Brasília (AF) – Agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal, que estavam em greve desde 9 de março, retornaram ontem ao trabalho.
Segundo o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Francisco Carlos Garisto, os serviços foram normalizados em todo o país.
De acordo com a Fenapef, a interrupção da greve foi pedida pelo presidente da Câmara, João Paulo (PT-SP), para que a retomada das negociações não seja prejudicada.
“Estamos fazendo isso em parceria com o Congresso. Temos ao menos 25 assinaturas de senadores e dezenas de deputados que pleiteiam a retomada das negociações”, afirmou Garisto.
” movimento está consciente de que estamos corretos em interromper a greve. Mudamos a tática da greve e isso não vai nos enfraquecer.”
Notícias recentes
- Contraf-CUT participa do 53º Congresso Nacional Bancário da Argentina e reforça solidariedade entre as categorias
- Podcast Estúdio CUT: os desafios de envelhecer no Brasil
- Fachin define André Mendonça como relator de pedido para investigar Flávio Bolsonaro no caso “Dark Horse”
- Governo anuncia medida contra bets ilegais e dá 24 horas para bloqueio de contas; entenda
- Bolsonaro soube e não impediu Michelle de fazer vídeo atacando Flávio
Comentários
Por Mhais• 14 de maio de 2004• 11:05• Sem categoria
PF RETOMA TRABALHO EM TODO O PAÍS APÓS 63 DIAS DE GREVE
Brasília (AF) – Agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal, que estavam em greve desde 9 de março, retornaram ontem ao trabalho.
Segundo o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Francisco Carlos Garisto, os serviços foram normalizados em todo o país.
De acordo com a Fenapef, a interrupção da greve foi pedida pelo presidente da Câmara, João Paulo (PT-SP), para que a retomada das negociações não seja prejudicada.
“Estamos fazendo isso em parceria com o Congresso. Temos ao menos 25 assinaturas de senadores e dezenas de deputados que pleiteiam a retomada das negociações”, afirmou Garisto.
” movimento está consciente de que estamos corretos em interromper a greve. Mudamos a tática da greve e isso não vai nos enfraquecer.”
Deixe um comentário