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Por 09:12 Notícias

Repactuamos e agora ?

A Categoria Petroleira aderiu de uma maneira contundente à proposta de mudanças em seu fundo de pensão. Os trabalhadores reconheceram uma negociação que demorou três anos e que foi fruto de dez anos de mobilização de nossas organizações sindicais.
A complexidade do tema (que envolve conhecimentos econômicos, atuariais, previdenciários e jurídicos) tornou o processo frágil a ataques, que, em sua maioria, giraram em torno das disputas política existentes em nosso meio. Apesar de tudo isso, os trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas da Petrobrás foram sensíveis ao debate e perceberam o momento ímpar que vivemos, com a conjuntura política favorável para resolvermos os problemas da Petros, que já se arrastam por décadas. A solução destas pendências só é possível porque temos na Presidência da República um operário filho das lutas sociais do nosso povo. Por isso, uma imensa maioria repactuou. Os números falam por si:
Total de repactuados: 58.139 (72,56%); Participantes da ativa: 26.862 (82,92%); Aposentados: 23.321 (64,67%); Pensionistas: 7.863 (68,15%); Auxílio-Doença: 93 (70,45%).
Findado o momento da repactuacao, é preciso refletirmos e nos prepararmos para os próximos passos que teremos que dar em relação ao PCAC, à aposentadoria especial, à integração dos aposentados e novos e, principalmente, em relação aos desdobramentos da repactuação e demais questões relacionadas à Petros.
Nos da direção da FUP e dos Sindicatos teremos agora que acompanhar e cobrar as mudanças estatutárias (eleição da diretoria e redução do limite de idade do grupo 78/79); a aprovação na Secretaria de Previdência Complementar (SPC) do plano novo para os trabalhadores sem previdência complementar e também das mudanças no Plano Petros; o acordo nos autos do processo da Ação Civil Pública da FUP para os itens negociados com a Petrobrás.
Os dirigentes da FUP e dos Sindicatos filiados entendem que a participação ativa da categoria, informando-se e mobilizando-se durante estes desdobramentos, será fundamental para a consolidação das nossas conquistas. E preciso que a categoria permaneça discutindo Petros, pois a questão não se esgota com o término do processo da repactuação. Teremos ainda a implantação do plano novo para a ativa, assegurando aos companheiros novos o serviço passado, e diversas outras conquistas e lutas que daremos continuidade através da organização dos trabalhadores na FUP e nos Sindicatos.
Portanto, companheir@s, comemoremos sim mais esta vitória, mas sem nos desmobilizarmos. Continuemos de mangas arregaçadas para garantirmos os avanços que conquistamos, pois só quem luta conquista.
Saudações Petroleiras!
Moraes disputa as eleições para o Conselho Deliberativo da Petros (Chapa 12), apoiado pela FUP e seus Sindicatos, CUT, CNQ e ANAPAR.
Paulo César está no segundo mandato como conselheiro deliberativo da Petros, eleito pelos participantes.
Por João Antônio Moraes e Paulo César Martin, diretores da Federação Única dos Petroleiros.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.cut.org.br.

Por 09:12 Sem categoria

Repactuamos e agora ?

A Categoria Petroleira aderiu de uma maneira contundente à proposta de mudanças em seu fundo de pensão. Os trabalhadores reconheceram uma negociação que demorou três anos e que foi fruto de dez anos de mobilização de nossas organizações sindicais.

A complexidade do tema (que envolve conhecimentos econômicos, atuariais, previdenciários e jurídicos) tornou o processo frágil a ataques, que, em sua maioria, giraram em torno das disputas política existentes em nosso meio. Apesar de tudo isso, os trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas da Petrobrás foram sensíveis ao debate e perceberam o momento ímpar que vivemos, com a conjuntura política favorável para resolvermos os problemas da Petros, que já se arrastam por décadas. A solução destas pendências só é possível porque temos na Presidência da República um operário filho das lutas sociais do nosso povo. Por isso, uma imensa maioria repactuou. Os números falam por si:

Total de repactuados: 58.139 (72,56%); Participantes da ativa: 26.862 (82,92%); Aposentados: 23.321 (64,67%); Pensionistas: 7.863 (68,15%); Auxílio-Doença: 93 (70,45%).

Findado o momento da repactuacao, é preciso refletirmos e nos prepararmos para os próximos passos que teremos que dar em relação ao PCAC, à aposentadoria especial, à integração dos aposentados e novos e, principalmente, em relação aos desdobramentos da repactuação e demais questões relacionadas à Petros.

Nos da direção da FUP e dos Sindicatos teremos agora que acompanhar e cobrar as mudanças estatutárias (eleição da diretoria e redução do limite de idade do grupo 78/79); a aprovação na Secretaria de Previdência Complementar (SPC) do plano novo para os trabalhadores sem previdência complementar e também das mudanças no Plano Petros; o acordo nos autos do processo da Ação Civil Pública da FUP para os itens negociados com a Petrobrás.

Os dirigentes da FUP e dos Sindicatos filiados entendem que a participação ativa da categoria, informando-se e mobilizando-se durante estes desdobramentos, será fundamental para a consolidação das nossas conquistas. E preciso que a categoria permaneça discutindo Petros, pois a questão não se esgota com o término do processo da repactuação. Teremos ainda a implantação do plano novo para a ativa, assegurando aos companheiros novos o serviço passado, e diversas outras conquistas e lutas que daremos continuidade através da organização dos trabalhadores na FUP e nos Sindicatos.

Portanto, companheir@s, comemoremos sim mais esta vitória, mas sem nos desmobilizarmos. Continuemos de mangas arregaçadas para garantirmos os avanços que conquistamos, pois só quem luta conquista.

Saudações Petroleiras!

Moraes disputa as eleições para o Conselho Deliberativo da Petros (Chapa 12), apoiado pela FUP e seus Sindicatos, CUT, CNQ e ANAPAR.

Paulo César está no segundo mandato como conselheiro deliberativo da Petros, eleito pelos participantes.

Por João Antônio Moraes e Paulo César Martin, diretores da Federação Única dos Petroleiros.

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