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Povo brasileiro tem um milhão e meio de empregos novos em 6 meses

Em junho foram criados 215.393 novos postos de trabalho, segundo melhor resultado para o mês. Todos os setores registraram saldo positivo, contribuindo para a geração de 1,41 milhão de novos empregos em 2011

Brasília, 19/07/2011 – O Brasil gerou em junho 215.393 postos com carteira de trabalho assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Entre janeiro e junho foram gerados 1.414.660 empregos celetistas, terceiro melhor resultado para o período na série de saldos semestrais. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (19) pelo Ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi.

O resultado do mês representa crescimento de 0,58% em relação ao estoque de trabalhadores com carteira assinada e é o segundo melhor na série histórica para o mês, atrás de junho de 2008 (309.442).

“Temos um quadro muito positivo e continuamos com uma expansão muito forte no Brasil. Acredito que o Brasil está tomando as medidas certas para manter a estabilidade econômica, mas temos que continuar atentos. Nós temos hoje alguns países, chamados países ricos, em crise. Isso numa economia globalizada acaba mexendo com toda a estrutura econômica mundial e o Brasil tem que estar atento a esse processo e a cada mês observando isso e tomando medidas adequadas. Não tem que ter uma regra fixa, mas uma regra adaptada a cada momento da economia. Os dados da economia brasileira na área do emprego, que na minha modesta opinião é o melhor medidor de a quanto anda a economia, é o melhor possível. O Brasil teve um mês de junho de 2011 melhor que o de 2010, isso é uma prova inequívoca que continua crescendo a empregabilidade no nosso país”, destacou Lupi.

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O número de admissões e desligamentos em junho foram recordes para o período, com 1.781.817 trabalhadores admitidos e 1.566.424 desligados. O bom desempenho registrado em junho originou-se da expansão de todos os setores de atividade econômica, com a Extrativa Mineral registrando saldo recorde com a geração de 1.752 postos de trabalho.

Em termos absolutos, os principais resultados foram registrados na Agricultura, com geração de 75.227 postos e crescimento de 4,60%, a maior taxa de crescimento entre os setores. Os setores de Serviços e Construção Civil foram responsáveis pela criação de 53.543 e 30.531 novos empregos celetistas, respectivamente.

Entre as regiões, o melhor desempenho foi apresentado no Sudeste, com a abertura de 124.292 empregos formais, seguido do Nordeste, com 39.953, segundo maior saldo, Centro-Oeste, com 23.163, segundo melhor resultado e maior taxa de crescimento do mês, com 0,84%. A região Norte também registrou o segundo melhor saldo do mês, com a geração de 11.922 novos empregos. Entre as Unidades de Federação, cinco tiveram saldos recordes em junho: Rio de Janeiro, com 19.756 postos, Bahia, com 11.767, Mato Grosso, com 9.832, Acre, com 939, e Amapá, com 652.

Semestre – O resultado do semestre (1.414.660 empregos celetistas) é o terceiro melhor para o período na série de saldos semestrais, superado apenas pelos registrados em 2010, quando foram gerados 1.634.357 postos de trabalho e 2008, com 1.445.734. O crescimento no período de janeiro a junho, em relação ao estoque de dezembro de 2010, foi de 3,94%.

“Tivemos um bom primeiro semestre, mas aposto em um segundo semestre melhor. O segundo semestre de 2010 teve efeito forte do processo eleitoral, com limitações para contratações. Ao contrário do que a maioria espera para o segundo semestre desse ano, eu como otimista que sou, acho que vai ser melhor que o primeiro. Muitos processos vão se deslanchar. Hoje eu vejo muita substituição de investimento, que está mais restrito ao capital nacional, pelo investimento do capital internacional. Muitas multinacionais investindo no Brasil, muitas empresas apostando numa lucratividade maior nas suas filiais brasileiras, muitas empresas crescendo. Por causa desses motivos acredito em um crescimento melhor no segundo semestre”, enfatiza Lupi.

Entre as Unidades de Federação, três registraram saldo recorde para o período: Rio de Janeiro (99.175 postos), Amazonas (28.520 postos) e Mato Grosso do Sul (26.984 postos). O Rio Grande do Sul (90.278 postos), Goiás (75.604 postos), e a Bahia (60.472 postos) registraram o segundo melhor resultado para os seis primeiros meses do ano.

O emprego no conjunto das nove Áreas Metropolitanas (BA, CE, MG, PA, PE, PR, RJ, RS e SP) cresceu 3,05% no primeiro semestre, com a geração de 65.070 postos de trabalho, terceiro melhor resultado da série histórica do Caged. O Interior desses aglomerados registrou um desempenho melhor com a criação de 676.278 postos de trabalho e um crescimento de 5,24%.

O salário médio de admissão no período apresentaram um crescimento real de 3,04%, em relação ao mesmo semestre de 2010, passando de R$ 874,14 para R$ 900,70 em 2011. Segundo o recorte por gênero, o crescimento real do salário médio de ADMISSÃO obtido pelos homens foi de 3,88%, ante um aumento de 1,93% para as mulheres.

Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6537 – acs@mte.gov.br

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Região Sul apresenta saldo positivo na criação de empregos em junho

Os três estados que compõem a região apresentaram saldo positivo na criação de empregos formais em junho, de acordo com o Caged. No primeiro semestre de 2011, a Região Sul apresentou o segundo melhor resultado, atrás apenas do Sudeste

Brasília, 19/07/2011 – A Região Sul do país apresentou saldo positivo de 16.063 mil postos de trabalho formais no mês de junho, o que representa crescimento de 0,24% no total do número de empregos registrado do mês anterior. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta terça-feira (19) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
Na divulgação do Caged também foi apresentado balanço dos empregos criados durante o primeiro semestre de 2011. A Região Sul, com a criação de 247.047 novos postos de trabalho, teve o terceiro melhor resultado para o semestre da série, que começou em 2002. O crescimento apontado corresponde a 3,80%, do estoque de trabalhadores com carteira assinada em 2010. No comparativo com as demais regiões brasileiras, a região apresenta o segundo melhor saldo, atrás apenas do Sudeste, que apresentou crescimento de 4,43%.
Em junho, os três estados que compõe a região teve saldo positivo: Paraná (6.777 postos), Santa Catarina (2.999 postos) e Rio Grande do Sul (6.287 postos).
Paraná, com as 6.777 novas vagas criadas, apresenta o melhor desempenho da Região Sul. Os setores de atividade que mais contribuíram para este resultado foram o de serviços (3.469 postos), indústria de transformação (2.810 postos), agropecuária (1.819 postos) e construção civil (1.259 postos). No primeiro semestre, o Estado apresentou o saldo de 98.874 novos postos de trabalho criados.
No Rio Grande do Sul, foi o setor de serviços, com a criação de 3.337 novos postos de trabalho, que mais contribuiu com o resultado verificado. Em seguida, vem o setor de comércio (1.564 postos) e indústria de transformação (1.005 postos). No semestre, o Estado apresentou a criação de 90.278 novos postos de trabalho. É segundo melhor saldo do estado, desde a criação do Caged.
Em Santa Catarina, os 2.999 empregos celetistas criados deveram-se principalmente pelo crescimento verificado nos setores de serviços (1.418 postos), de comércio (1.260 postos) e da Construção Civil (540 postos).  No semestre, houve a criação de 57.895 novos postos de trabalho, no Estado.
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Salário médio de admissão tem aumento real de 3,04%

Valor passou de R$ 874,14 no primeiro semestre de 2010 para R$ 900,70 este ano. Aumento entre os homens foi maior do que entre as mulheres. Paraná registrou o maior crescimento entre os estados

Brasília, 19/07/2011 – O salário médio de admissão do trabalhador brasileiro teve um aumento real (descontada a inflação) de 3,04% no primeiro semestre de 2011, passando de R$ 874,14 em 2010 para R$ 900,70 este ano. Esse resultado é oriundo do aumento de 3,88% no salário médio de admissão dos homens e 1,93% no das mulheres. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), apresentados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, nesta terça-feira (19).

“Eu acho que o grande fator positivo da economia brasileira é o ganho real do salário. Quando a gente verifica que a base dessa pirâmide está tendo aumento maior que a inflação, podemos ver também que ela está comprando para garantir melhores condições de vida. Essa base da pirâmide precisa comprar de tudo um pouquinho. Então o Brasil vive uma relação diferenciada. Na Europa, por exemplo, praticamente todo mundo já tem tudo o que precisa. No Brasil, tem tudo para você fazer e as pessoas ainda precisam comprar muitas coisas para melhorar de vida. Então, esse ganho real de salário alimenta a economia interna”, enfatiza o ministro Carlos Lupi.

Entre as regiões, o maior crescimento foi registrado no Sul, com ganho real de 4,36%. O salário médio de admissão no período nessa região passou de R$ 817,97 no primeiro semestre de 2010 para R$ 853,62 este ano. Em seguida vem o Sudeste, com aumento real de 3,01%, o Centro-Oeste, com 2,39%, e o Nordeste, com 2,38%. O Norte teve o menor crescimento real, com 1,87, com os salários de admissão passando de R$ 790,16 nos seis primeiros meses de 2010 para R$ 804,90 em 2011.

Em relação às Unidades de Federação, 23 apresentaram elevação se comparado ao mesmo período de 2010. Os estados que obtiveram os maiores aumentos reais foram Paraná (+6,55%), Pernambuco (+5,27%), Amapá (+4,12%) e Santa Catarina (+3,88%). Em contrapartida, os estados que apontaram redução real dos salários de admissão foram o Sergipe ( -3.64%),  Piauí (-2,97%), Roraima (-1,36%)  e Tocantins (-0,60%).

Por grau de escolaridade, o maior aumento real do salário médio de admissão no primeiro semestre deste ano, comparado a 2010, foi no Ensino Superior Completo, com crescimento de 3,84%. O valor médio na hora da admissão desses profissionais passou de R$ 2.253,80 entre janeiro e junho de 2010 para R$ 2.340,33 em 2011. Logo após, vem os profissionais até o 5º ano incompleto do Ensino Fundamental, com 3,82%, do 6º ao 9º ano incompleto do Ensino Fundamental, com 3,68%, e até o 5º completo do Ensino Fundamental, com 3,40%.  O menor aumento foi registrado entre os profissionais com Ensino Médio Incompleto, que ficou em 1,74%.

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Paraná gerou 98 mil novos empregos formais no primeiro semestre – 19/07/2011 17:47

O Paraná gerou, no primeiro semestre do ano, 98.874 novos empregos formais, segundo dados divulgados nesta terça-feira (19), pelo Ministério do Trabalho, com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). A taxa de crescimento em relação ao estoque de mão de obra com carteira assinada no Estado foi de 4,15%, maior que a média do País (3,94%). Os dados mostram ainda que, no mês de junho, o Paraná registrou um saldo de 6.777 contratações formais.

Com o resultado do semestre, o Estado se mantém líder da Região Sul do País na geração de empregos. Santa Catarina registrou 57.895 empregos no semestre e do Rio Grande do Sul 90.278 postos de trabalho. O Paraná também está entre os quatro estados brasileiros que mais contrataram, juntamente com São Paulo (521.746), Rio de Janeiro (99.175) e Minas Gerais (214.783).

RMC – A Região Metropolitana de Curitiba contratou 35.391 trabalhadores no primeiro semestre. Em junho, o número de contratações foi de 2.928. Já o interior do Estado gerou 63.483 novos postos de trabalho de janeiro a junho deste ano e 3.849 empregos no mês.

Para o secretário estadual do Trabalho, Emprego e Economia Solidária, Luiz Claudio Romanelli, o bom desempenho do Paraná é resultado, entre outras razões, das políticas públicas do governo do Estado. “A isenção e redução de ICMS para micro e pequenas empresas e a continuidade da política do maior piso regional do País fazem com que a economia paranaense continue aquecida”, avalia.

SETORES – O maior número de novas contratações formais foi registrado no setor de serviços – no semestre foram criados 36.626 postos e em junho, 2.911. Na segunda colocação entre os setores está a indústria, com 30.111 empregos gerados de janeiro a junho e 1.950 no último mês. O comércio apresentou saldo de 12.464 empregos no semestre e de 1.428 em junho.

A construção civil que, mês a mês, se destaca entre os setores da economia paranaense, gerou 11.813 postos formais de janeiro a junho deste ano. Destes, 157 no último mês. Depois, aparecem os seguintes setores: agropecuária, com 5.461 empregos no semestre e 52 em junho; administração pública (1.396 no semestre e 147 em junho); serviços de utilidade pública (817 de janeiro a junho e 133 no mês).

BRASIL – Em junho de 2011 foram gerados 215.393 empregos celetistas no país. Em termos absolutos, o resultado foi o segundo melhor de toda a série histórica do Caged para o período. Já no acumulado do ano, 1.414.660 novos postos de trabalho foram criados, constituindo a terceira maior da geração do período, só inferior à observada em 2010 (+1.634.357 postos) e 2008 (+1.445.734 postos).

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.aenoticias.pr.gov.br
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