As atividades no Paraná concentraram-se hoje, em frente as agências do Itaú. Com paralisações e manifestações de protestos os dirigentes sindicais lembraram a queima de arquivo proporcionada com a privatização do Banestado.
Em Curitiba, os dirigentes sindicais do sindicato e da Fetec/Pr além das paralisações em diversos bancos da XV: Bradesco, ABN, Santander, BBV e Itaú. Promoveram um ato de protesto em frente a agência XV do Itaú antigo Banestado, que manteve as atividades paralisadas até às 12h.
Em alusão a afirmação do procurador Luiz Franscisco de Souza na CPI do Banestado de que: …” a privatização do Banestado foi queima de arquivo”… . Os dirigentes fizeram um ato queimando um arquivo de aço com diversos papeis na gaveta e com símbolo do Banco privatizado.
Além das falas justificando o ato, os dirigentes distribuíram panfletos à população.
Para Marisa Stédile, presidenta do Seeb Curitiba e ex representante dos funcionários no Conselho de Administração do Banestado “Para esconder a fraude de U$ 30 bi o governo Lerner vendeu o banco e deixou R$ 6 bi de dívida para o Estado”.
Adilson Stuzata presidente da Fetec/Pr enfatiza “devemos exigir a anulação deste contrato lesivo ao povo paranaense!”.
A Fetec/Pr já está estudando junto com a assessoria jurídica a viabilidade de anulação da privatização. São vários entraves que se estende pelo caminho, protestos como estes de esclarecimento à sociedade se tornam fundamentais para reforçar esta campanha.
Não podemos deixar de registrar um fato que intrigou alguns dirigentes que acompanharam a sessão de ontem, na assembléia legislativa, ou seja, a polêmica doação de 150 computadores do Itaú à AL.
A situação não muito ética de uma empresa que doa equipamentos quando está em funcionamento uma CPI que investiga suposto beneficio da mesma na aquisição do Banco estadual.
Notícias recentes
- CPI do Crime mira braço do PCC na Faria Lima e “A Turma” do Master
- Sindicato promove live sobre a luta e o direito das mulheres no Ramo Financeiro
- ‘A redução da jornada de trabalho é plenamente sustentável’, diz Luiz Marinho
- Encontro Nacional de Comunicação da CUT discute tecnologia e fake news em SP
- Lula oscila para mais e vence Flávio Bolsonaro em pesquisa Meio Ideia
Comentários
Por Mhais• 28 de agosto de 2003• 14:51• Sem categoria
PROTESTOS NO ITAÚ, LEMBRAM A QUEIMA DE ARQUIVO DO BEP
As atividades no Paraná concentraram-se hoje, em frente as agências do Itaú. Com paralisações e manifestações de protestos os dirigentes sindicais lembraram a queima de arquivo proporcionada com a privatização do Banestado.
Em Curitiba, os dirigentes sindicais do sindicato e da Fetec/Pr além das paralisações em diversos bancos da XV: Bradesco, ABN, Santander, BBV e Itaú. Promoveram um ato de protesto em frente a agência XV do Itaú antigo Banestado, que manteve as atividades paralisadas até às 12h.
Em alusão a afirmação do procurador Luiz Franscisco de Souza na CPI do Banestado de que: …” a privatização do Banestado foi queima de arquivo”… . Os dirigentes fizeram um ato queimando um arquivo de aço com diversos papeis na gaveta e com símbolo do Banco privatizado.
Além das falas justificando o ato, os dirigentes distribuíram panfletos à população.
Para Marisa Stédile, presidenta do Seeb Curitiba e ex representante dos funcionários no Conselho de Administração do Banestado “Para esconder a fraude de U$ 30 bi o governo Lerner vendeu o banco e deixou R$ 6 bi de dívida para o Estado”.
Adilson Stuzata presidente da Fetec/Pr enfatiza “devemos exigir a anulação deste contrato lesivo ao povo paranaense!”.
A Fetec/Pr já está estudando junto com a assessoria jurídica a viabilidade de anulação da privatização. São vários entraves que se estende pelo caminho, protestos como estes de esclarecimento à sociedade se tornam fundamentais para reforçar esta campanha.
Não podemos deixar de registrar um fato que intrigou alguns dirigentes que acompanharam a sessão de ontem, na assembléia legislativa, ou seja, a polêmica doação de 150 computadores do Itaú à AL.
A situação não muito ética de uma empresa que doa equipamentos quando está em funcionamento uma CPI que investiga suposto beneficio da mesma na aquisição do Banco estadual.
Deixe um comentário