Fonte: Diário Bancário – Seeb Rio de Janeiro
Gilvan Menezes Jr. é funcionário do ABN-Real há mais de 14 anos e trabalha na agência Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Desde que passou a conviver com os efeitos da LER/Dort (tenossinovite), tem sido discriminado e perseguido pela chefia. Se o banco oferece um novo curso de capacitação, Gilvan fica de fora. Se há alguma promoção, ele não é contemplado.
As perseguições aumentaram, segundo Gilvan, desde o ano passado, quando ele foi eleito diretor de base para a gestão 2003/2006 do Sindicato dos Bancários.
“Organizei o arquivo com mais de três mil fichas de clientes, gastei um semana para fazer o trabalho. Em dois dias os gestores desorganizaram o arquivo novamente para eu retomar aquela tarefa, caracterizando crime de assédio moral”, disse Gilvan.
Segundo o diretor, a perseguição parte da gerente operacional Cássia Rocha Airosa e do assistente da diretoria Carlos Renato da Silva. “Eles não respeitam a Convenção Coletiva, se recusam a colocar quadro de aviso para os comunicados do Sindicato e ameaçam quem se aproxima de mim. Além disso, não reconhecem os atestados médicos do plano de saúde conveniado com o banco e me deram falta. Também não me liberam como dirigente e proíbem meu trabalho sindical”, disse. Nesta semana, Gilvan foi advertido pelo gerente-chefe, em represália ao seu trabalho sindical na agência.
O Sindicato vai entrar em contato com o setor de Recursos Humanos do banco para exigir o fim do assédio moral, caso contrário os gestores vão responder por suas atitudes na Justiça.
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Por Mhais• 4 de março de 2004• 11:39• Sem categoria
SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO RJ EXIGE FIM DAS PERSEGUIÇÕES NO ABN REAL
Fonte: Diário Bancário – Seeb Rio de Janeiro
Gilvan Menezes Jr. é funcionário do ABN-Real há mais de 14 anos e trabalha na agência Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Desde que passou a conviver com os efeitos da LER/Dort (tenossinovite), tem sido discriminado e perseguido pela chefia. Se o banco oferece um novo curso de capacitação, Gilvan fica de fora. Se há alguma promoção, ele não é contemplado.
As perseguições aumentaram, segundo Gilvan, desde o ano passado, quando ele foi eleito diretor de base para a gestão 2003/2006 do Sindicato dos Bancários.
“Organizei o arquivo com mais de três mil fichas de clientes, gastei um semana para fazer o trabalho. Em dois dias os gestores desorganizaram o arquivo novamente para eu retomar aquela tarefa, caracterizando crime de assédio moral”, disse Gilvan.
Segundo o diretor, a perseguição parte da gerente operacional Cássia Rocha Airosa e do assistente da diretoria Carlos Renato da Silva. “Eles não respeitam a Convenção Coletiva, se recusam a colocar quadro de aviso para os comunicados do Sindicato e ameaçam quem se aproxima de mim. Além disso, não reconhecem os atestados médicos do plano de saúde conveniado com o banco e me deram falta. Também não me liberam como dirigente e proíbem meu trabalho sindical”, disse. Nesta semana, Gilvan foi advertido pelo gerente-chefe, em represália ao seu trabalho sindical na agência.
O Sindicato vai entrar em contato com o setor de Recursos Humanos do banco para exigir o fim do assédio moral, caso contrário os gestores vão responder por suas atitudes na Justiça.
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