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Perguntas e Respostas sobre a Influenza A, atualizado em 11 de junho

MINISTÉRIO DA SAÚDE
Assessoria de Comunicação

1) Qual a diferença entre o nível 5 e o nível 6?

O que difere os níveis de alerta 5 e 6 é o aumento da extensão geográfica com casos confirmados de transmissão autóctone (local) sustentada. Ou seja, o nível foi elevado com base em critérios técnicos da Organização Mundial da Saúde (OMS), que prevê a transmissão do vírus em pelo menos um país em duas regiões distintas do mundo. A OMS divide seus países membros em seis regiões: África, Américas, Sudeste Asiático, Europa, Mediterrâneo Oriental e Pacífico Ocidental.

2) O que é uma pandemia de influenza?

Uma pandemia pode ocorrer quando surge um novo agente como, por exemplo um vírus, contra o qual a população não está imunizada – não há vacina pronta, nem o corpo das pessoas conhece o vírus. Assim, muitos são atingidos, resultando em uma epidemia que se espalha em diversos países. Fatores como o incremento do fluxo de pessoas entre países, a urbanização e o crescimento populacional contribuem para acelerar esse processo.

3) O que muda no Brasil com a elevação para o nível 6 de alerta de risco de uma pandemia de Influenza A / H1N1?

A mudança no nível de alerta pela a OMS não altera as medidas já adotadas pelo MS e que tem se mostrado eficazes na detecção, monitoramento e tratamento de casos identificados. Por isso, o Brasil manterá as ações adotadas pelas esferas de governo federal, estadual e municipal.

4) Como o Brasil se preparou para uma pandemia de Influenza A (H1N1)?

O Brasil está bem preparado para uma possível pandemia. Isso porque o governo brasileiro já havia começado a estruturar sua rede de vigilância para influenza há nove anos (em 2000). Por causa do enfrentamento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) entre 2002 e 2003 e a partir de então a ameaça de uma possível pandemia de gripe aviária, em 2003, o governo brasileiro constituiu um comitê técnico para a elaboração do plano de preparação brasileiro para o enfrentamento de uma pandemia de influenza e iniciou a preparação de unidades hospitalares de referência. Esse plano está pronto há mais de dois anos e começou a ser colocado em prática no momento em que o Brasil foi notificado pela OMS dos casos de Influenza A (H1N1), em 25 de abril passado. O Brasil conta com 54 centros de referência, em todo o Brasil, preparados para tratar possíveis doentes. Estas unidades se enquadram em parâmetros exigidos pela OMS para o atendimento à essa doença, com área livre para isolamento de contato, equipamentos de proteção individuais para acompanhamento, exames e tratamento dos casos. A estruturação da vigilância epidemiológica também teve um grande avanço na preparação para essas emergências, destacando-se a constituição da Rede CIEVS, que conta com 22 unidades em estados e capitais, com capacidade de detectar e responder rapidamente a essas emergências. Além disso, há 192 centros de vigilância epidemiológica hospitalar instalados em todo o País para notificar a ocorrência de casos graves de doenças respiratórias.

5) E que medidas o Brasil adotou? O que o governo brasileiro fez para enfrentar o aparecimento de casos de influenza?

Na mesma data em que foi declarada a Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional pela Organização Mundial de Saúde, dia 25 de abril, o governo brasileiro instituiu o Gabinete Permanente de Emergência de Saúde Pública para orientar ações de monitoramento e resposta à situação. O grupo é coordenado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e integrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e pelos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Relações Exteriores e Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

Todas as secretarias estaduais de saúde foram acionadas para intensificar o processo de monitoramento e detecção oportuna de casos suspeitos de doenças respiratórias agudas. O Ministério da Saúde ressalta que o país conta, desde 2005, com um Plano de Preparação para Enfrentamento de Pandemia de Influenza articulado com as secretarias estaduais e municipais de saúde.

Além disso, houve ações de comunicação, tais como:

– A população tem acesso pelo Disque Saúde (0800 61 1997) a esclarecimentos sobre a doença causada pelo vírus A (H1N1). Os profissionais da central telefônica receberam treinamento específico sobre o tema.

– Na televisão, foram veiculadas 53 inserções de lettering (comunicado em que uma voz narra um texto) em 8 emissoras de televisão, até o dia 30 de abril.

– Em veiculação VT Dr. Bactéria sobre as medidas de prevenção.
– Veiculação de spots do Dr. Bactéria nas principais rádios das capitais.

– Publicação de anúncios de esclarecimentos nos principais jornais do país.

– Produção e distribuição de panfletos trilíngue (português, inglês e espanhol) com as principais informações para viajantes. Até o momento 4,3 milhões de panfletos estão em distribuição em todos os aeroportos do país.

– A Infraero está veiculando avisos sonoros sobre os sintomas da doença e os procedimentos a serem adotados pelos passageiros em todos os aeroportos do país.

– As tripulações das aeronaves de voos internacionais estão instruídas a orientar os passageiros, ainda durante o voo, sobre sinais e sintomas da influenza suína.

– Os principais aeroportos do país estão reproduzindo informações sobre a Influenza causada pelo vírus A (H1N1) em seu sistema de televisão.

– Está sendo patrocinado um link no site de pesquisa Google. Ou seja, quem buscar informações sobre o tema terá como uma das primeiras opções de respostas a página do Ministério da Saúde.

– Confecção de 1 milhão de folder e 400 mil cartazes sobre medidas de prevenção contra gripe para população.

– O Ministério da Saúde disponibilizou um hotsite sobre a doença, com link no portal www.saude.gov.br.

6) O que fez a OMS tomar esta medida?

A decisão de elevar o nível de alerta foi tomada pela a OMS com base em critérios técnicos já estabelecidos. Neste caso, o critério foi a constatação de transmissão autóctone sustentada em país de mais de duas regiões do mundo.

7) O País está mesmo preparado para enfrentar uma pandemia?

O Brasil tomou todas as medidas preventivas a partir do momento em que recebeu a notificação de casos de Influenza A (H1N1) da OMS – ver as respostas às perguntas 3 e 4.

8) Quantos leitos estão disponíveis? E de quantos tratamentos o País dispõe?

O Brasil possui uma rede de hospitais de referência e recursos suficientes para a detecção e o tratamento da doença. Os aproximadamente 900 leitos reservados para o atendimento aos pacientes infectados pelo vírus Influenza A (H1N1) são suficientes, assim como os 12 mil tratamentos de utilização imediata que temos a nosso dispor e a matéria-prima para a produção de outros 9 milhões de tratamentos. Temos 9 mil kits para diagnóstico, quantidade também suficiente para todos os exames que estão sendo realizados.

9) E nos aeroportos, o esquema de prevenção será modificado?

Os aeroportos já adotam as medidas adequadas à situação de disseminação do vírus da nova gripe. Desde que o nível de alerta da OMS subiu de 4 para 5, a Anvisa já passou a monitorar todos os vôos internacionais que chegam ao Brasil. Em caso de identificação de casos suspeitos, o viajante é encaminhado ao posto da Anvisa no aeroporto para avaliação e direcionado a um hospital de referência, caso necessário. Os passageiros próximos recebem informações e são monitorados pelo serviço de saúde.

10 ) Qual a orientação para os viajantes?

Dentro do vôo: se apresentar algum sintoma durante o voo, o passageiro deve comunicar à tripulação para que o comandante da aeronave informe as autoridades de saúde em solo. Nesses casos, o passageiro com sintoma será recebido, no aeroporto de desembarque, por funcionários da ANVISA e pelo serviço médico do aeroporto. Caso seja necessário será encaminhado para Hospitais de Referência do respectivo estado, indicados pela Secretaria Estadual de Saúde.

Após chegar ao Brasil: se o passageiro apresentar algum sintoma depois de chegar ao país, quando estiver em casa, não deve tomar medicamentos por conta própria e deve procurar a unidade de saúde mais próxima e informar o roteiro de viagem ao profissional de saúde.

a) Aos viajantes que se destinam aos países afetados:
– Em relação ao uso de máscaras cirúrgicas descartáveis, durante toda a permanência nos países afetados, seguir rigorosamente as recomendações das autoridades sanitárias locais.
– Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável.
– Evitar locais com aglomeração de pessoas.
– Evitar o contato direto com pessoas doentes.
– Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
– Evitar tocar olhos, nariz ou boca.
– Lavar as mãos freqüentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar.
– Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar história de contato com doentes e roteiro de viagens recentes a esses países.
– Não usar medicamentos sem orientação médica.
Atenção! Todos os viajantes devem ficar atentos também às medidas preventivas recomendadas pelas autoridades nacionais das áreas afetadas.

b) Aos viajantes que estão voltando de viagens internacionais:
Viajantes procedentes de outros países, independente de ter ou não casos confirmados, que apresentarem alguns dos sintomas da doença até 10 dias após saírem dessas áreas afetadas devem:
– Procurar assistência médica na unidade de saúde mais próxima.
– Informar ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem.

11) Há alguma orientação sobre não viajar para países com maior número de casos?

Não há qualquer restrição de viagem para outros países. No entanto, os brasileiros que forem para o exterior, principalmente para os países com registro de casos de Influenza A (H1N1), devem ficar atentos às orientações das autoridades sanitárias locais.

12) Com a proximidade do inverno aumenta a possibilidade de crescimento da epidemia no país?

A mudança no clima torna as pessoas suscetíveis à infecção por quaisquer vírus respiratórios. No entanto, lembramos que, no caso do vírus Influenza A (H1N1), as pessoas com risco de ficar doente com o novo vírus Influenza são aquelas que vieram de países afetados ou tiveram contato com pessoa infetada. É importante que a população saiba que há no Brasil um sistema de vigilância intenso que tem permitido identificar os casos e monitorar possíveis contaminações entre as pessoas que tiveram contato direto com estes pacientes. Assim, de forma geral, o melhor caminho para todos é seguir as orientações gerais repassadas pelo Ministério da Saúde. Alguns dos exemplos de cuidados para a prevenção e controle de doenças de transmissão respiratória são:
– Lavar as mãos com água e sabão (depois de tossir ou espirrar; depois de usar o banheiro, antes de comer, antes de tocar os olhos, boca e nariz);
– evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies;
– usar lenço de papel descartável;
– proteger com lenços a boca e nariz ao tossir ou espirrar,
– orientar para que o doente evite sair de casa enquanto estiver em período de transmissão da doença (até 5 cinco dias após o início dos sintomas);
– evitar aglomerações e ambientes fechados (deve-se manter os ambientes ventilados);
– é importante que o ambiente doméstico seja arejado e receba a luz solar, pois estas medidas ajudam a eliminar os possíveis agentes das infecções respiratórias;
– restrição do ambiente de trabalho para evitar disseminação;
– hábitos saudáveis, como alimentação balanceada, ingestão de líquidos e atividade física.

13) Há razão para pânico ou intranqüilidade por parte da população?

Não há razão para pânico. O Brasil está preparado para o enfrentamento do vírus do Influenza A (H1N1). Existe um sistema de vigilância que tem atuado de forma eficaz em portos, aeroportos e nas zonas de fronteira terrestre. Além disso, há estrutura médica e hospitalar, além de medicamentos suficientes, para oferecer tratamento e assistência adequada a todos os que necessitarem.

14) A grande maioria dos casos de influenza A (H1N1) relatam sintomas leves. Isso significa que o Brasil vai reduzir a atenção aos casos?

De forma alguma. O trabalho realizado pelo Ministério da Saúde continua o mesmo. O rigor na vigilância e o preparo da rede assistencial em termos de diagnostico e tratamento se mantém os mesmos.

15) Como será recebido o cidadão que procurar a rede privada de saúde?

A pessoa que apresentar sintomas relacionados à influenza A (H1N1) e tiver tido contato com paciente com caso confirmado deve procurar uma unidade de saúde mais próxima, seja ela pública ou privada. No local, o profissional de saúde que o atender terá condições de fazer uma avaliação e, se considerar pertinente, encaminhar a pessoa para um hospital de referência público definido pela secretaria estadual de saúde, no qual paciente terá acesso a exames e ao tratamento, o que inclui medicamentos.

16) Qual a orientação para a população neste momento?

A população deve se manter tranqüila e observar as orientações do Ministério da Saúde, que se mantém vigilante e possui estrutura capaz de garantir diagnostico e tratamento a todos os casos de influenza A (H1N1). A rede de saúde está atenta e em condições de atender a todos que dela necessitarem.

17) O que é a influenza A / H1N1?

É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio de tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.

18) Quais os sintomas que definem um caso suspeito de influenza A (H1N1)?

Febre repentina, maior que 37,5°C, e tosse ou dor de garganta acompanhadas ou não de dores de cabeça, musculares, nas articulações ou dificuldade respiratória, em um período de até 10 dias após sair de país afetado pela Influenza A(H1N1)ou após ter contato próximo com uma pessoa com suspeita ou caso confirmado da doença.

Se você estiver nesta situação, procure assistência médica na unidade de saúde mais próxima e informe ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem ou histórico de contato com pessoas doentes.

Se você for viajar para país afetado pela Influenza A (H1N1)siga as orientações locais sobre o uso de máscara cirúrgica.

19) Em quanto tempo, a partir da transmissão, os sintomas aparecem?

Os sintomas podem iniciar no período de 3 a 7 dias após contato com esse novo subtipo do vírus e a transmissão ocorre principalmente em locais fechados.

20) Há uma vacina que possa proteger a população humana contra essa doença?

Não. Não existe vacina contra esse novo subtipo de vírus da influenza. Há pesquisas em andamento, mas não há previsão para o desenvolvimento desta vacina.

21) A vacina contra gripe comum protege contra a influenza A (H1N1)?

Não. A vacina contra gripe comum protege apenas contra gripe comum.

22) Há tratamento para Influenza A (H1N1) no Brasil?

Sim. Há um medicamento antiviral indicado pela OMS e disponível na rede pública de saúde que será usado apenas por recomendação médica, a partir de um protocolo definido pelo Ministério da Saúde. O remédio só faz efeito se for tomado até 48 horas a partir do início dos sintomas. ALERTA: Ninguém deve tomar o medicamento sem indicação médica. A automedicação pode mascarar sintomas, retardar o diagnóstico e até causar resistência ao vírus.

23) É seguro comer carne de porco e produtos derivados?

Sim. Embora o nome da doença remeta a suínos, não há evidências de que esse novo
subtipo de vírus tenha acometido porcos. Portanto, não há risco no contato e consumo de produtos de origem suína.

24) Quais ações de controle estão sendo feitas em navios?

Nas embarcações que chegam ao país, o comandante ou representante legal deve informar imediatamente à autoridade sanitária todos os casos que se encaixam na definição de suspeito para influenza A (H1N1). Nessa situação, as embarcações só recebem autorização para atracar após a inspeção sanitária a bordo, realizada em fundeio ou área designada.

25) Qual é tratamento dado aos resíduos sólidos de navios ou aeronaves?

Resíduos sólidos provenientes de aeronaves ou embarcações com casos suspeitos serão classificados como resíduos do tipo A, ou seja, potencialmente infectantes. O descarte desses resíduos passa por procedimentos de inativação microbiológica antes da destinação final.

26) Para quais casos é recomendado o uso de máscaras de proteção?

Os equipamentos de proteção individual, como máscaras, devem ser utilizados por pessoas que apresentam os sintomas e pelos profissionais envolvidos no seu atendimento e na inspeção dos meios de transporte nos quais eles se encontravam.

27) Existe algum controle de identificação e rastreamento de passageiros que chegam ao país?

Sim. Todo viajante procedente do exterior deve preencher a Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA) – declaração da Receita Federal do Brasil onde constam, entre outros, seus dados pessoais. A DBA fica disponível para as autoridades sanitárias, caso seja necessário rastrear passageiros que estiveram em determinado vôo.

O Ministério da Saúde reitera que todas as recomendações da OMS permanecem em consonância com as medidas já adotadas em nosso País, em especial aquelas referentes, até o momento, a aplicação do “Plano de preparação para enfrentamento da pandemia”, não restrição às viagens internacionais e a orientação para procura de atendimento médico para os viajantes procedentes das áreas afetadas que apresentem sintomatologia compatível com a Influenza A(H1N1).

Confira as várias organizações que divulgam informações sobre a influenza:

– MINISTÉRIO DA SAÚDE
Site: http://www.saude.gov.br / Influenza Suína – http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534 / Influenza Suína –

– MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO
Site: www.agricultura.gov.br

– AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
Site: www.anvisa.gov.br / Influenza Suína – http://www.anvisa.gov.br/hotsite/influenza/index.htm

– ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE
Site:www.opas.org.br/ Influenza Suína – http://www.opas.org.br/mostrant.cfm?codigodest=428

– ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE ANIMAL

Site: www.oie.int / Influenza Suína – http://www.oie.int/eng/press/en_090428.htm / Influenza Suína –

– ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA AGRICULTURA E ALIMENTAÇÃO
Site: www.fao.org / Influenza Suína – http://www.fao.org/news/story/en/item/13002/icode/

– ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE:
Site: www.who.org
Informações em inglês e espanhol.

– CENTRO DE DOENÇAS DOS ESTADOS UNIDOS
Dados e estatísticas sobre o surto em inglês..
Site: http://www.cdc.gov/swineflu/

– SITE ESPECIAL DO GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS SOBRE A INFLUENZA A (H1N1)
Site: http://www.pandemicflu.gov/
Informações em inglês e espanhol. e .

– ASSOCIATION OF HEALTH CARE JOURNALISTS
O guia sobre recursos para cobrir a gripe suína, pandemias e estados de prevenção contém alguns links, disponíveis apenas para membros, mas muitos outros acessíveis para todos os jornalistas. contém alguns links, disponíveis apenas para membros, mas muitos outros acessíveis para todos os jornalistas.
Site: http://www.healthjournalism.org/
A associação disponibiliza também um documento sobre gripe aviária e pandemias de influenza. (arquivo em PDF).
http://www.healthjournalism.org/uploads/flu-tipsheet.pdf

– POYNTER ONLINE
Site: www.poynter.org
Al Tompkins publica material explicativo sobre a doença e links para fatos-chave da gripe suína e conselhos para as pessoas (em espanhol), disponibilizados pelo Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos. e (em espanhol), disponibilizados pelo Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos.
Link para coluna de Tompkins: http://www.poynter.org/column.asp?id=2&aid=162536

– SOCIETY OF PROFESSIONAL JOURNALISTS
Site: http://www.spj.org/
A Caixa de Ferramentas para Jornalistas oferece uma lista de sites relacionados com o tema da saúde, além de outros recursos para repórteres (Informações em inglês) oferece uma lista de sites relacionados com o tema da saúde, além de outros recursos para repórteres (Informações em inglês)
Link: http://www.journaliststoolbox.org/archive/2009/04/flu-and-miscellaneous-medicalhealth-sites.html

– GOOGLE MAPS
Localiza as pessoas que contraíram o vírus H1N1.
Clique no Link: http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&hl=en&t=p&msa=0&msid=106484775090296685271.0004681a37b713f6b5950&ll=32.639375,-110.390625&spn=15.738151,25.488281&z=5

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.saude.gov.br.

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