Reestruturação não combina com demissão!
EM CURITIBA E REGIÃO, SÓ NOS CINCO PRIMEIROS MESES DO ANO FORAM 289 DESLIGAMENTOS
Trabalhadores bancários no banco HSBC de todo Brasil realizaram um Dia Nacional de Lutas nesta quinta-feira, 14 de junho. Em Curitiba, 25 agências estiveram fechadas, além do Centro Administrativo Palácio Avenida. Em Pinhais, também base do Sindicato, uma agência foi fechada. No Paraná, 42 agências fechadas no total. Os bancários protestam contra o alto número de demissões feitas pelo banco nos últimos meses.
Os diretores do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região distribuiram à população uma carta aberta que explica a situação vivida pelos funcionários. “As agências trabalham com número reduzido de funcionários, o que impacta diretamente no atendimento aos clientes”, explica Carlos Kanak, dirigente do Sindicato e coordenador nacional da Comissão de Organização de Empresa (COE/HSBC).
Além das demissões já promovidas, o banco HSBC anunciou um processo de reestruturação sem explicações de como ele será feito, o que gerou apreensão entre os funcionários. Na última segunda-feira, 11 de junho, o Sindicato se reuniu com representantes da direção do HSBC para pedir explicações.
Demissões – Somente na base do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região, foram 701 desligamentos em 2011. Só nos primeiros cinco meses de 2012, o Sindicato já registrou 289 desligamentos, entre demissões sem justa causa ou a pedido.
As agências ficarão fechadas até o final do expediente. O autoatendimento funciona normalmente.
Leia a carta aberta entregue à população:
CARTA AOS CLIENTES DO HSBC: EXIGIMOS RESPEITO
Os bancários do HSBC estão protestando hoje em todo o país contra a exploração do banco inglês a seus clientes e a seus funcionários. Ao contrário do que promete em suas propagandas na televisão, o HSBC esfola seus clientes no Brasil com os maiores juros e as maiores tarifas bancárias do mundo – muito superiores ao que cobra em seu país de origem, no resto da Europa, na Ásia e nos outros países das Américas.
O HSBC obtém no Brasil seu quarto maior rendimento no mundo. Mas presta mau atendimento aos usuários nas agências, onde sobram filas e faltam funcionários, porque o banco está demitindo bancários em todo o país.
Os funcionários que ficam são obrigados a trabalhar em dobro e a empurrar aos clientes produtos e serviços que eles não precisam. A cada vez mais extenuante carga de trabalho e as pressões para atingir metas impossíveis estão adoecendo os bancários.
Estamos protestando para exigir mais respeito do banco. Queremos o fim das demissões e mais contratações para aliviar a pressão e atender melhor aos clientes. Pedimos sua compreensão e apoio nesta luta, que não é apenas dos bancários, mas de toda a sociedade.
Leia mais:
HSBC: Sindicato continua cobrando garantia de emprego
Por: Flávia Silveira. ADAPTADA PELA FETEC-CUT-PR
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br
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SAIBA MAIS:
Dia Nacional de Luta exige respeito e cobra contratações no banco HSBC
Leia esta notícia no sítio www.vidabancaria.com.br
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Dia de luta no HSBC paralisam centenas de agências em todo Brasil
A Contraf-CUT, federações e sindicatos realizaram nesta quinta-feira, dia 14, um Dia Nacional de Luta em resposta à frustração dos bancários em todo país após a última negociação permanente com banco inglês sobre emprego, remuneração e previdência complementar, ocorrida no último dia 4, em São Paulo.
“O movimento sindical apresentou propostas, mas o banco inglês não avançou nas negociações. Mais uma vez, as entidades sindicais têm suas reivindicações frustradas, o que irá aumentar o clima de insatisfação dos bancários”, alertou Alan Patrício, secretário de Assuntos Jurídicos da Contraf-CUT e funcionário do banco.
Os sindicatos promoveram manifestações e paralisações, e ainda, distribuiram uma carta aberta aos funcionários e aos clientes, pedindo apoio e solidariedade. O descaso com os trabalhadores prejudica o atendimento e a prestação de serviços de qualidade.
A mobilização reforça as principais reivindicações do movimento sindical, como o fim das demissões e a contratação de mais funcionários para melhorar as condições de trabalho e o atendimento aos clientes, o não desconto dos programas próprios de remuneração (PPR/PSV) na PLR, a implantação de um plano de previdência complementar para todos os trabalhadores do banco e melhores condições de saúde e segurança. Em todo Brasil centenas de agências pararam por 24 horas suas atividades. No Paraná foram 42 e na base do Pactu 10 agências paralisaram suas atividades.
Ana Paula Lorini, representante da COE HSBC no Pactu, avalia que “foi uma boa resposta ao descaso com que o banco vem tratando as reivindicações dos funcionários nas negociações”. Esperamos que na próxima negociação o banco apresente alternativa aos problemas, principalmente em relação as demissões. Ressaltou a dirigente.
Fonte: Contraf-CUT mais SEEB Umuarama
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.pactu.org.br
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Bancários paralisam 179 agências do banco HSBC por mais empregos e respeito
Os bancários paralisaram nesta quinta-feira (14) um total de 179 agências do HSBC em todo país, em protesto contra as demissões, a política de rotatividade de mão de obra e a intransigência do banco inglês em negociar mais empregos para melhorar as condições de trabalho e o atendimento dos clientes. O levantamento foi efetuado pela Contraf-CUT com base nas informações enviadas pelos sindicatos e federações até as 20h.
Em Curitiba, onde fica a sede do banco no Brasil, os bancários pararam 27 agências do HSBC, além do Centro Administrativo Palácio Avenida. No Paraná, ao todo foram 42 agências fechadas.
A mobilização foi organizada pela Contraf-CUT, federações e sindicatos. “Foi um Dia Nacional de Luta em resposta à frustração dos bancários em todo país, pois não houve avanços na última negociação sobre emprego, remuneração e previdência complementar, ocorrida no último dia 4, em São Paulo”, afirmou Alan Patrício, secretário de Assuntos Jurídicos da Contraf-CUT e funcionário do banco.
Houve distribuição de carta aberta aos clientes e à população, elaborada pela Contraf-CUT, denunciando o desrespeito do banco com o Brasil e os brasileiros e a falta de valorização dos trabalhadores.
Clique aqui para ler a carta aberta.
“Esperamos que essa grande paralisação de advertência sirva de alerta para o banco inglês negociar com seriedade as reivindicações dos bancários”, disse o dirigente sindical.
“Queremos o fim das demissões, a contratação de mais funcionários para melhorar as condições de trabalho e o atendimento aos clientes, o não desconto dos programas próprios de remuneração (PPR/PSV) na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), a implantação de um plano de previdência complementar para todos os trabalhadores do banco e melhores condições de saúde e segurança”, ressaltou Alan.
Fonte: Contraf-CUT
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br

