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Pendências de rodadas passadas continuam na CAIXA

(Brasília) A busca de solução para as pendências de negociações permanentes passadas, cuja reunião está agendada para o dia 30 de agosto, esteve na pauta da rodada de ontem entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e a Comissão de Negociação da empresa, ocorrida em Brasília.
O encontro desta quarta-feira, 24 de agosto, foi iniciado com a discussão de itens relacionados como pendentes pelo documento que a CEE/Caixa entregou à direção da Caixa em 10 de agosto, como no caso da reintegração de todos os demitidos pela RH 008, da reformulação do PCS e do PCC, da interligação dos sistemas corporativos ao Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon) e da negociação sobre o desconto das horas da greve de 2004.
RH 008 – No debate sobre a reintegração de todos os demitidos pela RH 008, a empresa informou que manterá contato com os empregados que já estejam trabalhando por força de liminar, conforme negociado anteriormente, para que – caso desejem – seja iniciado o processo de acordo judicial. Faz parte desse grupo um total de 65 empregados, incluindo aqueles que foram demitidos pelo normativo e se aposentaram posteriormente. A retomada da discussão dos demais casos deverá ser feita pelo GT RH 008, cuja reunião vai ocorrer em data ainda a ser definida. A CEE/Caixa, por outro lado, não abre mão de buscar uma solução definitiva para os casos de todos os empregados que foram demitidos com base na RH 008. E protestou veementemente contra a postura da empresa, que se nega a prosseguir discutindo casos de empregados com ações transitando em julgado, classificando essa atitude de retrocesso.
Sipon – A reunião de ontem não registrou qualquer avanço em relação ao processo de interligação dos sistemas corporativos ao Sipon. Apesar de já ter se passado um ano de negociações sobre o assunto, a Caixa alegou dificuldades tecnológicas para implantar mecanismos de bloqueio do Sipon e dos demais sistemas, de modo a possibilitar o fim das horas extras sistemáticas. Para efetivar as mudanças, a empresa solicitou novo prazo de seis meses a um ano. A CEE/Caixa protestou contra a falta de compromisso da Caixa e lamentou que questões já negociadas não recebam a prioridade adequada. Deixou claro ainda que o debate sobre o Sipon não se esgota com o processo de interligação dos sistemas.
PCS/PCC – A Comissão Executiva dos Empregados cobrou dos representantes da Caixa o reinício das discussões sobre PCS e PCC, tendo como meta imediata resolver situações pontuais de caixas flutuantes, avaliadores de penhor, técnicos sociais, tesoureiros e caixas de retaguarda, supervisor de fomento e supervisor de habitação. Foi solicitado ainda um levantamento acerca do PCS, com incidência de empregados por função. Em resposta, a Caixa propôs agendar reunião do GT PCS/PCC, ao que a CEE/Caixa apresentou contraproposta de debater o tema diretamente em mesa de negociação. Houve concordância quanto a isto e, em conseqüência, reunião foi agendada para o dia 31 de agosto, a partir das 9h, em Brasília.
No item sobre o desconto dos dias da greve, a proposta apresentada pela CEE/Caixa foi de estorno dos valores debitados, com abertura imediata de novo prazo de 60 dias para compensação. Para os bancários que não possuem saldo, a representação nacional dos empregados sugeriu proposta de conversão de Apips e de licença-prêmio, a partir do momento em que estes benefícios forem adquiridos. A empresa ficou de analisar a proposta, dando retorno em breve.
Para evitar que a direção da Caixa imponha uma dinâmica que protele a solução de questões específicas, a Comissão Executiva orienta que os empregados estejam engajados na luta geral da categoria bancária. Mobilização, inclusive, é a ferramenta mais adequada para assegurar que os itens negociados em mesa com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) sejam cumpridos pela empresa. Outra recomendação é para intensificar o processo de fiscalização nas unidades da Caixa em todo o país, exigindo dos órgãos do Ministério do Trabalho e do Emprego autuar a empresa em caso de irregularidades no registro do Sipon.
Calendário – O início das negociações específicas entre a Comissão Executiva dos Empregados e a Comissão de Negociação da empresa, referentes à campanha nacional dos bancários de 2005, está marcado para o dia 30 de agosto, em Brasília. Os debates vão ocorrer em torno da campanha salarial unificada deste ano e dos pontos aprovados pelo 21º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef), realizado dias 16 e 17 de julho, em São Paulo. O encontro com os representantes da empresa no dia 30 será a partir das 15h, enquanto na parte da manhã do mesmo dia (a partir das 10h) a CEE/Caixa estará reunida na sede da Fenae.
Fonte: Fenae Net

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Pendências de rodadas passadas continuam na CAIXA

(Brasília) A busca de solução para as pendências de negociações permanentes passadas, cuja reunião está agendada para o dia 30 de agosto, esteve na pauta da rodada de ontem entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e a Comissão de Negociação da empresa, ocorrida em Brasília.

O encontro desta quarta-feira, 24 de agosto, foi iniciado com a discussão de itens relacionados como pendentes pelo documento que a CEE/Caixa entregou à direção da Caixa em 10 de agosto, como no caso da reintegração de todos os demitidos pela RH 008, da reformulação do PCS e do PCC, da interligação dos sistemas corporativos ao Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon) e da negociação sobre o desconto das horas da greve de 2004.

RH 008 – No debate sobre a reintegração de todos os demitidos pela RH 008, a empresa informou que manterá contato com os empregados que já estejam trabalhando por força de liminar, conforme negociado anteriormente, para que – caso desejem – seja iniciado o processo de acordo judicial. Faz parte desse grupo um total de 65 empregados, incluindo aqueles que foram demitidos pelo normativo e se aposentaram posteriormente. A retomada da discussão dos demais casos deverá ser feita pelo GT RH 008, cuja reunião vai ocorrer em data ainda a ser definida. A CEE/Caixa, por outro lado, não abre mão de buscar uma solução definitiva para os casos de todos os empregados que foram demitidos com base na RH 008. E protestou veementemente contra a postura da empresa, que se nega a prosseguir discutindo casos de empregados com ações transitando em julgado, classificando essa atitude de retrocesso.

Sipon – A reunião de ontem não registrou qualquer avanço em relação ao processo de interligação dos sistemas corporativos ao Sipon. Apesar de já ter se passado um ano de negociações sobre o assunto, a Caixa alegou dificuldades tecnológicas para implantar mecanismos de bloqueio do Sipon e dos demais sistemas, de modo a possibilitar o fim das horas extras sistemáticas. Para efetivar as mudanças, a empresa solicitou novo prazo de seis meses a um ano. A CEE/Caixa protestou contra a falta de compromisso da Caixa e lamentou que questões já negociadas não recebam a prioridade adequada. Deixou claro ainda que o debate sobre o Sipon não se esgota com o processo de interligação dos sistemas.

PCS/PCC – A Comissão Executiva dos Empregados cobrou dos representantes da Caixa o reinício das discussões sobre PCS e PCC, tendo como meta imediata resolver situações pontuais de caixas flutuantes, avaliadores de penhor, técnicos sociais, tesoureiros e caixas de retaguarda, supervisor de fomento e supervisor de habitação. Foi solicitado ainda um levantamento acerca do PCS, com incidência de empregados por função. Em resposta, a Caixa propôs agendar reunião do GT PCS/PCC, ao que a CEE/Caixa apresentou contraproposta de debater o tema diretamente em mesa de negociação. Houve concordância quanto a isto e, em conseqüência, reunião foi agendada para o dia 31 de agosto, a partir das 9h, em Brasília.

No item sobre o desconto dos dias da greve, a proposta apresentada pela CEE/Caixa foi de estorno dos valores debitados, com abertura imediata de novo prazo de 60 dias para compensação. Para os bancários que não possuem saldo, a representação nacional dos empregados sugeriu proposta de conversão de Apips e de licença-prêmio, a partir do momento em que estes benefícios forem adquiridos. A empresa ficou de analisar a proposta, dando retorno em breve.

Para evitar que a direção da Caixa imponha uma dinâmica que protele a solução de questões específicas, a Comissão Executiva orienta que os empregados estejam engajados na luta geral da categoria bancária. Mobilização, inclusive, é a ferramenta mais adequada para assegurar que os itens negociados em mesa com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) sejam cumpridos pela empresa. Outra recomendação é para intensificar o processo de fiscalização nas unidades da Caixa em todo o país, exigindo dos órgãos do Ministério do Trabalho e do Emprego autuar a empresa em caso de irregularidades no registro do Sipon.

Calendário – O início das negociações específicas entre a Comissão Executiva dos Empregados e a Comissão de Negociação da empresa, referentes à campanha nacional dos bancários de 2005, está marcado para o dia 30 de agosto, em Brasília. Os debates vão ocorrer em torno da campanha salarial unificada deste ano e dos pontos aprovados pelo 21º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef), realizado dias 16 e 17 de julho, em São Paulo. O encontro com os representantes da empresa no dia 30 será a partir das 15h, enquanto na parte da manhã do mesmo dia (a partir das 10h) a CEE/Caixa estará reunida na sede da Fenae.

Fonte: Fenae Net

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