da Folha de S.Paulo
A auxiliar de departamento pessoal Adelma Vasconcelos da Silva diz que, no início de março passado, entrou no site do Banco Itaú e abriu uma tela solicitando a confirmação de dados, a qual foi realizada.
Silva conta que no dia 25 de março, ao fazer o pagamento do seu cartão de crédito, a tela de confirmação apareceu novamente. “Não confirmei e liguei para o banco. A atendente disse que era um vírus e pediu para pagar em outra máquina. Paguei e tirei o extrato da conta, que estava tudo correto.”
No entanto, no dia 30, a leitora afirma que verificou que havia sido feito transferência e doc de sua conta no valor total de R$ 3950.
“Fui à agência e a gerente me disse que fui vítima de uma clonagem. Fiz uma carta dizendo que não realizei essas movimentações.”
A leitora declara que, no dia 7 de abril, ao contatar a empresa, foi informada de que não há prazo para solução do seu problema e de que, se ela fosse uma cliente vip, o caso já estaria resolvido.
RESPOSTA: O Banco Itaú informa que a complexidade na apuração dos fatos impediu uma solução mais rápida do problema e que houve a restituição dos valores questionados.
Segundo a empresa, a segurança e a privacidade das operações fundamentam-se em avançada tecnologia de criptografia de última geração, a qual impede qualquer possibilidade de acesso aos dados digitados pelo cliente no acesso e durante o uso do Bankline.
De acordo com o banco, essa ação protetora não consegue abranger situações que dependam exclusivamente dos clientes, por isso realiza campanhas orientativas quanto aos necessários cuidados a serem observados em relação à senha secreta, dados pessoais do correntista e recepção de e-mails de origem desconhecida.
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