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O 17 de abril será lembrado como um dia de protestos contra um banco completamente sem palavra

Bancários fecham seis agências do HSBC

As agências do banco foram fechadas como forma de protesto. O HSBC realizou na quinta-feira (12) cerca de 393 demissões em todo o país.

Os bancários de Curitiba fecharam, nesta terça (17), seis agências do banco HSBC. As agências Comendador Araújo, Marechal Deodoro, João Negrão, Água Verde, Centro Cívico e André de Barros, não tiveram expediente durante todo o dia. Os caixas eletrônicos também ficaram fechados, exceto na agência Centro Cívico.

A paralisação foi uma resposta às demissões que o banco realizou na última quinta-feira (12). O Sindicato dos Bancários de Curitiba contabilizou 33 demissões na semana passada. No Paraná são cerca de 100 demissões e no Brasil, 393. “Somadas a outras 52 demissões realizadas no primeiro trimestre deste ano, são 85 demissões só em Curitiba”, afirma Marisa Stedile.

“As atitudes do corpo diretivo do HSBC demonstram que eles apenas estão preocupados com a imagem do banco e não com seus funcionários e clientes”, lamenta Marisa Stedile, presidente do Sindicato dos Bancários. “As demissões foram um golpe nos bancários que temem novas dispensas. Não há como acreditar na palavra do banco depois desta traição”. Marisa Stedile se refere à reunião realizada em 4 de abril, entre representantes dos funcionários e do banco. No encontro, o HSBC assegurou que não haveria demissões. O banco fechou 30 Centros de Serviços em todo o país e afirmou que os 1068 funcionários que atuavam nestes locais de trabalho seriam realocados para as agências. O banco preservou estes bancários, que recebem salários mais baixos e demitiu outros funcionários que atuavam nas agências e eram funcionários de carreira, especialmente gerentes de aquisição.

“Em 2006, o HSBC teve o maior lucro de sua história de dez anos no Brasil. Um banco que lucra como o HSBC não tem a necessidade de enxugar o quadro de funcionários desta forma e com isso prejudicar diretamente o atendimento aos seus clientes”.

Clientes procuraram outras agências

Acostumados com as paralisações em época de Campanha Salarial, os clientes do banco HSBC foram surpreendidos com o fechamento das agências da capital. Entretanto, a maioria dos clientes apoiou o movimento ao tomar conhecimento da atitude do banco. Orientados pelos dirigentes sindicais, os clientes procuraram outras agências e caixas eletrônicos para realizar suas operações bancárias.

Por meio de panfletos e faixas, os bancários afirmaram que para assegurar um atendimento de qualidade aos clientes é imprescindível que o banco realize novas contratações. Ao contrário, o HSBC que procura ser “uma das melhores empresas do país para trabalhar” está demitindo seus funcionários. “Qualidade no atendimento não é compatível com demissões e sobrecarga trabalho”, salienta Carlos Kanak, membro da Comissão de Organização dos Empregados/HSBC e diretor do Sindicato. “As demissões prejudicam aos clientes e bancários”.

Por Patrícia Meyer.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br.
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No interior do Paraná, também ocorreram paralisações na base sindical de Apucarana, onde a agência da cidade teve suas atividades paralisadas, além da distribuição de uma carta aberta à população explicando o que vem acontecendo no banco inglês.

Na região de Cornélio Procópio, três agências (nas cidades de Bandeirantes, Cornélio Procópio e Santa Mariana) tiveram as suas atividades paralisadas durante todo dia.

Já em Londrina, o movimento sindical paranaense fechou quatro agências, a saber, Agência Centro, Lago Parque, Mister Thomas e Shangrilá. O sindicato local tem como um de seus lemas na defesa dos trabalhadores, o “Demitiu, Parou”. Assim, quando ocorre uma demissão em qualquer banco, imediatamente o sindicato paralisa as atividades naquela unidade demissora.

E nas demais bases sindicais cutistas, em Arapoti, Campo Mourão, Guarapuava, Paranavaí, Toledo e Umuarama e suas respectivas regiões, as atividades foram marcadas pela distribuição de cartas abertas, informando às populações locais a atual prática do banco HSBC.
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Em protesto contra demissões, Seeb Brasília fecha as duas maiores agências do HSBC de Brasília

O Sindicato dos Bancários de Brasília paralisou nesta terça-feira 17 por três horas, das 9h ao meio dia, o atendimento das agências mais movimentadas do HSBC em Brasília: Centro Brasília (502 Sul) e Lago Sul. A manifestação nas unidades do banco faz parte do Dia Nacional de Lutas para protestar contra as quase 400 demissões promovidas pela instituição financeira na semana passada em todo o país, após uma reestruturação da área de aquisição de contas.

Durante toda a semana, atividades pelo país inteiro serão realizadas pelos sindicatos, conforme decisão da reunião via chat com 42 dirigentes do HSBC do Brasil inteiro.

Nesta terça, o Sindicato distribuiu carta aberta aos clientes explicando os motivos das paralisações. “Os clientes estão solidários com os bancários, que em vez de serem reconhecidos pelo lucro recorde de R$ 946,7 milhões em 2006, 11% a mais que em 2005, são demitidos arbitrariamente”, destaca Paulo Frazão, diretor do Sindicato e empregado do HSBC.

Negociação

Com o objetivo de tentar reverter oito demissões no Distrito Federal, o Sindicato se reuniu na segunda-feira 16 com o gerente da Regional do HSBC, Ademir Corrêa. Na semana passada, após garantir que não havia nenhum processo de demissões em curso, o banco mandou embora quase 400 bancários no Brasil inteiro no último dia 12.

Representaram o Sindicato na reunião os diretores Paulo Frazão e Raimundo Dantas, ambos bancários do HSBC, e Rodrigo Britto. Pelo banco, participaram Ademir Corrêa, Willian Abraão, gerente de Área – Aquisição Centro-Norte, e Edimilson Vieira, consultor regional.

“Os bancários estão revoltados principalmente porque o banco garantiu que não haveria dispensas. O HSBC não honra nem a palavra dada e ainda trata com descaso os representantes dos seus funcionários ao assumir compromissos que descumpre em menos de uma semana”, disse Raimundo Dantas, diretor do Sindicato e empregado do banco.

Ao tentar justificar as demissões no DF, Ademir Corrêa garantiu que não haverá novos cortes em Brasília. “Os funcionários dispensados estavam com avaliações (3 e 4) abaixo da média e alguns com contrato de experiência. Os mais antigos e com possibilidade de melhorar o desempenho na empresa foram mantidos. O banco deu autonomia para demitir mais funcionários, mas preferimos utilizar os critérios desempenho e tempo de serviço”, afirmou.

Segundo dados do Banco Central, até o final de 2006, o HSBC ocupava a sexta posição no ranking de bancos considerando os depósitos em conta corrente, poupança e Certificados de Depósito Bancário (CDBs).

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.cut.org.br.
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Bancários do HSBC cruzam os braços contra demissões

Sindicato exige que as dispensas sejam revistas

São Paulo – Cerca de 200 trabalhadores em São Paulo fizeram uma paralisação nesta terça, 17, contra as mais de trezentas demissões ocorrida no HSBC em todo território nacional. O protesto atingiu sete agências Premier – na Avenida Paulista, na Rua Boa Vista e nas zonas Norte, Sul, Leste, Oeste além de Osasco.

O banco inglês completou 10 anos de atividades no Brasil e lucrou no ano passado mais de 900 milhões de reais, mas mesmo assim vem utilizando uma política perversa de dispensar trabalhadores.

A direção do HSBC alega que as demissões fazem parte de um processo de reestruturação na área de gerência de contas. O Sindicato constatou que as dispensas chegaram também à área operacional como caixa e tesouraria.

Os bancários já agendaram novos atos para os próximos dias para pressionar o banco a rever as dispensas “Há 10 anos o HSBC adquiriu o patrimônio Bamerindus e já lucrou quase um 1 bilhão, portanto falar em reestruturação com demissões de trabalhadores é inaceitável”, afirma o funcionário do banco e diretor do Sindicato Paulo Rogério Cavalcante Alves.

Por Carlos Fernandes.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.spbancarios.com.br.
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Bancários protestam contra demissões no HSBC

Sete agências do HSBC, situadas na capital paulista, permanecem fechadas nesta terça-feira em protesto contra as recentes demissões realizadas pelo banco. As paralisações atingem as unidades Premier, na Avenida Paulista e Rua Boa Vista, além de uma agência em cada região da cidade.

No Grande ABC, o protesto atingiu 11 agências com retardo de uma hora na abertura desta manhã, se somando às realizadas em São Paulo e em outros estados do país, como Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Em Guarulhos, também ocorreram paralisações em duas agências do banco de origem inglesa onde foram registradas demissões (Cumbica e Vila Galvão), além da agência central. A atividade começou às 8h e estendeu-se até às 11h.

Em Assis, foi retardada em uma hora a abertura da agência central do HSBC. Durante o protesto foram distribuídas cartas abertas aos clientes e afixados cartazes com os dizeres: “HSBC no Brasil e no mundo demitindo!” e “HSBC no Brasil e no mundo explorando vc!”. De acordo com o sindicato, a mobilização foi tranqüila com a presença da imprensa local.

Em Catanduva foi realizada manifestação na região central, logo no início da manhã, com denúncias sobre a falta de compromisso do HSBC. “Uma semana depois de garantir que não havia processo de demissões em curso, o banco mandou embora centenas de bancários no país e tudo indica que o número de dispensas pode ultrapassar a casa dos mil, num dos maiores movimentos de demissão em massa do HSBC, desde que chegou ao Brasil há dez anos”, alertou Roberto Vicentin, dirigente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região ao acrescentar “O HSBC nos deve respeito. Eles nos enganaram e isso não vamos admitir”.

As atividades integram o Dia Nacional de Luta dos Bancários do HSBC, conforme orientação da Comissão de Organização dos Empregados contra as demissões iniciadas na última quinta-feira, contabilizando até o momento cerca de 400 desligamentos.

A orientação da COE/HSBC é para que os protestos prossigam no decorrer de toda a semana, com manifestações e distribuição de carta aberta alertando aos clientes de que as demissões não são compatíveis com atendimento de qualidade e frisando a necessidade de se reverter os desligamentos, como forma de melhorar as condições de trabalho dos funcionários, bem como a prestação de serviços à população.

Por Lucimar Cruz Beraldo.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.fetecsp.org.br.

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