MADRI (Reuters) – O conselheiro e diretor geral do Grupo Santander, Francisco Luzón, espera que os lucros com a atividade comercial na América Latina cresçam em 2004 entre 10 e 15 por cento para. A partir de 2005, ele projeta aumentos “claramente” superiores a esses níveis.
“Este ano o crescimento do lucro será de 10 a 15 por cento. Será um ano intermediário para anos muito bons em 2005 e 2006”, disse em entrevista à Reuters.
No ano passado, a atividade de banco comercial do grupo na região registrou um lucro líquido de 1,064 bilhão de euros, com uma contribuição de 32 por cento para o resultado total do grupo.
Luzón disse que neste ano a contribuição da América Latina para os resultados do grupo se manterá no mesmo patamar do ano anterior.
“Prevemos uma ligeira valorização de algumas moedas latino-americanas. Nosso cenário é que os câmbios vão encerrar o ano perto de onde estão agora, com uma pequena valorização sobre 2003 do real e do peso chileno”, afirmou ele.
Após a contração econômica de 2002, Luzón prognosticou que os próximos anos serão positivos para as principais economias latino-americanas, com um processo de aumento no número de pessoas com acesso aos bancos, o que permitirá que o grupo recolha os frutos de seus investimentos nos últimos anos nesses países.
Em particular, Luzón destacou a “ortodoxia” nas políticas econômicas que vêm sendo aplicadas no México, Brasil, Argentina e Chile.
“O crescimento dos negócios será suficiente para atenuar os efeitos das quedas das taxas de juros. Esperamos poder aumentar ligeiramente nossas taxas de intermediação”, afirmou.
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Por Mhais• 24 de março de 2004• 12:23• Sem categoria
SANTANDER PREVÊ LUCRAR MAIS NA AMÉRICA LATINA EM 2004
MADRI (Reuters) – O conselheiro e diretor geral do Grupo Santander, Francisco Luzón, espera que os lucros com a atividade comercial na América Latina cresçam em 2004 entre 10 e 15 por cento para. A partir de 2005, ele projeta aumentos “claramente” superiores a esses níveis.
“Este ano o crescimento do lucro será de 10 a 15 por cento. Será um ano intermediário para anos muito bons em 2005 e 2006”, disse em entrevista à Reuters.
No ano passado, a atividade de banco comercial do grupo na região registrou um lucro líquido de 1,064 bilhão de euros, com uma contribuição de 32 por cento para o resultado total do grupo.
Luzón disse que neste ano a contribuição da América Latina para os resultados do grupo se manterá no mesmo patamar do ano anterior.
“Prevemos uma ligeira valorização de algumas moedas latino-americanas. Nosso cenário é que os câmbios vão encerrar o ano perto de onde estão agora, com uma pequena valorização sobre 2003 do real e do peso chileno”, afirmou ele.
Após a contração econômica de 2002, Luzón prognosticou que os próximos anos serão positivos para as principais economias latino-americanas, com um processo de aumento no número de pessoas com acesso aos bancos, o que permitirá que o grupo recolha os frutos de seus investimentos nos últimos anos nesses países.
Em particular, Luzón destacou a “ortodoxia” nas políticas econômicas que vêm sendo aplicadas no México, Brasil, Argentina e Chile.
“O crescimento dos negócios será suficiente para atenuar os efeitos das quedas das taxas de juros. Esperamos poder aumentar ligeiramente nossas taxas de intermediação”, afirmou.
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