Programas internos dos bancos, como a PPR do ABN Real – que será paga nesta quinta – não devem ser descontados da Participação nos Lucros e Resultados. A reivindicação consta na minuta da categoria deste ano, já nas mãos da Fenaban. Além disso, no caso específico do ABN Real, o Sindicato quer discutir a criação de novas regras para a PPR, tornando o processo mais justo e transparente.
Entre as reivindicações estão a realização de eleição direta aos representantes dos funcionários na comissão da PPR; acompanhamento e aferição feitos pelos membros desta comissão e ampla divulgação dos mecanismos do programa. Já na distribuição, é preciso rediscutir o percentual distribuído aos grades 10 e acima e a própria proporcionalidade entre os valores atribuídos aos grades, de forma a evitar distorções. Propostas já apresentadas ao banco em 2 de agosto.
Injustiças – Hoje o ABN Real lança mão de vários recursos para restringir a PPR. É o caso do uso do Crédito em Liquidação (CL) para efeito de cálculo da PPR, em que, se um cliente quebra um empréstimo toda a agência é punida, mesmo que tenha atingido as metas. Ou o não pagamento do programa aos lesionados, que têm direito ao recebimento. “Esperamos que o ABN Real tenha bom senso para corrigir as distorções”, afirma Gutemberg de Oliveira, da Fetec-CUT/SP.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.spbancarios.com.br.
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Por Mhais• 25 de agosto de 2005• 19:58• Sem categoria
PPR no ABN Real será paga nesta quinta-feira
Programas internos dos bancos, como a PPR do ABN Real – que será paga nesta quinta – não devem ser descontados da Participação nos Lucros e Resultados. A reivindicação consta na minuta da categoria deste ano, já nas mãos da Fenaban. Além disso, no caso específico do ABN Real, o Sindicato quer discutir a criação de novas regras para a PPR, tornando o processo mais justo e transparente.
Entre as reivindicações estão a realização de eleição direta aos representantes dos funcionários na comissão da PPR; acompanhamento e aferição feitos pelos membros desta comissão e ampla divulgação dos mecanismos do programa. Já na distribuição, é preciso rediscutir o percentual distribuído aos grades 10 e acima e a própria proporcionalidade entre os valores atribuídos aos grades, de forma a evitar distorções. Propostas já apresentadas ao banco em 2 de agosto.
Injustiças – Hoje o ABN Real lança mão de vários recursos para restringir a PPR. É o caso do uso do Crédito em Liquidação (CL) para efeito de cálculo da PPR, em que, se um cliente quebra um empréstimo toda a agência é punida, mesmo que tenha atingido as metas. Ou o não pagamento do programa aos lesionados, que têm direito ao recebimento. “Esperamos que o ABN Real tenha bom senso para corrigir as distorções”, afirma Gutemberg de Oliveira, da Fetec-CUT/SP.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.spbancarios.com.br.
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