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Mulheres discutem Promoção da diversidade e igualdade

Hoje acontece o Encontro de Mulheres em São Paulo, com a presença da secretária especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéia Freire. A promoção da diversidade já faz parte da mesa de negociações com os banqueiros. Eliane Maria dos Santos, representante do Paraná na Comissão de Mulheres da CNB, afirma que apesar de algumas conquistas, existem muitas desiguldades a serem combatidas. “É preciso continuar lutando para mudar este cenário de muita discriminação, que infelizmente não se restrige ao segmento bancário”, completa Eliana.

Uma ação inédita do Ministério Público do Trabalho foi instaurada no início deste ano para combater a discriminação de gênero e raça no mercado de trabalho brasileiro. Em uma investigação sobre o quadro de pessoal dos cinco maiores bancos privados do Distrito Federal foram constatadas inúmeras desigualdades.

Os dados fornecidos pelas instituições financeiras foram comparados com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Ministério do Trabalho. Em um dos bancos, a relação apresentada foi de 339 homens para 272 mulheres, o que significa que as mulheres ocupam apenas 44,7% dos postos de trabalho. Quanto ao salário médio das mulheres, equivale a 75% do que ganham os homens. Além disso, eles ocupam 61% dos cargos de chefia. Já na relação entre negros e brancos, apenas 10% dos empregados são negros.

Por 11:03 Notícias

Mulheres discutem Promoção da diversidade e igualdade

Hoje acontece o Encontro de Mulheres em São Paulo, com a presença da secretária especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéia Freire. A promoção da diversidade já faz parte da mesa de negociações com os banqueiros. Eliane Maria dos Santos, representante do Paraná na Comissão de Mulheres da CNB, afirma que apesar de algumas conquistas, existem muitas desiguldades a serem combatidas. “É preciso continuar lutando para mudar este cenário de muita discriminação, que infelizmente não se restrige ao segmento bancário”, completa Eliana.
Uma ação inédita do Ministério Público do Trabalho foi instaurada no início deste ano para combater a discriminação de gênero e raça no mercado de trabalho brasileiro. Em uma investigação sobre o quadro de pessoal dos cinco maiores bancos privados do Distrito Federal foram constatadas inúmeras desigualdades.
Os dados fornecidos pelas instituições financeiras foram comparados com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Ministério do Trabalho. Em um dos bancos, a relação apresentada foi de 339 homens para 272 mulheres, o que significa que as mulheres ocupam apenas 44,7% dos postos de trabalho. Quanto ao salário médio das mulheres, equivale a 75% do que ganham os homens. Além disso, eles ocupam 61% dos cargos de chefia. Já na relação entre negros e brancos, apenas 10% dos empregados são negros.

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