O ano de 2007 será marcado por uma ampla agenda política, sindical e feminista, organizada pelas comissões de Mulheres das Fetags e da Contag. No dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, as trabalhadoras rurais irão para as ruas lutar contra a fome, a pobreza e a violência sexista. Pretendemos ampliar o debate de construção de um mundo melhor, mais justo e mais solidário, que articula campo e cidade.
Defendemos o desenvolvimento rural sustentável e humano, com autonomia, autodeterminação e soberania dos países da América Latina, com respeito aos direitos das mulheres. Além disso, reivindicamos a implementação de políticas que assegurem a soberania e a segurança alimentar e nutricional; e reafirmamos que a reforma agrária e a agricultura familiar são as alternativas viáveis contra a pobreza, a fome e a desigualdade que atingem mulheres e homens do campo.
Todas as formas de discriminação, preconceito e violência contra as mulheres ocupam lugar de destaque na pauta de discussões das mulheres do campo. É preciso que o Estado e os gestores públicos criem as condições necessárias para a implementação da Lei Maria da Penha.
Reafirmamos a luta dos diversos movimentos sociais e sindical pela política de valorização do salário mínimo, fundamental para que o País cresça com distribuição justa de renda. Vamos pautar em nossas discussões o papel da educação como alternativa para transformar as relações de gênero no campo, e a necessidade de organização de lutas em defesa da saúde pública, com a construção e implementação de uma política de saúde das populações do campo e da floresta.
Essa mobilização na base é um aspecto importante do processo de construção da Marcha das Margaridas 2007, que ocorre em agosto. Fortalece a organização das mulheres, cria novos espaços de reflexão, debate e proposição e articula alianças com outros setores da sociedade, em especial o Movimento de Mulheres/Feminista, CUTs, Igrejas, Partidos, entre outros.
Por Carmem Helena Ferreira Foro, que é Coordenadora da Comissão Nacional de Mulheres Trabalhadoras Rurais da Contag e vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
ARTIGO COLHIDO NO SÍTIO www.cut.org.br.
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Por Mhais• 8 de março de 2007• 19:20• Sem categoria
Mobilização das trabalhadoras rurais por um mundo melhor
O ano de 2007 será marcado por uma ampla agenda política, sindical e feminista, organizada pelas comissões de Mulheres das Fetags e da Contag. No dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, as trabalhadoras rurais irão para as ruas lutar contra a fome, a pobreza e a violência sexista. Pretendemos ampliar o debate de construção de um mundo melhor, mais justo e mais solidário, que articula campo e cidade.
Defendemos o desenvolvimento rural sustentável e humano, com autonomia, autodeterminação e soberania dos países da América Latina, com respeito aos direitos das mulheres. Além disso, reivindicamos a implementação de políticas que assegurem a soberania e a segurança alimentar e nutricional; e reafirmamos que a reforma agrária e a agricultura familiar são as alternativas viáveis contra a pobreza, a fome e a desigualdade que atingem mulheres e homens do campo.
Todas as formas de discriminação, preconceito e violência contra as mulheres ocupam lugar de destaque na pauta de discussões das mulheres do campo. É preciso que o Estado e os gestores públicos criem as condições necessárias para a implementação da Lei Maria da Penha.
Reafirmamos a luta dos diversos movimentos sociais e sindical pela política de valorização do salário mínimo, fundamental para que o País cresça com distribuição justa de renda. Vamos pautar em nossas discussões o papel da educação como alternativa para transformar as relações de gênero no campo, e a necessidade de organização de lutas em defesa da saúde pública, com a construção e implementação de uma política de saúde das populações do campo e da floresta.
Essa mobilização na base é um aspecto importante do processo de construção da Marcha das Margaridas 2007, que ocorre em agosto. Fortalece a organização das mulheres, cria novos espaços de reflexão, debate e proposição e articula alianças com outros setores da sociedade, em especial o Movimento de Mulheres/Feminista, CUTs, Igrejas, Partidos, entre outros.
Por Carmem Helena Ferreira Foro, que é Coordenadora da Comissão Nacional de Mulheres Trabalhadoras Rurais da Contag e vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
ARTIGO COLHIDO NO SÍTIO www.cut.org.br.
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