da Folha Online
O FMI (Fundo Monetário Internacional) fez comentários favoráveis à redução da taxa básica de juros do Brasil, a Selic, e estimou que a política monetária do governo brasileiro está bem encaminhada para que as metas estabelecidas em conjunto com a instituição sejam cumpridas.
“Certamente, tomamos nota da redução da taxa básica de juros em 2,5 pontos percentuais”, disse o porta-voz do FMI, Thomas Dawson, ao ser perguntado sobre a decisão do BC.
Dawson disse que a medida ajuda o governo a cumprir as metas de inflação e recordou que nos últimos três meses os juros já caíram 4,5%.
“Creio que a política monetária segue orientada firmemente pelo cumprimento das metas previstas e nós respaldamos as políticas do Banco Central brasileiro”, disse Dawson.
Wall Street
Analistas de Wall Street, entretanto, afirmaram que o Banco Central passava, a partir da decisão de ontem, a liderar o mercado, e não mais seguir suas decisões.
Essa tese era demonstrada pelos contratos futuros de juros negociados na BM&F, que apontavam para um corte de apenas 1,5 ponto percentual na Selic. O BC, no entanto, se antecipou às expectativas do mercado e optou por um corte maior.
Em Wall Street, analistas comentaram que essa postura é muito mais arriscada porque cresce a possibilidade de que o BC erre nas suas decisões e tenha que voltar atrás, perdendo credibilidade.
FMI
Para o porta-voz do FMI, no entanto, o desempenho da economia brasileira está claramente dentro dos parâmetros delineados no acordo entre o país e o FMI.
Dawson também lembrou que as reformas estão sendo submetidas ao Congresso. “Eu diria que as autoridades brasileiras continuam mostrando uma firme determinação de implementar seu programa econômico”, enfatizou Dawson.
A redução da taxa básica de juros ontem foi aplaudida por diversos setores produtivos brasileiros, que vinham pedindo continuamente medidas para estimular o crescimento.
A taxa era de 24,5% e passou para 22%, conforme divulgação feita pelo Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central.
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Por Mhais• 21 de agosto de 2003• 15:17• Sem categoria
FMI ELOGIA BC POR CORTE DE 2,5 PONTOS NOS JUROS
da Folha Online
O FMI (Fundo Monetário Internacional) fez comentários favoráveis à redução da taxa básica de juros do Brasil, a Selic, e estimou que a política monetária do governo brasileiro está bem encaminhada para que as metas estabelecidas em conjunto com a instituição sejam cumpridas.
“Certamente, tomamos nota da redução da taxa básica de juros em 2,5 pontos percentuais”, disse o porta-voz do FMI, Thomas Dawson, ao ser perguntado sobre a decisão do BC.
Dawson disse que a medida ajuda o governo a cumprir as metas de inflação e recordou que nos últimos três meses os juros já caíram 4,5%.
“Creio que a política monetária segue orientada firmemente pelo cumprimento das metas previstas e nós respaldamos as políticas do Banco Central brasileiro”, disse Dawson.
Wall Street
Analistas de Wall Street, entretanto, afirmaram que o Banco Central passava, a partir da decisão de ontem, a liderar o mercado, e não mais seguir suas decisões.
Essa tese era demonstrada pelos contratos futuros de juros negociados na BM&F, que apontavam para um corte de apenas 1,5 ponto percentual na Selic. O BC, no entanto, se antecipou às expectativas do mercado e optou por um corte maior.
Em Wall Street, analistas comentaram que essa postura é muito mais arriscada porque cresce a possibilidade de que o BC erre nas suas decisões e tenha que voltar atrás, perdendo credibilidade.
FMI
Para o porta-voz do FMI, no entanto, o desempenho da economia brasileira está claramente dentro dos parâmetros delineados no acordo entre o país e o FMI.
Dawson também lembrou que as reformas estão sendo submetidas ao Congresso. “Eu diria que as autoridades brasileiras continuam mostrando uma firme determinação de implementar seu programa econômico”, enfatizou Dawson.
A redução da taxa básica de juros ontem foi aplaudida por diversos setores produtivos brasileiros, que vinham pedindo continuamente medidas para estimular o crescimento.
A taxa era de 24,5% e passou para 22%, conforme divulgação feita pelo Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central.
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