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Luiz Marinho debateu questões de ordem política com dirigentes cutistas

O ministro do Trabalho e Emprego e ex-presidente nacional da CUT, Luiz Marinho, esteve em Curitiba nesta quarta-feira (16) para cumprir compromissos governamentais.A primeira atividade de Marinho foi um café da manhã, no restaurante do Senac, com lideranças sindicais e empresariais.

Durante a coletiva de imprensa que precedeu o desjejum, o ministro afirmou que as reformas sindical e trabalhista virão para aperfeiçoar as relações de trabalho. “Os trabalhadores querem que o processo comece pela reforma sindical, já o empresariado quer a trabalhista primeiro. Faremos as reformas sobre a ótica de atualizar o sistema com a atualidade e não de retirar direitos.

A (reforma) sindical servirá para modernizar as relações de trabalho e diminuir a interferência do Poder Judiciário. A mesa de negociação entre representantes dos empresários e trabalhadores deve ser o principal instrumento regulador das relações trabalhistas”.

Debate na CUT-PR – Terminado o primeiro encontro, Marinho fez questão de fazer uma conversa com sindicalistas da CUT na sede estadual da entidade. Na oportunidade, os dirigentes debateram com o ministro questões de interesses específico de cada entidade e também de toda classe trabalhadora. Na primeira intervenção, o presidente da Central no Paraná, Roni Anderson Barbosa, disse que a prioridade dessa gestão é conhecer a realidade do Paraná e discutir políticas públicas que desenvolvam o Estado.

Já o vice-presidente da CUT-PR, Miguel Angel Alvarenga Baez, expôs a dificuldade do relacionamento das entidades dos servidores públicos com o Governo do Estado, inclusive com perseguições à sindicalistas. O ministro sugeriu que o momento é propício, em função das eleições, para os sindicatos do funcionalismo estadual se juntarem para marcar um encontro com o governador. “Assim poderiam tirar compromissos para as relações futuras. O que nós do Ministério se comprometemos a fazer é encaminhar Projetos de Emendas Constitucionais para garantir o direito de greve e da livre organização sindical”, afirmou.

O conselho de Marinho a todos dirigentes presentes foi de que o movimento sindical precisa intervir nas discussões de políticas públicas. “Todas as questões debatidas nessa reunião passam pelo orçamento. Precisamos que os sindicalistas dialoguem com os deputados federais para melhorar a distribuição dos recursos da união, assim o MTE poderá investir mais na qualificação pessoal de forma regional, tanto para a juventude, quanto aos veteranos”.

Infra-Estrutura – Durante o encontro com os sindicalistas da CUT, o ministro disse que lançou a idéia de usar parte dos recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para investimento em infra-estrutura com a finalidade de gerar novos postos de empregos e empreendimentos. Atualmente, parte dos recursos do FGTS são investidos em títulos de dívida pública.

Demais compromissos – Após a reunião na CUT-PR, o ministro almoçou com lideranças empresariais. À tarde, Marinho participou do lançamento do Plano Setorial de Qualificação em Software (Planseq), projeto realizado em parceria com um banco privado que vai capacitar 350 trabalhadores da região. Em contra-partida aos recursos investidos pelo Ministério, o banco lançou o Projeto de Inclusão de Pessoas com Deficiência, que também foi visitado pelo ministro na tarde desta quarta-feira. O Projeto tem como objetivo principal a qualificação profissional e integra a política de inclusão digital para o trabalho do MTE.

Por Davi Macedo. Notícia colhida no sítio www.cutpr.org.br.

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Luiz Marinho debateu questões de ordem política com dirigentes cutistas

O ministro do Trabalho e Emprego e ex-presidente nacional da CUT, Luiz Marinho, esteve em Curitiba nesta quarta-feira (16) para cumprir compromissos governamentais.A primeira atividade de Marinho foi um café da manhã, no restaurante do Senac, com lideranças sindicais e empresariais.
Durante a coletiva de imprensa que precedeu o desjejum, o ministro afirmou que as reformas sindical e trabalhista virão para aperfeiçoar as relações de trabalho. “Os trabalhadores querem que o processo comece pela reforma sindical, já o empresariado quer a trabalhista primeiro. Faremos as reformas sobre a ótica de atualizar o sistema com a atualidade e não de retirar direitos.
A (reforma) sindical servirá para modernizar as relações de trabalho e diminuir a interferência do Poder Judiciário. A mesa de negociação entre representantes dos empresários e trabalhadores deve ser o principal instrumento regulador das relações trabalhistas”.
Debate na CUT-PR – Terminado o primeiro encontro, Marinho fez questão de fazer uma conversa com sindicalistas da CUT na sede estadual da entidade. Na oportunidade, os dirigentes debateram com o ministro questões de interesses específico de cada entidade e também de toda classe trabalhadora. Na primeira intervenção, o presidente da Central no Paraná, Roni Anderson Barbosa, disse que a prioridade dessa gestão é conhecer a realidade do Paraná e discutir políticas públicas que desenvolvam o Estado.
Já o vice-presidente da CUT-PR, Miguel Angel Alvarenga Baez, expôs a dificuldade do relacionamento das entidades dos servidores públicos com o Governo do Estado, inclusive com perseguições à sindicalistas. O ministro sugeriu que o momento é propício, em função das eleições, para os sindicatos do funcionalismo estadual se juntarem para marcar um encontro com o governador. “Assim poderiam tirar compromissos para as relações futuras. O que nós do Ministério se comprometemos a fazer é encaminhar Projetos de Emendas Constitucionais para garantir o direito de greve e da livre organização sindical”, afirmou.
O conselho de Marinho a todos dirigentes presentes foi de que o movimento sindical precisa intervir nas discussões de políticas públicas. “Todas as questões debatidas nessa reunião passam pelo orçamento. Precisamos que os sindicalistas dialoguem com os deputados federais para melhorar a distribuição dos recursos da união, assim o MTE poderá investir mais na qualificação pessoal de forma regional, tanto para a juventude, quanto aos veteranos”.
Infra-Estrutura – Durante o encontro com os sindicalistas da CUT, o ministro disse que lançou a idéia de usar parte dos recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para investimento em infra-estrutura com a finalidade de gerar novos postos de empregos e empreendimentos. Atualmente, parte dos recursos do FGTS são investidos em títulos de dívida pública.
Demais compromissos – Após a reunião na CUT-PR, o ministro almoçou com lideranças empresariais. À tarde, Marinho participou do lançamento do Plano Setorial de Qualificação em Software (Planseq), projeto realizado em parceria com um banco privado que vai capacitar 350 trabalhadores da região. Em contra-partida aos recursos investidos pelo Ministério, o banco lançou o Projeto de Inclusão de Pessoas com Deficiência, que também foi visitado pelo ministro na tarde desta quarta-feira. O Projeto tem como objetivo principal a qualificação profissional e integra a política de inclusão digital para o trabalho do MTE.
Por Davi Macedo. Notícia colhida no sítio www.cutpr.org.br.

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