O Ministério Público informou que nos próximos 30 dias procuradores denunciarão à Justiça cerca de 200 nomes de pessoas físicas e jurídicas que participaram da remessa ilegal de divisas para o exterior através das contas CC-5 a partir de Foz do Iguaçu (PR).
Questionado sobre o controle do Ministério Público na identificação dos nomes, o procurador da República no Paraná, Carlos Fernando dos Santos Lima, garantiu ter total controle desse processo.
Em audiência na CPI mista, Lima disse também que o Ministério Público acompanha as investigações de evasão de dinheiro em Foz do Iguaçu desde abril de 1997, quando o então presidente do Banco Central, Gustavo Loyola, enviou a ele uma representação denunciando o transporte ilegal de remessas.
“Essa era a primeira peça de um quebra-cabeça que não sabíamos onde ia dar”, disse o procurador da República.
Lima afirmou que no início das investigações os procuradores perceberam que havia irregularidades na fiscalização das transportadoras de valores que levavam dinheiro para Ciudad de Leste, no Paraguai, pela ponte da Amizade. Segundo Lima, o esquema vinha sendo praticado desde 1996.
Com Agência Câmara
da Folha Online
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Por Mhais• 24 de julho de 2003• 17:55• Sem categoria
MINISTÉRIO PÚBLICO DIZ QUE VAI DENUNCIAR 200 NOMES NO CASO BANESTADO
O Ministério Público informou que nos próximos 30 dias procuradores denunciarão à Justiça cerca de 200 nomes de pessoas físicas e jurídicas que participaram da remessa ilegal de divisas para o exterior através das contas CC-5 a partir de Foz do Iguaçu (PR).
Questionado sobre o controle do Ministério Público na identificação dos nomes, o procurador da República no Paraná, Carlos Fernando dos Santos Lima, garantiu ter total controle desse processo.
Em audiência na CPI mista, Lima disse também que o Ministério Público acompanha as investigações de evasão de dinheiro em Foz do Iguaçu desde abril de 1997, quando o então presidente do Banco Central, Gustavo Loyola, enviou a ele uma representação denunciando o transporte ilegal de remessas.
“Essa era a primeira peça de um quebra-cabeça que não sabíamos onde ia dar”, disse o procurador da República.
Lima afirmou que no início das investigações os procuradores perceberam que havia irregularidades na fiscalização das transportadoras de valores que levavam dinheiro para Ciudad de Leste, no Paraguai, pela ponte da Amizade. Segundo Lima, o esquema vinha sendo praticado desde 1996.
Com Agência Câmara
da Folha Online
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