A Previ (fundo dos funcionários do Banco do Brasil) também deve concluir neste ano atualização da tábua de mortalidade dos participantes. Apesar de usar o mesmo modelo desde 1992, o atuário da fundação, José Ângelo Rodrigues, afirma que não haverá correções significativas nas contas da Previ.
Ele não informa números, mas diz que a expectativa na fundação é que, mesmo após as correções das premissas para os cálculos atuariais, a Previ tenha superávit neste ano.
Segundo ele, a fundação tem feito periodicamente ajustes nas expectativas de redução do número de participantes por morte. Assim, afirma, a atualização da tábua não deverá trazer grandes modificações.
O principal plano da Previ, que conta com 50 mil participantes na ativa, segue o modelo de “benefício definido”.
Rodrigues lembra que, desde 1997, contudo, o plano está fechado para novas adesões. Os funcionários que entraram no banco a partir daquele ano já ingressaram direto no plano de “contribuição definida”.
“A expectativa média de vida dos participantes do plano principal não mudou muito de 1997 para cá”, afirmou Rodrigues.
Fonte: Folha de São Paulo – Leonardo Souza
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