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Sindicato esclarece polêmica com deputado Neivo Beraldin

No final da tarde do último dia 28 (terça), na Assembléia Legislativa, o deputado Neivo Beraldin protagonizou um episódio lamentável, onde, além de faltar com a verdade, atacou, de forma covarde, todo o movimento sindical bancário.
Neivo, ao ser questionado sobre a sua posição na votação que autorizou a privatização do Banestado pela presidente do Sindicato dos Bancários, Marisa Stedile, passou a atacar a entidade de forma virulenta (questionando, inclusive, a atuação da entidade frente ao desmonte do banco), além de afirmar que votou contra a privatização.
Diante desses fatos o Sindicato dos Bancários esclarece:
1) Nos dias 23 e 24 de junho de 1998 a Assembléia Legislativa votou a lei que autorizava o Governo Estadual a contrair empréstimo para o saneamento e a venda do Banestado.
2) Nas sessões ocorridas os 17 deputados contrários à privatização do Banestado manifestaram seu voto pedindo que constasse em ata, visto que o pedido de votação nominal não foi aceito. O nome do deputado Neivo Beraldin não consta da mesma.
A imprensa paranaense, além disso, publicou os nomes dos deputados que votaram a favor da privatização, e entre eles está o do deputado Neivo Beraldin.
3) Cabe esclarecer, ainda, que o movimento sindical bancário sempre alertou a população com informações sobre as conseqüências da privatização.
Antes e após a aprovação da privatização o “Movimento em Defesa do Banestado” realizou caravanas por todo o estado agregando apoios, elaborou materiais informativos e chegou, inclusive, à greve para impedir a venda do banco.
Por reiteradas ocasiões foram divulgadas publicações com dados do processo, e pedido de investigação foi protocolado no Ministério Público Federal em 19 de novembro de 1998, pela Federação dos Bancários da CUT/PR.
Em 6 de fevereiro de 2003 o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região lançou manifesto pedindo a instalação de CPI na Assembléia Legislativa para investigar a remessa ilegal de recursos para o exterior e o fato também consta no noticiário local.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br.

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Sindicato esclarece polêmica com deputado Neivo Beraldin

No final da tarde do último dia 28 (terça), na Assembléia Legislativa, o deputado Neivo Beraldin protagonizou um episódio lamentável, onde, além de faltar com a verdade, atacou, de forma covarde, todo o movimento sindical bancário.

Neivo, ao ser questionado sobre a sua posição na votação que autorizou a privatização do Banestado pela presidente do Sindicato dos Bancários, Marisa Stedile, passou a atacar a entidade de forma virulenta (questionando, inclusive, a atuação da entidade frente ao desmonte do banco), além de afirmar que votou contra a privatização.

Diante desses fatos o Sindicato dos Bancários esclarece:

1) Nos dias 23 e 24 de junho de 1998 a Assembléia Legislativa votou a lei que autorizava o Governo Estadual a contrair empréstimo para o saneamento e a venda do Banestado.

2) Nas sessões ocorridas os 17 deputados contrários à privatização do Banestado manifestaram seu voto pedindo que constasse em ata, visto que o pedido de votação nominal não foi aceito. O nome do deputado Neivo Beraldin não consta da mesma.
A imprensa paranaense, além disso, publicou os nomes dos deputados que votaram a favor da privatização, e entre eles está o do deputado Neivo Beraldin.

3) Cabe esclarecer, ainda, que o movimento sindical bancário sempre alertou a população com informações sobre as conseqüências da privatização.

Antes e após a aprovação da privatização o “Movimento em Defesa do Banestado” realizou caravanas por todo o estado agregando apoios, elaborou materiais informativos e chegou, inclusive, à greve para impedir a venda do banco.

Por reiteradas ocasiões foram divulgadas publicações com dados do processo, e pedido de investigação foi protocolado no Ministério Público Federal em 19 de novembro de 1998, pela Federação dos Bancários da CUT/PR.

Em 6 de fevereiro de 2003 o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região lançou manifesto pedindo a instalação de CPI na Assembléia Legislativa para investigar a remessa ilegal de recursos para o exterior e o fato também consta no noticiário local.

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