A licitação aberta pela diretoria do Banrisul, indicada pelo governador Germano Rigotto, que prevê a terceirização da tesouraria do banco, está repercutindo na Assembléia Legislativa. Ontem, dia 17, o deputado Raul Pont (PT) publicou notícia no site do parlamento gaúcho, propondo audiência pública para discutir o assunto na Comissão de Serviços Públicos.
Para Pont, é de se estranhar que o governo tome uma iniciativa deste porte no apagar das luzes de sua gestão. “Esse tema precisa ser debatido com urgência antes que o Banrisul passe por um processo camuflado de privatização”, defende o parlamentar.
O deputado se manifestou depois que o Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região e a Federação dos Bancários do RS entregaram para o deputado, na condição de vice-presidente da Comissão, um documento solicitando uma audiência pública e a suspensão do processo de terceirização.
O deputado Raul Pont (PT) vai propor uma audiência pública, da Comissão de Serviços Públicos da Assembléia, para debater a privatização de serviços do Banrisul. A audiência atende solicitação do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e da Federação dos Bancários do RS, que apresentaram ao parlamentar, na tarde desta terça (17), denúncia sobre edital de licitação do Banrisul para terceirização dos serviços de tesouraria da instituição.
Na condição de vice-presidente da Comissão de Serviços Públicos, Raul Pont recebeu a denúncia dos dirigentes sindicais. Os serviços de tesouraria do Banrisul compreendem o manuseio do dinheiro do banco, incluindo a contagem e conferência do dinheiro das agências, dos valores recolhidos nos caixas e em malotes, além do abastecimento dos caixas eletrônicos.
Hoje todos esses serviços são realizados por funcionários do Banrisul. Para Raul Pont, é de se estranhar que o governo tome uma iniciativa deste porte no apagar das luzes de sua gestão. “Esse tema precisa ser debatido com urgência antes que o Banrisul passe por um processo camuflado de privatização”, defende o parlamentar.
Fonte: Seeb Porto Alegre
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Por Mhais• 18 de janeiro de 2006• 14:37• Sem categoria
Raul Pont aponta privatização dos serviços do Banrisul
A licitação aberta pela diretoria do Banrisul, indicada pelo governador Germano Rigotto, que prevê a terceirização da tesouraria do banco, está repercutindo na Assembléia Legislativa. Ontem, dia 17, o deputado Raul Pont (PT) publicou notícia no site do parlamento gaúcho, propondo audiência pública para discutir o assunto na Comissão de Serviços Públicos.
Para Pont, é de se estranhar que o governo tome uma iniciativa deste porte no apagar das luzes de sua gestão. “Esse tema precisa ser debatido com urgência antes que o Banrisul passe por um processo camuflado de privatização”, defende o parlamentar.
O deputado se manifestou depois que o Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região e a Federação dos Bancários do RS entregaram para o deputado, na condição de vice-presidente da Comissão, um documento solicitando uma audiência pública e a suspensão do processo de terceirização.
O deputado Raul Pont (PT) vai propor uma audiência pública, da Comissão de Serviços Públicos da Assembléia, para debater a privatização de serviços do Banrisul. A audiência atende solicitação do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e da Federação dos Bancários do RS, que apresentaram ao parlamentar, na tarde desta terça (17), denúncia sobre edital de licitação do Banrisul para terceirização dos serviços de tesouraria da instituição.
Na condição de vice-presidente da Comissão de Serviços Públicos, Raul Pont recebeu a denúncia dos dirigentes sindicais. Os serviços de tesouraria do Banrisul compreendem o manuseio do dinheiro do banco, incluindo a contagem e conferência do dinheiro das agências, dos valores recolhidos nos caixas e em malotes, além do abastecimento dos caixas eletrônicos.
Hoje todos esses serviços são realizados por funcionários do Banrisul. Para Raul Pont, é de se estranhar que o governo tome uma iniciativa deste porte no apagar das luzes de sua gestão. “Esse tema precisa ser debatido com urgência antes que o Banrisul passe por um processo camuflado de privatização”, defende o parlamentar.
Fonte: Seeb Porto Alegre
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