O Ministério das Comunicações divulgou na última semana, os municípios habilitados para a concorrência no projeto-piloto para implantação de Cidades Digitais. Das 263 cidades que enviaram propostas, 192 foram habilitadas e participarão da segunda etapa do processo.
No Paraná pré-selecionados 17 cidades: Apucarana, Assis Chateaubriand, Bandeirantes, Cruzeiro do Oeste, Dois Vizinhos, Ibiporã, Iguatu, Inajá, Moreira Sales, Palmas, Quatro Barras, Realeza, Santa Cecília do Pavão, Santa Cruz de Monte Castelo, São Miguel do Iguaçu, Tibagi e Toledo.
Nesta nova fase de seleção, toda a documentação apresentada pelos gestores municipais será avaliada por uma comissão técnica, que deverá escolher os 80 municípios que serão contemplados. São critérios de preferência, segundo o edital: cidades com até 50 mil habitantes, cidades das regiões Norte e Nordeste, municípios com menor Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) e municípios com menor densidade domiciliar de acesso à banda larga. Outro critério de classificação será a indicação de equipe de servidores públicos permanente para o treinamento e gerenciamento do projeto.
A região Nordeste do país, com 105 cidades habilitadas, foi a que mais enviou projetos. As demais regiões tiveram 87 municípios pré-selecionados, sendo 34 do Sul, 29 do Sudeste, 18 do Norte e 6 do Centro-Oeste.
Os recursos quanto esta fase de habilitação poderão ser encaminhados para o Ministério das Comunicações em até cinco dias úteis.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO http://www.andrevargas.com.br/noticias/?id=3111
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Projeto Cidades Digitais é tema de roda de conversa na Rio+20
Rio de Janeiro, 21/06/2012 – A “Roda de Conversa” desta quarta-feira, 20, promovida pela Secretaria de Inclusão Digital do MiniCom na Rio+20, tratou sobre o projeto Cidades Digitais. As rodas de conversas estão ocorrendo desde a semana passada, no Píer Mauá, no Rio de Janeiro.
O moderador foi Américo Bernardes, diretor do Departamento de Infraestrutura da Secretaria de Inclusão Digital do MiniCom. Ele ressaltou que o conceito de software como bem público é muito importante e, por isso, a intenção do governo é informatizar 100% dos órgãos públicos do país. Além disso, ressalta que o direito à informação é hoje considerado um direito básico, uma condição fundamental para o empoderamento das populações e a realização mais plena dos direitos.
O secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Delfino de Souza, um dos debatedores da roda de conversa, falou sobre o Software Público Brasileiro (SPB). Atualmente, o Portal Do Software Público Brasileiro, criado em 2007, já possui mais de 130 mil usuários cadastrados e faz parte do programa de Governo Eletrônico do Governo Federal. “A ideia de desenvolvimento de um software público é compartilhada por 18 países íbero-americanos por meio de uma parceiria com o PNUD”, disse o secretário.
Segundo Delfino, os grandes desafios deste projeto são fortalecer o conceito e a imagem do software público no Brasil. As vantagens são muitas: possibilita a economia de recursos públicos, é uma ferramenta tecnologicamente sustentável e incentiva o trabalho colaborativo. “Atualmente, já existem soluções para 100% das necessidades de gestão dos municípios brasileiros e qualquer órgão que queira implementar o SPB pode fazê-lo pela própria prefeitura, por meio de associações, de universidades ou de fornecedores”, disse.
Também participaram da roda de conversa Franklin Coelho, secretário de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro; e Rodrigo Firmino, do Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.mc.gov.br