A rede ASA (Articulação do Semi-Árido Brasileiro) deverá concluir a construção de 100 mil cisternas no Nordeste brasileiro, dentro do programa “1 Milhão de Cisternas”. Já estão prontas 96.400 equipamentos.
A idéia nasceu em 1999, mas o projeto só teve início em julho de 2003, a partir da parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social. O programa também teve apoio da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) e de vários organismos internacionais, como da ONG católica internacional Oxfam.
As cisternas, instaladas em 926 municípios de 11 Estados (os nove do Nordeste, mais Minas Gerais e Espírito Santo), consistem na montagem de uma série de calhas para captação da água da chuva que cai sobre o telhado de uma residência, conduzindo-a a um reservatório de alvenaria com capacidade para 16 mil litros.
“Se for bem cuidada, a família tem água para beber e cozinhar por seis meses, até chover de novo”, explica Lourival Almeida de Aguiar, um dos coordenadores executivos da ASA.
Ele conta que, em cada município onde o programa é instalado, elege-se em assembléia aberta uma comissão municipal, que vai determinar que famílias receberão a cisterna.
Segundo Aguiar, a condição para a família receber o equipamento é participar de um curso de Gestão de Recursos Hídricos. “A família vai aprender a garantir que a água vá ser potável e dure todo o período de seca”.
Também é oferecido curso de pedreiro na comunidade, transmitindo-se conhecimento necessário para a reprodução da cisterna.
O programa “1 Milhão de Cisternas” também é conhecido como Programa de Formação e Mobilização Social para Convivência com o Semi-Árido.
A ASA espera que ele seja concluído até julho de 2008, com o custo total de US$ 424,3 milhões (cerca de R$ 1 bilhão). Segundo a rede, a construção de cada cisterna custa em média R$ 1,6 mil.
As informações são da Agência Brasil.
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Por Mhais• 23 de agosto de 2005• 18:42• Sem categoria
Semi-árido nodestino recebe 100 mil cisternas
A rede ASA (Articulação do Semi-Árido Brasileiro) deverá concluir a construção de 100 mil cisternas no Nordeste brasileiro, dentro do programa “1 Milhão de Cisternas”. Já estão prontas 96.400 equipamentos.
A idéia nasceu em 1999, mas o projeto só teve início em julho de 2003, a partir da parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social. O programa também teve apoio da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) e de vários organismos internacionais, como da ONG católica internacional Oxfam.
As cisternas, instaladas em 926 municípios de 11 Estados (os nove do Nordeste, mais Minas Gerais e Espírito Santo), consistem na montagem de uma série de calhas para captação da água da chuva que cai sobre o telhado de uma residência, conduzindo-a a um reservatório de alvenaria com capacidade para 16 mil litros.
“Se for bem cuidada, a família tem água para beber e cozinhar por seis meses, até chover de novo”, explica Lourival Almeida de Aguiar, um dos coordenadores executivos da ASA.
Ele conta que, em cada município onde o programa é instalado, elege-se em assembléia aberta uma comissão municipal, que vai determinar que famílias receberão a cisterna.
Segundo Aguiar, a condição para a família receber o equipamento é participar de um curso de Gestão de Recursos Hídricos. “A família vai aprender a garantir que a água vá ser potável e dure todo o período de seca”.
Também é oferecido curso de pedreiro na comunidade, transmitindo-se conhecimento necessário para a reprodução da cisterna.
O programa “1 Milhão de Cisternas” também é conhecido como Programa de Formação e Mobilização Social para Convivência com o Semi-Árido.
A ASA espera que ele seja concluído até julho de 2008, com o custo total de US$ 424,3 milhões (cerca de R$ 1 bilhão). Segundo a rede, a construção de cada cisterna custa em média R$ 1,6 mil.
As informações são da Agência Brasil.
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