Os bancários solicitam que os bancos exijam em seus contratos com empresas de vigilância a realização de treinamento focados para a segurança das agências e que tomem todas as providências cabíveis para dotar suas instalações contra roubos.
São reivindicações dos trabalhadores a instalação de portas de segurança, vidros à prova de balas, colete à prova de bala para os vigilantes, equipamento de filmagem para identificar os criminosos e que esteja ligado a uma central de segurança externa e a realocação das portas de segurança existentes para antes do auto-atendimento.
Em Curitiba, várias agências do Unibanco não dispõe de portas com detector de metais. “Houve uma queda no número de assaltos, mas o trabalhador permanece inseguro e a prevenção é ainda a melhor forma de combater a criminalidade”, afirma Júnior César Dias, secretário de assuntos dos bancos privados do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região. “Os criminosos muitas vezes não sabem que os trabalhadores não tem acesso ao cofre. Isso pode gerar nervosismo no assaltante, pensando que o bancário está mentindo. Nestas situações de tensão, tudo pode acontecer e a integridade física do trabalhador está em jogo”.
Os bancários também pedem que a abertura e o fechamento das agências sejam realizados por empresas especializadas em segurança, e ainda, o banco deve emitir a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) até o dia útil seguinte ao da ocorrência, bem como, providenciar atendimento médico e psicológico ao trabalhador em caso de assaltos ou seqüestros.
Após a avaliação do quadro de saúde dos trabalhadores, se eles não apresentarem condições de trabalho, os mesmos deverão ser afastados temporariamente sem prejuízo de direitos ou de salários. A segurança dos trabalhadores é de responsabilidade da empresa, por isso trata-se de acidente de trabalho.
O assalto pode ser fator gerador de problemas de saúde que podem aparecer mesmo meses após o fato traumático. Se confirmada a relação, o trabalhador terá assegurado o direito de estabilidade por um ano após o retorno ao trabalho e todo o recolhimento do FGTS.
A questão não se resume a adotar medidas de segurança nos bancos. Por isso, os trabalhadores também devem exigir do governo, a elaboração de políticas públicas eficientes no combate à criminalidade.
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Por Mhais• 9 de agosto de 2006• 13:01• Sem categoria
Bancários exigem que os bancos evitem roubos
Os bancários solicitam que os bancos exijam em seus contratos com empresas de vigilância a realização de treinamento focados para a segurança das agências e que tomem todas as providências cabíveis para dotar suas instalações contra roubos.
São reivindicações dos trabalhadores a instalação de portas de segurança, vidros à prova de balas, colete à prova de bala para os vigilantes, equipamento de filmagem para identificar os criminosos e que esteja ligado a uma central de segurança externa e a realocação das portas de segurança existentes para antes do auto-atendimento.
Em Curitiba, várias agências do Unibanco não dispõe de portas com detector de metais. “Houve uma queda no número de assaltos, mas o trabalhador permanece inseguro e a prevenção é ainda a melhor forma de combater a criminalidade”, afirma Júnior César Dias, secretário de assuntos dos bancos privados do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região. “Os criminosos muitas vezes não sabem que os trabalhadores não tem acesso ao cofre. Isso pode gerar nervosismo no assaltante, pensando que o bancário está mentindo. Nestas situações de tensão, tudo pode acontecer e a integridade física do trabalhador está em jogo”.
Os bancários também pedem que a abertura e o fechamento das agências sejam realizados por empresas especializadas em segurança, e ainda, o banco deve emitir a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) até o dia útil seguinte ao da ocorrência, bem como, providenciar atendimento médico e psicológico ao trabalhador em caso de assaltos ou seqüestros.
Após a avaliação do quadro de saúde dos trabalhadores, se eles não apresentarem condições de trabalho, os mesmos deverão ser afastados temporariamente sem prejuízo de direitos ou de salários. A segurança dos trabalhadores é de responsabilidade da empresa, por isso trata-se de acidente de trabalho.
O assalto pode ser fator gerador de problemas de saúde que podem aparecer mesmo meses após o fato traumático. Se confirmada a relação, o trabalhador terá assegurado o direito de estabilidade por um ano após o retorno ao trabalho e todo o recolhimento do FGTS.
A questão não se resume a adotar medidas de segurança nos bancos. Por isso, os trabalhadores também devem exigir do governo, a elaboração de políticas públicas eficientes no combate à criminalidade.
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