CNB
(São Paulo) Nesta terça-feira, 27, às 10h, estarão reunidas na CNB/CUT as Coordenações das Comissões de Organização dos Empregados dos bancos Santander, ABN e HSBC, que compõem o coletivo de bancos estrangeiros da CNB/CUT.
A primeira reunião do coletivo tem por objetivo discutir a agenda da ação sindical nos bancos estrangeiros para 2004. A agenda tem como base as demandas das resoluções das entidades internacionais do setor financeiro.
O coletivo estará deliberando sobre as prioridades de organização dos bancos estrangeiros no Cone Sul, conforme orçamento existente para o Plano de 2004 da Coordenadora das Centrais Sindicais do Cone Sul.
Os dirigentes estarão organizando a Jornada Continental de Luta nos bancos estrangeiros marcada para o próximo dia de 5 de maio. A Jornada é uma atividade definida pela UNI Américas Finanças, no encontro ocorrido em Buenos Aires nos dias 30 e 31 de março.
CCSCS – A reunião do coletivo de bancos estrangeiros da CNB/CUT é uma demanda do último encontro da CCSCS, que aconteceu em Montevidéu nos dias 1º e 2 de abril. Naquela ocasião se reuniram vários setores profissionais que definiram o valor orçamentário para organização dos trabalhadores de empresas multinacionais para cada setor. A CNB coordena o setor de finanças.
De acordo com o secretário de Relações Internacionais da CNB/CUT, Ricardo Jacques, o orçamento aprovado é insuficiente e leva o Comitê de Finanças da CCSCS “a ter que definir prioridades e apresentar uma proposta aos demais países”, afirma. Uma proposta será definida na reunião desta terça-feira, já que o orçamento não permite a realização de todas as atividades necessárias para este ano.
Em Montevidéu ficaram acertados os meses em que acontecerão as reuniões das Coordenadoras Sindicais de cada um dos bancos. Acompanhe o calendário:
– Maio: BBVA e Comitê de Finanças em conjunto com o *Comitê de Desenvolvimento Produtivo da CCSCS
– Julho: ABN
– Agosto: HBSC
– Setembro: Santander
*Comitê de Desenvolvimento Produtivo – Uma das deliberações da CCSCS é incorporar a política de gênero nas diferentes instâncias do trabalho setorial e intersetorial assegurando a participação das companheiras e companheiros em todos os encontros para concretizar a política de transversalidade definida pela Coordenadora.
Fonte: Carolina Coronel – CNB/CUT
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