(São Paulo) A rodada de negociação de ontem com o Banco do Brasil não resultou em nenhum avanço sequer. “Seria melhor nem ter feito o encontro, pois o BB não estava com vontade nenhuma de negociar. Não recebemos qualquer resposta quanto às reivindicações específicas e saímos da reunião do mesmo jeito que entramos”, explicou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários.
O dirigente disse que o único compromisso assumido pelo banco foi a garantia de que cumprirá o pré-acordo e a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) no formato da Fenaban. “Só que este compromisso o banco já havia assumido. Foi pura enrolação a rodada de hoje”, afirmou Marcel.
Bancários e banqueiros agendaram mais duas rodadas de negociações: uma na próxima sexta-feira e a outra na segunda. “O banco garantiu que responderá às nossas reivindicações específicas no próximo encontro. Mas a julgar pelas negociações de hoje, corremos o risco de não ter nenhuma novidade na sexta”, disse. Marcel afirmou, no entanto, que se as negociações não avançarem, o Banco do Brasil corre o risco de ficar isolado e enfrentar uma greve sozinho.
Fonte: Fábio Jammal Makhoul – CNB/CUT
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Por Mhais• 9 de setembro de 2004• 09:49• Sem categoria
Negociações com o Banco do Brasil não avançam em nada
(São Paulo) A rodada de negociação de ontem com o Banco do Brasil não resultou em nenhum avanço sequer. “Seria melhor nem ter feito o encontro, pois o BB não estava com vontade nenhuma de negociar. Não recebemos qualquer resposta quanto às reivindicações específicas e saímos da reunião do mesmo jeito que entramos”, explicou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários.
O dirigente disse que o único compromisso assumido pelo banco foi a garantia de que cumprirá o pré-acordo e a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) no formato da Fenaban. “Só que este compromisso o banco já havia assumido. Foi pura enrolação a rodada de hoje”, afirmou Marcel.
Bancários e banqueiros agendaram mais duas rodadas de negociações: uma na próxima sexta-feira e a outra na segunda. “O banco garantiu que responderá às nossas reivindicações específicas no próximo encontro. Mas a julgar pelas negociações de hoje, corremos o risco de não ter nenhuma novidade na sexta”, disse. Marcel afirmou, no entanto, que se as negociações não avançarem, o Banco do Brasil corre o risco de ficar isolado e enfrentar uma greve sozinho.
Fonte: Fábio Jammal Makhoul – CNB/CUT
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