(São Paulo) O HSBC aceitou rever a demissão de 41 funcionários neste fim de semana. A notícia aumenta a vitória dos trabalhadores, que já haviam conseguido a suspensão do processo de demissão. Novas reintegrações estão sendo negociadas pela Contraf-CUT e podem ocorrer nos próximos dias.
Estas conquistas vieram graças às manifestações e paralisações promovidas no Brasil inteiro contra as demissões. “Foi a maior mobilização de trabalhadores de banco privado nos últimos anos”, avalia Sérgio Siqueira, diretor da Contraf-CUT e funcionário do HSBC.
O banco já havia concordado em não demitir o pessoal do Centro de Serviços (RMO) e aceitado ampliar de 900 para 1.100 as bolsas educacionais. Além disso, uma negociação já está agendada para a discussão de demandas dos trabalhadores, como um novo Plano de Cargos e Salários (PCS) e a revisão do plano odontológico. Também estudará a instalação de ambulatórios nos centros administrativos, reivindicação antiga do movimento sindical.
Fonte: Contraf-CUT
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Ação Sindical reverte demissões no banco HSBC
As mobilizações de todo o país conquistaram reintegrações e fizeram com que o banco suspendesse processo de demissões
Os Sindicatos dos Bancários de todo o país conquistaram uma importante vitória. Após a iniciativa terrorista do HSBC de demitir quase 400 bancários em todo o país, o banco “milagrosamente” voltou atrás e realizou 41 reintegrações no Brasil, sete em Curitiba.
“A reversão das demissões foi conseqüência de protestos em todo o país”, lembra Carlos Kanak, membro da COE/HSBC e diretor do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região. “O último, em frente ao HSBC Vila Hauer, no dia 24 de abril, contou com a presença de dirigentes sindicais de todo o país”.
Em Curitiba foram três atos. No dia 17, os bancários fecharam seis grandes agências do banco. Dia 23, foi a vez do HSBC Palácio Avenida, e na manhã seguinte, o ato em frente ao HSBC Vila Hauer.
No mesmo dia houve negociação com o banco. “Foi uma reunião tensa, mas o posicionamento firme dos sindicatos fez com que o HSBC assegurasse que não haveria novas demissões e reavaliasse os casos considerados “injustos” como de bancários lesionados, com bom desempenho ou próximos de se aposentar”, relata Kanak.
“Exigimos coerência e seriedade do banco na mesa de negociações e também conquistamos a ampliação do número de bolsas educacionais”, complementa Marco Aurélio Cruz, diretor do Sindicato.
Por Patrícia Meyer.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br.