(São Paulo) A redução de meio ponto percentual no juro básico da economia brasileira em dezembro não teve impacto nas taxas cobradas pelos bancos das pessoas físicas para o uso do cheque especial. Pesquisa do Procon mostra que a taxa média do cheque especial manteve-se em 8,31% ao mês em janeiro, mesmo patamar verificado nos dois meses anteriores.
No último mês de 2005, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central reduziu o juro básico (Selic) de 18,5% para 18% ao ano. Foi a quarta redução consecutiva da taxa.
Entretanto, dos dez bancos consultados pelo Procon no dia 3 de janeiro, nenhum baixou o juro do cheque especial.
Para o Procon, esse comportamento “evidencia a cautela do mercado financeiro” em relação aos rumos da política monetária. “Depois de dois anos de significativa expansão do crédito para pessoa física, principalmente em decorrência do avanço do crédito consignado, há previsões de uma desaceleração em 2006”, avaliam os técnicos da fundação.
Já a taxa média mensal cobrada dos consumidores nas operações de empréstimo pessoal apontou ligeira queda de dezembro para janeiro. Passou de 5,44% para 5,42%.
O Procon alerta ainda que nesta época do ano, em que o orçamento está comprometido com impostos, taxas, matrículas escolares e despesas com material escolar, o consumidor deve priorizar o pagamento de dívidas e, se possível, utilizar o cheque especial somente em situações emergenciais e de curto prazo.
Fizeram parte da pesquisa os bancos HSBC, Banespa, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Santander, Nossa Caixa, Real e Unibanco.
Fonte: Folha Online
Notícias recentes
- Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período
- Contraf-CUT lamenta o falecimento do dirigente sindical Daniel Machado Gaio
- A reação de Lula à decisão do Senado de rejeitar Messias para o STF
- Após estratégias para reduzir os preços da gasolina e do diesel, governo Lula lança pacote para subsidiar o gás de cozinha
- Brasil ultrapassa EUA pela 1ª vez em ranking de liberdade de imprensa
Comentários
Por Mhais• 10 de janeiro de 2006• 13:09• Sem categoria
Juro do cheque se mantém apesar da queda da Selic
(São Paulo) A redução de meio ponto percentual no juro básico da economia brasileira em dezembro não teve impacto nas taxas cobradas pelos bancos das pessoas físicas para o uso do cheque especial. Pesquisa do Procon mostra que a taxa média do cheque especial manteve-se em 8,31% ao mês em janeiro, mesmo patamar verificado nos dois meses anteriores.
No último mês de 2005, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central reduziu o juro básico (Selic) de 18,5% para 18% ao ano. Foi a quarta redução consecutiva da taxa.
Entretanto, dos dez bancos consultados pelo Procon no dia 3 de janeiro, nenhum baixou o juro do cheque especial.
Para o Procon, esse comportamento “evidencia a cautela do mercado financeiro” em relação aos rumos da política monetária. “Depois de dois anos de significativa expansão do crédito para pessoa física, principalmente em decorrência do avanço do crédito consignado, há previsões de uma desaceleração em 2006”, avaliam os técnicos da fundação.
Já a taxa média mensal cobrada dos consumidores nas operações de empréstimo pessoal apontou ligeira queda de dezembro para janeiro. Passou de 5,44% para 5,42%.
O Procon alerta ainda que nesta época do ano, em que o orçamento está comprometido com impostos, taxas, matrículas escolares e despesas com material escolar, o consumidor deve priorizar o pagamento de dívidas e, se possível, utilizar o cheque especial somente em situações emergenciais e de curto prazo.
Fizeram parte da pesquisa os bancos HSBC, Banespa, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Santander, Nossa Caixa, Real e Unibanco.
Fonte: Folha Online
Deixe um comentário