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Desemprego fica estável e renda sobe 1,8% em SP, diz Seade/Dieese

A taxa de desemprego ficou estável em 17,5% da PEA (População Economicamente Ativa) na região metropolitana de São Paulo em julho na comparação com junho. Já a renda subiu 1,8% e atingiu R$ 1.040, segundo pesquisa conjunta da Fundação Seade e do Dieese divulgada hoje.
Para Sinésio Pires Ferreira, diretor-adjunto da Fundação Seade, o desemprego não cai porque os empresários estão “cautelosos” em relação à crise política e esperam a redução da taxa básica de juros da economia brasileira (Selic), mantida há três meses em 19,75% ao ano. Segundo ele, esses fatores colocaram novos investimentos e contratações em “compasso de espera”.
A estabilidade do emprego é resultado da entrada de 44 mil pessoas no mercado de trabalho, número um pouco superior ao de empregos criados no mês passado (36 mil).
Houve uma aumento de 8.000 no número de desempregados, que, no entanto, não foi suficiente para alterar a taxa de desemprego. No total, o contingente de desempregados na região metropolitana de São Paulo atingiu 1,765 milhão.
Em julho, a indústria cortou 34 mil postos de trabalho. Já o setor de serviços criou 85 mil vagas e os chamados outros setores –que inclui construção civil e serviços domésticos– fecharam 4.000 vagas no mês passado. Também houve a eliminação de 11 mil postos de trabalho no comércio.
Rendimento
A renda média do trabalhador subiu 1,8% em junho sobre maio, passando de R$ 1.024 para R$ 1.040. Os dados de renda têm um mês de defasagem em relação aos do emprego –os pesquisadores perguntam aos entrevistados quanto receberam no mês anterior.
Fonte: www.folha.com.br

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Desemprego fica estável e renda sobe 1,8% em SP, diz Seade/Dieese

A taxa de desemprego ficou estável em 17,5% da PEA (População Economicamente Ativa) na região metropolitana de São Paulo em julho na comparação com junho. Já a renda subiu 1,8% e atingiu R$ 1.040, segundo pesquisa conjunta da Fundação Seade e do Dieese divulgada hoje.

Para Sinésio Pires Ferreira, diretor-adjunto da Fundação Seade, o desemprego não cai porque os empresários estão “cautelosos” em relação à crise política e esperam a redução da taxa básica de juros da economia brasileira (Selic), mantida há três meses em 19,75% ao ano. Segundo ele, esses fatores colocaram novos investimentos e contratações em “compasso de espera”.

A estabilidade do emprego é resultado da entrada de 44 mil pessoas no mercado de trabalho, número um pouco superior ao de empregos criados no mês passado (36 mil).

Houve uma aumento de 8.000 no número de desempregados, que, no entanto, não foi suficiente para alterar a taxa de desemprego. No total, o contingente de desempregados na região metropolitana de São Paulo atingiu 1,765 milhão.

Em julho, a indústria cortou 34 mil postos de trabalho. Já o setor de serviços criou 85 mil vagas e os chamados outros setores –que inclui construção civil e serviços domésticos– fecharam 4.000 vagas no mês passado. Também houve a eliminação de 11 mil postos de trabalho no comércio.

Rendimento

A renda média do trabalhador subiu 1,8% em junho sobre maio, passando de R$ 1.024 para R$ 1.040. Os dados de renda têm um mês de defasagem em relação aos do emprego –os pesquisadores perguntam aos entrevistados quanto receberam no mês anterior.

Fonte: www.folha.com.br

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