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Integrantes da Anapar Regional Sul discutem mudanças nos seguros de vida

Os dirigentes e associados da Anapar – Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão, estiveram reunidos na última sexta-feira (21 de julho) em Florianópolis/SC, no evento “Jornada de trabalho sobre Seguros de Vida, Pecúlios e Saúde”, com objetivo de troca de conhecimentos sobre estes temas. “Foi uma reunião organizada com muita objetividade em que tratamos das adaptações dos seguros ao novo Código Civil, o conceito de pecúlio, como mais um benefício dos fundos de pensão e o gerencimento dos planos de saúde”, resumiu Gilberto Reck, associado da Anapar e secretário de bancos públicos do Sindicato dos Bancários e Financiários de Curitiba e Região.

Seguros

Os dirigentes da Anapar se mostraram preocupados com as recentes mudanças em torno dos seguros de vida baseadas no conteúdo das Resoluções 302, 303 e 317 da Superintendência de Seguros Privados (Susep). A Susep é o órgão do Ministério da Fazenda que regula o funcionamento dos Seguros e da Previdência Complementar Aberta. “Desde 1° de julho estão ocorrendo mudanças nos seguros que visam adequá-los ao código de defesa do consumidor. Os participantes devem estar atentos ao conteúdo das renovações de apólice tendo em vista estas novas regras”, afirma José Altair Monteiro Sampaio, Conselheiro Deliberativo – Suplente da Anapar e secretário de Imprensa e Comunicação da FETEC-CUT-PR.

Pecúlios

O tema Pecúlios foi apresentado por Rogério Canali, superintendente da ELOS (Fundo de Pensão dos trabalhadores na Eletrosul). Uma alternativa à contratação de seguro de vida em grupo é a formação de pecúlios, a exemplo do que acontece na Fundação Copel e na Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), bem como em um dos planos de benefícios da Fundação Itaubanco, no caso específico do plano de benefícios dos funcionários do antigo Bemge (Banco do Estado de Minas Gerais).

Saúde

Os temas Custos em saúde e Planos de Saúde foram apresentados por Norberto Dadalt, negociador da Federação das Unimed de Santa Catarina e José Anastácio Fernandes, gerente de saúde da Elos. Em relação aos planos de saúde, os dirigentes da Anapar discutiram a importância dos participantes dos planos de saúde estarem vigilantes, checando exatamente se os procedimentos médicos aos quais foram submetidos são verdadeiramente os que estão sendo cobrados. Este intento visa reduzir os custos dos planos. No caso de planos autogestionados, a presença do participante é de suma importância na adequação da gestão.

“A participação dos usuários é fundamental para melhorias nos planos de saúde”, disse José Altair Monteiro Sampaio, que participa do plano autogestionado PASS-Saúde (plano destinado a atender uma parcela dos trabalhadores no grupo Itaú – oriundos do Banestado). “Esta presença se dá pela ampliação de eleições dos representantes de usuários na gestão dos planos”, continua. “Em um dos planos montados sob a autogestão na Fundação Pampulha, para atender outra parcela dos trabalhadores no grupo Itaú, já elegemos alguns membros do Conselho Fiscal, e isto tem se revelado muito positivo”, concluiu.

Já aos gestores dos planos, cabe atenção em relação aos custos dos planos de saúde, especialmente no sentido de buscar uma redução nas despesas com aquisição de materiais empregados em cirurgias. “A complexidade dos altos custos dos tratamento médicos requer uma gestão muito criteriosa para que os custos sejam racionalizados, o que exige um gerenciamento eficaz por parte dos planos de saúde”, afirmou Gilberto Reck, que é participante de outro plano autogestionário, a CASSI, plano que atende os trabalhadores do Banco do Brasil.

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Integrantes da Anapar Regional Sul discutem mudanças nos seguros de vida

Os dirigentes e associados da Anapar – Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão, estiveram reunidos na última sexta-feira (21 de julho) em Florianópolis/SC, no evento “Jornada de trabalho sobre Seguros de Vida, Pecúlios e Saúde”, com objetivo de troca de conhecimentos sobre estes temas. “Foi uma reunião organizada com muita objetividade em que tratamos das adaptações dos seguros ao novo Código Civil, o conceito de pecúlio, como mais um benefício dos fundos de pensão e o gerencimento dos planos de saúde”, resumiu Gilberto Reck, associado da Anapar e secretário de bancos públicos do Sindicato dos Bancários e Financiários de Curitiba e Região.
Seguros
Os dirigentes da Anapar se mostraram preocupados com as recentes mudanças em torno dos seguros de vida baseadas no conteúdo das Resoluções 302, 303 e 317 da Superintendência de Seguros Privados (Susep). A Susep é o órgão do Ministério da Fazenda que regula o funcionamento dos Seguros e da Previdência Complementar Aberta. “Desde 1° de julho estão ocorrendo mudanças nos seguros que visam adequá-los ao código de defesa do consumidor. Os participantes devem estar atentos ao conteúdo das renovações de apólice tendo em vista estas novas regras”, afirma José Altair Monteiro Sampaio, Conselheiro Deliberativo – Suplente da Anapar e secretário de Imprensa e Comunicação da FETEC-CUT-PR.
Pecúlios
O tema Pecúlios foi apresentado por Rogério Canali, superintendente da ELOS (Fundo de Pensão dos trabalhadores na Eletrosul). Uma alternativa à contratação de seguro de vida em grupo é a formação de pecúlios, a exemplo do que acontece na Fundação Copel e na Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), bem como em um dos planos de benefícios da Fundação Itaubanco, no caso específico do plano de benefícios dos funcionários do antigo Bemge (Banco do Estado de Minas Gerais).
Saúde
Os temas Custos em saúde e Planos de Saúde foram apresentados por Norberto Dadalt, negociador da Federação das Unimed de Santa Catarina e José Anastácio Fernandes, gerente de saúde da Elos. Em relação aos planos de saúde, os dirigentes da Anapar discutiram a importância dos participantes dos planos de saúde estarem vigilantes, checando exatamente se os procedimentos médicos aos quais foram submetidos são verdadeiramente os que estão sendo cobrados. Este intento visa reduzir os custos dos planos. No caso de planos autogestionados, a presença do participante é de suma importância na adequação da gestão.
“A participação dos usuários é fundamental para melhorias nos planos de saúde”, disse José Altair Monteiro Sampaio, que participa do plano autogestionado PASS-Saúde (plano destinado a atender uma parcela dos trabalhadores no grupo Itaú – oriundos do Banestado). “Esta presença se dá pela ampliação de eleições dos representantes de usuários na gestão dos planos”, continua. “Em um dos planos montados sob a autogestão na Fundação Pampulha, para atender outra parcela dos trabalhadores no grupo Itaú, já elegemos alguns membros do Conselho Fiscal, e isto tem se revelado muito positivo”, concluiu.
Já aos gestores dos planos, cabe atenção em relação aos custos dos planos de saúde, especialmente no sentido de buscar uma redução nas despesas com aquisição de materiais empregados em cirurgias. “A complexidade dos altos custos dos tratamento médicos requer uma gestão muito criteriosa para que os custos sejam racionalizados, o que exige um gerenciamento eficaz por parte dos planos de saúde”, afirmou Gilberto Reck, que é participante de outro plano autogestionário, a CASSI, plano que atende os trabalhadores do Banco do Brasil.

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