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MP ACUSA EX-PRESIDENTES DO BC PELO CASO BANESTADO

Os dois presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, foram acusados formalmente ontem pelo Ministério Público Federal, com proposta de ação de improbidade adminitrativa. Além deles, outras 20 pessoas físicas e jurídicas foram apontadas.

Eles foram investigados durante as apurações do caso Banestado e teriam sido identificados como os responsáveis pelo não cumprimento das regras para operações cambiais, que causariam prejuízo aos cofres públicos. Essas movimentações também teriam incentivado atividades ilícitas, como evasão de divisas, sonegação fiscal, crimes contra o sistema financeira e lavagem de dinheiro.

Também estão entre os acusados o ex-presidente do Banco Araucária Alberto Dalcanale Neto e o ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio de Oliveira. As procuradoras Valquíria Quixadá e Raquel Branquinho, que subscrevem a ação de improbidade administrativa, alegam que o Banco Central praticou ilegalidades, atropelou o Legislativo-modificou a lei com suas próprias normas, em vez de encaminhar ao Congresso uma proposta- e foi omisso na fiscalização das operações por contas CC5 (para uso de não residentes).

Fetec/PR, com informações da Folha de SP

Por 11:53 Notícias

MP ACUSA EX-PRESIDENTES DO BC PELO CASO BANESTADO

Os dois presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, foram acusados formalmente ontem pelo Ministério Público Federal, com proposta de ação de improbidade adminitrativa. Além deles, outras 20 pessoas físicas e jurídicas foram apontadas.
Eles foram investigados durante as apurações do caso Banestado e teriam sido identificados como os responsáveis pelo não cumprimento das regras para operações cambiais, que causariam prejuízo aos cofres públicos. Essas movimentações também teriam incentivado atividades ilícitas, como evasão de divisas, sonegação fiscal, crimes contra o sistema financeira e lavagem de dinheiro.
Também estão entre os acusados o ex-presidente do Banco Araucária Alberto Dalcanale Neto e o ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio de Oliveira. As procuradoras Valquíria Quixadá e Raquel Branquinho, que subscrevem a ação de improbidade administrativa, alegam que o Banco Central praticou ilegalidades, atropelou o Legislativo-modificou a lei com suas próprias normas, em vez de encaminhar ao Congresso uma proposta- e foi omisso na fiscalização das operações por contas CC5 (para uso de não residentes).
Fetec/PR, com informações da Folha de SP

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