CAIXA mantém tradição e abre seu saco de maldades
COMO ACONTECE TODOS OS ANOS, CAIXA ESPERA JANEIRO PARA FAZER MUDANÇAS QUE AFETAM BANCÁRIOS
Saco de maldades I: Em uma decisão unilateral, a Caixa esperou o período em que grande parte dos empregados está de férias para realizar o redimensionamento/reestruturação das agências. A mudança na nomenclatura da função Gerente GOV Social para Gerente de Pessoa Física, por exemplo, está causando apreensão e insegurança no quadro funcional.
Saco de maldades II: Com a extinção da função Assistente de Agência, em Curitiba, são mais de 60 trabalhadores que poderão ter seu salário reduzido. O Sindicato já está se mobilizando e contatou a Mesa de Negociação Permanente, as Superintendências e Gerências e também sua Assessoria Jurídica. “Não vamos admitir que nenhum trabalhador tenha seu salário reduzido”, declara Genésio Cardoso, representante do Paraná na CEE/Caixa.
Saco de maldades III: Com a extinção da função Compensador, como se já não bastasse a redução de custos com a implantação da compensação por imagem, a empresa quer aumentar seu lucro reduzindo os salários dos trabalhadores. Cabe lembrar que atividades de compensação continuam existindo e que parte deste serviço está sendo feito nas agências, mas sem alocação de pessoal. O Sindicato também já está tomando as providências cabíveis.
Saco de maldades IV: Diante das reclamações se sobrecarga dos empregados das retaguardas, o Sindicato reuniu estes trabalhadores para verificar a situação e tomar providências. Segundo verificado, a situação também está insuportável nas Reret´s. Por pressão do Bacen, a Caixa teve que recriar as retaguardas que haviam sido extintas em meados do ano passado, sob protesto do movimento sindical. Contudo, elas foram recriadas sem a dotação necessária de pessoal, com a proibição de horas extras e a orientação de “driblar o dia-a-dia”, que está sendo entendida como driblar o Sipon. O Sindicato orienta que o registro do ponto é uma conquista dos trabalhadores que precisa ser garantida. Bancário, crie um grupo de discussão e una-se aos seus colegas de trabalho contra a “burla” do ponto. A entidade está a disposição para orientar e acompanhar estas discussões.
Por: Renata Ortega
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br