IG – Luciene Braga
Todos os aposentados e pensionistas passarão pelo pente-fino ano que vem
O Ministério da Previdência vai recadastrar todos os 21,5 milhões de segurados do INSS no ano que vem, desta vez, sem traumas. Segundo o ministro Ricardo Berzoini, o procedimento é exigência da Proposta de Emenda Complementar 77 (PEC paralela da Reforma da Previdência), que institui o censo previdenciário a cada cinco anos.
O recadastramento não vai se restringir a um público específico, e já fazia parte dos planos do Governo. Não será interrompido, no entanto, o trabalho com os 105 mil idosos com mais de 90 anos. O objetivo é fazer o controle social do cadastro, cheio de inconsistências que comprometem a eficiência e a segurança das informações.
Ainda não foi fixada uma data para o recadastramento. Berzoini quer aproveitar a estrutura de bancos, hospitais e até dos Correios para isso, a fim de evitar sobrecarga nas agências e postos do INSS. As prioridades do ministério, ano que vem, serão depurar o cadastro e melhorar o atendimento.
De acordo com relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), o cadastro do INSS apresenta fragilidades que representam uma porta aberta para fraudes. Entre elas o registro precário de documentos como CPF e PIS, endereços e vínculos entre contas correntes e benefícios.
O médico aposentado Luís Antônio Paracampo, 91 anos, aprova o recadastramento. “Tem que organizar isso, não pode ser feito de improviso ou com bloqueio de benefício, o que foi uma agressão. Uma sugestão é fazer no mês de aniversário de cada um, como se faz na UFRJ”, opina.
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Por Mhais• 22 de dezembro de 2003• 10:36• Sem categoria
RECADASTRAMENTO EM MASSA NO INSS
IG – Luciene Braga
Todos os aposentados e pensionistas passarão pelo pente-fino ano que vem
O Ministério da Previdência vai recadastrar todos os 21,5 milhões de segurados do INSS no ano que vem, desta vez, sem traumas. Segundo o ministro Ricardo Berzoini, o procedimento é exigência da Proposta de Emenda Complementar 77 (PEC paralela da Reforma da Previdência), que institui o censo previdenciário a cada cinco anos.
O recadastramento não vai se restringir a um público específico, e já fazia parte dos planos do Governo. Não será interrompido, no entanto, o trabalho com os 105 mil idosos com mais de 90 anos. O objetivo é fazer o controle social do cadastro, cheio de inconsistências que comprometem a eficiência e a segurança das informações.
Ainda não foi fixada uma data para o recadastramento. Berzoini quer aproveitar a estrutura de bancos, hospitais e até dos Correios para isso, a fim de evitar sobrecarga nas agências e postos do INSS. As prioridades do ministério, ano que vem, serão depurar o cadastro e melhorar o atendimento.
De acordo com relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), o cadastro do INSS apresenta fragilidades que representam uma porta aberta para fraudes. Entre elas o registro precário de documentos como CPF e PIS, endereços e vínculos entre contas correntes e benefícios.
O médico aposentado Luís Antônio Paracampo, 91 anos, aprova o recadastramento. “Tem que organizar isso, não pode ser feito de improviso ou com bloqueio de benefício, o que foi uma agressão. Uma sugestão é fazer no mês de aniversário de cada um, como se faz na UFRJ”, opina.
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