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Mobilização: CUT prepara marcha

(São Paulo) A CUT em parceria com outras centrais sindicais deve lançar, em agosto, a “Marcha pela Redução da Jornada sem Redução de Salário”, com objetivo de levar à sociedade a necessidade da geração de novos empregos. A decisão foi tomada na 11ª Plenária Nacional da CUT, realizada de 11 a 13 de maio, em São Paulo.

Para poder avaliar melhor a questão e dar sustentação à campanha, que iniciou em 2004, a CUT está realizando uma pesquisa em parceria com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos -DIEESE, sobre o excesso de horas-extras na vida dos trabalhadores. O objetivo é elaborar um diagnóstico que retrate os impactos na saúde, na vida e nas condições de trabalho. A proposta inicial da pesquisa será apresentada em junho pelo DIEESE e pelo coletivo jurídico da CUT.

Segundo o último levantamento do PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), realizada pela Fundação Seade (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados) o número de desempregados na região metropolitana de São Paulo, atingiu a 1, 7 milhão de pessoas no mês de março, o que nos dá uma dimensão do problema.

Para tentar reverter o quadro, a CUT chamou outras centrais sindicais para fortalecer a campanha. O eixo básico é a inclusão social através da geração de emprego decente e com uma melhor distribuição de renda. Segundo a secretária de Políticas Sindicais da CUT, Rosane da Silva, a campanha faz parte de uma das bandeiras histórias da entidade, que luta pela redução de 44 horas semanais para 40.

“Com esta diminuição de horas trabalhadas poderíamos abrir espaço para criação de cerca de 1.800.000 novos postos. As empresas também seriam beneficiadas porque teriam um aumento de 1,99% no custo total, em curto prazo”, enfatizou Rosane.

Para o presidente da CUT Paraná, Roni Anderson Barbosa, a atividade já está na pauta de reivindicações. “Esta campanha é fundamental para a geração de emprego, além de proporcionar mais tempo para qualificação do trabalhador que poderá se aprimorar em sua função. Já agendamos dez visitas para comunicar a importância da marcha para as sedes regionais”, concluiu.

Já para o presidente da CUT Rio Grande do Sul, Quintino Severo, a iniciativa pauta questões importantes em nível nacional e regional. “Já que a maioria dos acordos coletivos que são fechados no estado prevêem melhorias no que diz respeito à saúde do trabalhador, reduzir a jornada e gerar emprego é melhorar a condição de saúde, devido ao número excessivo de horas trabalhadas”, lembrou.

O presidente da CUT Goiás, Ailton Gilberto Costa, acredita que estimular o debate nos sindicatos sensibilizará os trabalhadores para a questão que, muitas vezes, passa desapercebido devido à necessidade de repor a renda mensal”, finalizou.

Fonte: Ana Paula Carrion – CUT

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Mobilização: CUT prepara marcha

(São Paulo) A CUT em parceria com outras centrais sindicais deve lançar, em agosto, a “Marcha pela Redução da Jornada sem Redução de Salário”, com objetivo de levar à sociedade a necessidade da geração de novos empregos. A decisão foi tomada na 11ª Plenária Nacional da CUT, realizada de 11 a 13 de maio, em São Paulo.
Para poder avaliar melhor a questão e dar sustentação à campanha, que iniciou em 2004, a CUT está realizando uma pesquisa em parceria com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos -DIEESE, sobre o excesso de horas-extras na vida dos trabalhadores. O objetivo é elaborar um diagnóstico que retrate os impactos na saúde, na vida e nas condições de trabalho. A proposta inicial da pesquisa será apresentada em junho pelo DIEESE e pelo coletivo jurídico da CUT.
Segundo o último levantamento do PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), realizada pela Fundação Seade (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados) o número de desempregados na região metropolitana de São Paulo, atingiu a 1, 7 milhão de pessoas no mês de março, o que nos dá uma dimensão do problema.
Para tentar reverter o quadro, a CUT chamou outras centrais sindicais para fortalecer a campanha. O eixo básico é a inclusão social através da geração de emprego decente e com uma melhor distribuição de renda. Segundo a secretária de Políticas Sindicais da CUT, Rosane da Silva, a campanha faz parte de uma das bandeiras histórias da entidade, que luta pela redução de 44 horas semanais para 40.
“Com esta diminuição de horas trabalhadas poderíamos abrir espaço para criação de cerca de 1.800.000 novos postos. As empresas também seriam beneficiadas porque teriam um aumento de 1,99% no custo total, em curto prazo”, enfatizou Rosane.
Para o presidente da CUT Paraná, Roni Anderson Barbosa, a atividade já está na pauta de reivindicações. “Esta campanha é fundamental para a geração de emprego, além de proporcionar mais tempo para qualificação do trabalhador que poderá se aprimorar em sua função. Já agendamos dez visitas para comunicar a importância da marcha para as sedes regionais”, concluiu.
Já para o presidente da CUT Rio Grande do Sul, Quintino Severo, a iniciativa pauta questões importantes em nível nacional e regional. “Já que a maioria dos acordos coletivos que são fechados no estado prevêem melhorias no que diz respeito à saúde do trabalhador, reduzir a jornada e gerar emprego é melhorar a condição de saúde, devido ao número excessivo de horas trabalhadas”, lembrou.
O presidente da CUT Goiás, Ailton Gilberto Costa, acredita que estimular o debate nos sindicatos sensibilizará os trabalhadores para a questão que, muitas vezes, passa desapercebido devido à necessidade de repor a renda mensal”, finalizou.
Fonte: Ana Paula Carrion – CUT

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