As cerca de 100 agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal (CEF) permanecem fechadas nesta segunda-feira na região de Curitiba. Estão disponíveis apenas serviços como saques, pagamentos e transferências do setor de auto-atendimento. A presidente do Sindicato dos Bancários recomenda que os clientes não realizem depósitos. “Há o risco de eles não serem processados por causa da greve”, afirma Marisa Stédile.
Ao todo, são 3.500 funcionários que deixam de trabalhar. Segundo a assessoria de imprensa do sindicato que representa a categoria, o número equivale a mais da metade do quadro atual. A paralisação dos bancos federais recebe o apoio de instituições privadas nesta segunda. Funcionários de agências do Centro da capital – como do Itaú, Bradesco, Safra, Santander, HSBC – também estão cruzando os braços.
Está programada para as 18h30 uma nova assembléia para decidir os rumos da greve. De acordo com o Sindicato dos Bancários, o movimento deve continuar. “A Fenabam, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal não apresentaram nova proposta”, explica a assessora de imprensa.
Os bancários reivindicam reposição de 17,68%, PLR de um salário e mais R$ 1.200. Os bancos chegaram a oferecer reajuste de 8,5% nos salários e R$ 30 a mais para quem ganha até R$ 1.500, além do pagamento de PLR de 80% do salário, mais R$ 705 e pagamento de vale-alimentação extra de R$ 217. A contra-proposta, porém, foi rejeitada pela categoria.
Carta
No sábado, representantes do Sindicato dos Bancários e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) entregaram uma carta ao ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, durante visita a Curitiba. No documento, as entidades solicitam agilidade nas negociações e a saída do presidente do Banco do Brasil, Cássio Casseb.
Fonte: Tudo Paraná
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Por Mhais• 20 de setembro de 2004• 11:09• Sem categoria
Clientes só podem utilizar serviços de auto-atendimento
As cerca de 100 agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal (CEF) permanecem fechadas nesta segunda-feira na região de Curitiba. Estão disponíveis apenas serviços como saques, pagamentos e transferências do setor de auto-atendimento. A presidente do Sindicato dos Bancários recomenda que os clientes não realizem depósitos. “Há o risco de eles não serem processados por causa da greve”, afirma Marisa Stédile.
Ao todo, são 3.500 funcionários que deixam de trabalhar. Segundo a assessoria de imprensa do sindicato que representa a categoria, o número equivale a mais da metade do quadro atual. A paralisação dos bancos federais recebe o apoio de instituições privadas nesta segunda. Funcionários de agências do Centro da capital – como do Itaú, Bradesco, Safra, Santander, HSBC – também estão cruzando os braços.
Está programada para as 18h30 uma nova assembléia para decidir os rumos da greve. De acordo com o Sindicato dos Bancários, o movimento deve continuar. “A Fenabam, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal não apresentaram nova proposta”, explica a assessora de imprensa.
Os bancários reivindicam reposição de 17,68%, PLR de um salário e mais R$ 1.200. Os bancos chegaram a oferecer reajuste de 8,5% nos salários e R$ 30 a mais para quem ganha até R$ 1.500, além do pagamento de PLR de 80% do salário, mais R$ 705 e pagamento de vale-alimentação extra de R$ 217. A contra-proposta, porém, foi rejeitada pela categoria.
Carta
No sábado, representantes do Sindicato dos Bancários e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) entregaram uma carta ao ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, durante visita a Curitiba. No documento, as entidades solicitam agilidade nas negociações e a saída do presidente do Banco do Brasil, Cássio Casseb.
Fonte: Tudo Paraná
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