Segundo dados divulgados pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, em 1993, quando o Brasil tinha 655 mil empregados em bancos, cada bancário era responsável por 67 contas correntes. Em 2005, cada funcionário de agência bancária era responsável por 236 contas correntes.
No mesmo período, o lucro das 11 maiores instituições financeiras do país saltou de 1 bilhão para quase 24 bilhões. O lucro dos bancos foi alcançado graças à precarização do serviço bancário com as terceirizações, criação dos correspondentes bancários, fusões e demissões.
Proporcionalmente ao aumento do lucro dos bancos vieram as doenças ocupacionais e o aumento do assédio moral/psíquico para os trabalhadores e a instituição do mal atendimento nas agências.
O movimento sindical é contra a contratação de trabalhadores temporários, a realização de horas extras e todas as estratégias administrativas dos banqueiros que prejudicam os serviços prestados à população, expõem o sigilo bancário dos clientes e atingem sua segurança e a dos trabalhadores.
O que acaba com as filas, senhores patrões, é a contratação de mais bancários para as agências.
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Por Mhais• 8 de agosto de 2006• 09:23• Sem categoria
Pelo fim da precarização do serviço bancário
Segundo dados divulgados pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, em 1993, quando o Brasil tinha 655 mil empregados em bancos, cada bancário era responsável por 67 contas correntes. Em 2005, cada funcionário de agência bancária era responsável por 236 contas correntes.
No mesmo período, o lucro das 11 maiores instituições financeiras do país saltou de 1 bilhão para quase 24 bilhões. O lucro dos bancos foi alcançado graças à precarização do serviço bancário com as terceirizações, criação dos correspondentes bancários, fusões e demissões.
Proporcionalmente ao aumento do lucro dos bancos vieram as doenças ocupacionais e o aumento do assédio moral/psíquico para os trabalhadores e a instituição do mal atendimento nas agências.
O movimento sindical é contra a contratação de trabalhadores temporários, a realização de horas extras e todas as estratégias administrativas dos banqueiros que prejudicam os serviços prestados à população, expõem o sigilo bancário dos clientes e atingem sua segurança e a dos trabalhadores.
O que acaba com as filas, senhores patrões, é a contratação de mais bancários para as agências.
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