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Lucro do Banco do Brasil cresce 56,7%

(São Paulo) O Banco do Brasil acaba de divulgar o lucro do primeiro trimestre deste ano e, como era de se esperar, houve um incremento de 56,7% sobre o resultado do mesmo período de 2004. O lucro líquido do BB foi de R$ 965 milhões, o que corresponde a um retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado de 29,3% e a um lucro por ação igual a R$ 1,21.

Para o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários, Marcel Barros, o resultado mostra que a empresa tem todas as condições de resolver os problemas estruturais que tanto afetam o funcionalismo. “Este lucro é fruto do trabalho dos próprios bancários, que ironicamente sofrem com problemas simples de serem resolvidos, mas que a diretoria se esquiva de solucioná-los”, comentou.

Marcel citou as recentes negociações para reduzir a Parcela Previ, que o banco vem se esquivando. “Nós já mostramos de onde tirar o dinheiro para a redução. Agora com a divulgação do resultado trimestral, fica feio para a direção alegar falta de recursos para resolver esta e outras questões tão caras para o funcionalismo, como a construção de um novo Plano de Cargos e Salários e de Cargos Comissionados e o cumprimento do estatuto da Cassi com o pagamento dos 4,5% para os novos funcionários”, enumerou.

Segundo dados divulgados pelo banco, o patrimônio líquido do BB atingiu R$ 14,9 bilhões, um crescimento de 17,7% em relação ao mesmo período de 2004. Ao final do primeiro trimestre, a carteira de crédito do BB somava R$ 93,3 bilhões, um aumento de 17,1% sobre o primeiro trimestre do ano passado. Com esse desempenho, o BB consolidou a liderança na concessão de crédito no país, com 18,4% de participação do mercado.

Marcel ressalta, no entanto, que a prioridade do crédito é para a pessoa física, o que revela ainda o crescimento dos problemas para os bancários. “As metas também aumentam, assim como a pressão para os funcionários. A cada dia os funcionários do BB estão mais sobrecarregados de trabalho”, afirmou.

Outro problema apontado pelo sindicalista com a priorização do crédito à Pessoa Física é o crescimento da terceirização dos bancários. Segundo Marcel, boa parte deste crédito é concedido em lojas, supermercados e no comércio em geral. ““Isto quer dizer que o banco prefere investir no mercado de consumo ao invés de financiar a produção e, conseqüentemente, o desenvolvimento do país. Este não é o Banco do Brasil que queremos. Infelizmente o Banco do Brasil está completamente fora de foco”, lamentou.

Fonte: CNB – Fábio Jammal Makhoul

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Lucro do Banco do Brasil cresce 56,7%

(São Paulo) O Banco do Brasil acaba de divulgar o lucro do primeiro trimestre deste ano e, como era de se esperar, houve um incremento de 56,7% sobre o resultado do mesmo período de 2004. O lucro líquido do BB foi de R$ 965 milhões, o que corresponde a um retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado de 29,3% e a um lucro por ação igual a R$ 1,21.
Para o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários, Marcel Barros, o resultado mostra que a empresa tem todas as condições de resolver os problemas estruturais que tanto afetam o funcionalismo. “Este lucro é fruto do trabalho dos próprios bancários, que ironicamente sofrem com problemas simples de serem resolvidos, mas que a diretoria se esquiva de solucioná-los”, comentou.
Marcel citou as recentes negociações para reduzir a Parcela Previ, que o banco vem se esquivando. “Nós já mostramos de onde tirar o dinheiro para a redução. Agora com a divulgação do resultado trimestral, fica feio para a direção alegar falta de recursos para resolver esta e outras questões tão caras para o funcionalismo, como a construção de um novo Plano de Cargos e Salários e de Cargos Comissionados e o cumprimento do estatuto da Cassi com o pagamento dos 4,5% para os novos funcionários”, enumerou.
Segundo dados divulgados pelo banco, o patrimônio líquido do BB atingiu R$ 14,9 bilhões, um crescimento de 17,7% em relação ao mesmo período de 2004. Ao final do primeiro trimestre, a carteira de crédito do BB somava R$ 93,3 bilhões, um aumento de 17,1% sobre o primeiro trimestre do ano passado. Com esse desempenho, o BB consolidou a liderança na concessão de crédito no país, com 18,4% de participação do mercado.
Marcel ressalta, no entanto, que a prioridade do crédito é para a pessoa física, o que revela ainda o crescimento dos problemas para os bancários. “As metas também aumentam, assim como a pressão para os funcionários. A cada dia os funcionários do BB estão mais sobrecarregados de trabalho”, afirmou.
Outro problema apontado pelo sindicalista com a priorização do crédito à Pessoa Física é o crescimento da terceirização dos bancários. Segundo Marcel, boa parte deste crédito é concedido em lojas, supermercados e no comércio em geral. ““Isto quer dizer que o banco prefere investir no mercado de consumo ao invés de financiar a produção e, conseqüentemente, o desenvolvimento do país. Este não é o Banco do Brasil que queremos. Infelizmente o Banco do Brasil está completamente fora de foco”, lamentou.
Fonte: CNB – Fábio Jammal Makhoul

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