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Presidente de sindicato de SP diz ter sido agredido por PM com cabeçada

O presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino, afirmou hoje ter sido agredido com uma cabeçada no nariz por um soldado da Polícia Militar durante manifestação de trabalhadores da Nossa Caixa na região central de São Paulo.
Ele foi ao 1º DP, onde registrou queixa, e deve fazer nas próximas horas o exame de corpo de delito. Procurados pelo FolhaNews, policiais do 1º DF confirmaram a queixa, mas disseram ainda não haver informação oficial sobre a agressão.
O presidente do sindicato participou nesta manhã de ato público em favor da remodelação do plano de saúde dos funcionários do banco, o cumprimento de acordo sobre plano de previdência, a concessão dos mesmos direitos dos demais aos cerca de 3.000 trabalhadores contratados desde 2001 e a garantia de que o banco não será privatizado.
Parte dos funcionários da sede administrativa da Nossa Caixa, localizada na rua 15 de Novembro (Centro), retardaram o início do expediente, mas, segundo o sindicato, não havia piquetes –os funcionários que desejassem podiam entrar no prédio para trabalhar.
Ainda de acordo com o sindicato, a manifestação, apesar de ser pacífica, foi “brutalmente” interrompida pela intervenção da PM que, além de agredir o presidente da entidade, também usou gás de pimenta contra os trabalhadores.
“Tentando impedir o direito constitucional de seus funcionários de demonstrarem seu descontentamento pelos ataques que comete contra seus direitos, a diretoria do banco convocou a PM e uma manifestação pacífica e constitucional transformou-se numa sucessão de cenas violentas”, disse Marcolino.
Fonte: Folha Online

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Presidente de sindicato de SP diz ter sido agredido por PM com cabeçada

O presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino, afirmou hoje ter sido agredido com uma cabeçada no nariz por um soldado da Polícia Militar durante manifestação de trabalhadores da Nossa Caixa na região central de São Paulo.

Ele foi ao 1º DP, onde registrou queixa, e deve fazer nas próximas horas o exame de corpo de delito. Procurados pelo FolhaNews, policiais do 1º DF confirmaram a queixa, mas disseram ainda não haver informação oficial sobre a agressão.

O presidente do sindicato participou nesta manhã de ato público em favor da remodelação do plano de saúde dos funcionários do banco, o cumprimento de acordo sobre plano de previdência, a concessão dos mesmos direitos dos demais aos cerca de 3.000 trabalhadores contratados desde 2001 e a garantia de que o banco não será privatizado.

Parte dos funcionários da sede administrativa da Nossa Caixa, localizada na rua 15 de Novembro (Centro), retardaram o início do expediente, mas, segundo o sindicato, não havia piquetes –os funcionários que desejassem podiam entrar no prédio para trabalhar.

Ainda de acordo com o sindicato, a manifestação, apesar de ser pacífica, foi “brutalmente” interrompida pela intervenção da PM que, além de agredir o presidente da entidade, também usou gás de pimenta contra os trabalhadores.

“Tentando impedir o direito constitucional de seus funcionários de demonstrarem seu descontentamento pelos ataques que comete contra seus direitos, a diretoria do banco convocou a PM e uma manifestação pacífica e constitucional transformou-se numa sucessão de cenas violentas”, disse Marcolino.

Fonte: Folha Online

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