais que estão renegando a sua própria trajetória política, como Maria Fernanda, Carlos Magno (Carlão) e Carlos Borges, ex-presidente da Fenae, entre outros”, afirmou o diretor do Sindicato Paulo Matileti. Em função desta pressão da Caixa, há gestores querendo ser mais realistas do que o rei, pressionando os empregados a compensar a ausência de terça-feira, apesar da orientação das autoridades (governador e prefeito) para que a população não saísse de casa.

Dia Nacional de Luta

As mobilizações desta terça-feira deveriam ter acontecido na última quarta-feira, como parte do Dia Nacional de Luta. Mas acabaram adiadas em função das dificuldades causadas pelas fortes chuvas que caem desde a segunda-feira passada em todo o estado.

Apesar da não participação do Rio, o Dia Nacional de Luta foi muito forte em todo o país. Aconteceram mobilizações em todos os demais estados, demonstrando a revolta com a diretoria da Caixa. Houve atos públicos em frente a prédios e grandes agências em São Paulo, Brasília, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Ceará, Pernambuco, Mato Grosso, Piauí, Acre, Alagoas, Paraíba e Campos, entre outros.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosrio.org.br.

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